Se o prefeito Rogério Lorenzetti tivesse decidido “abraçar” uma das candidaturas à sua sucessão, certamente, as conquistas de seus dois mandatos estariam sendo lembradas, até como forma de valorizar seu apoio.
Este fato, em si, já seria uma maneira de inibir muitas das críticas que os candidatos têm feito à sua administração.
Da maneira como está, digamos, Rogério não conta com este tipo de “benefício”, nem tem quem o defenda da voracidade eleitoreira. Continuar lendo
A Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (ACIAP) e o Conselho Comunitário de Segurança (CCS) são duas das entidades que apóiam o movimento “Não ao Fracking”, que nesta quinta-feira, dia 8, se reúne para discussão sobre o tema.
Fracking é a tecnologia usada para a exploração do gás xisto nas camadas profundas do subsolo. Para fraturar a rocha, se injeta enorme quantidade de água e produtos tóxicos, contaminando a água, ar, solo e alimentos.
O encontro para discussão sobre o movimento “Não ao Fracking” em Paranavaí é uma realização da Diocese, Conselho Municipal da Saúde e da Pastoral da Saúde e será realizado na próxima quinta-feira, às 19h30, No Centro de Eventos da Unespar/Fafipa. E é aberto à população.
Claudio Lamachia, presidente da OAB, disse ao Estadão, que solicitou exame do conselho federal da OAB, (formado por 81 integrantes) e “não descarta” a possibilidade de judicializar o fatiamento do impeachment de Dilma Rousseff no STF.
“Solicitei no âmbito interno da instituição um exame técnico sob o prisma constitucional. A partir dessa análise, desse parecer técnico, poderemos dar encaminhamento para uma decisão sobre como a Ordem vai agir.”
O texto que se segue nos foi enviado por Zé Roberto Balestra, como comentário, a respeito da nota Lewandowski sabia de tudo, que trata da trama que resultou no fatiamento do impeachment, que preservou os direitos políticos de Dilma Rousseff.
Seu conteúdo, perspicaz e sóbrio, reflete interpretação de intelectuais (daqueles brasileiros mais atentos) a respeito da forma como tudo foi “engendrado” e a maneira como foi “oficializado”, a indignação e impotência de todos em relação às vergonhosas “manobras” políticas, e termina com uma proposta de esperança.
Por isto decidimos dar ao texto o merecido destaque:
“Josias de Souza Josias Souza deixa claro que tudo foi à sorrelfa mesmo, sombriamente preparado. Mas os artífices de tão indigno ato se esqueceram do que diz o Livro Santo: “… nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.” (Marcos 4-22) Continuar lendo
A PR-218 será totalmente bloqueada para o tráfego de veículos na manhã de segunda-feira (5), no trecho entre Amaporã e Planaltina do Paraná. O bloqueio terá início às 9h no km 399, próximo à saída de Amaporã. A previsão é que os trabalhos sejam finalizados em 15 dias, caso as condições climáticas permitam e não chova acima da média. O bueiro antigo será removido e um novo será instalado. Toda a rodovia será sinalizada pelas equipes do DER e os desvios serão feitos por estradas rurais próximas ao km 399 da PR-218.
Veículos leves poderão passar normalmente pelos desvios, que terão cerca de 6 quilômetros. A orientação para motoristas de caminhões e carretas é que procurem desviar pela BR-376, pois as estradas rurais são de terra.
A Guarda Municipal (GM) de Paranavaí está trabalhando em sua nova sede desde o último dia 25 de agosto, quando foram entregues as obras de reforma e ampliação de um espaço no Terminal Rodoviário Aguilar Selhorst. No mesmo dia, a Corporação recebeu a nova frota de veículos para uso dos trabalhos de segurança pela cidade. Nesta sexta-feira (2), a GM percorreu as principais vias do Centro para apresentar a frota à população e já começou a utilizar os novos veículos. Continuar lendo
A “conversa” com Lewandowski sobre o fatiamento do impeachment aconteceu 9 dias antes da votação.
A articulação foi feita por Kátia Abreu que, após pedir a aprovação de Dilma, levou o caso a Lewandowski, que ainda consultou Luiz Fernando Bandeira, homem de confiança de Renan Calheiros, para garantir que não houvesse questionamentos ao plano.
Josias Souza/UOL
E agora José?
Delcídio do Amaral recorreu ontem Supremo para que que lhe sejam devolvidos seus direitos políticos. Cassado em maio e inelegível por oito anos, quer que sua cassação seja anulada e o processo volte para a Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
O regente que comandava a orquestra do impeachment no Senado, Ministro Ricardo Lewandowski, cometeu um erro “crasso” na fatídica tarde de 31.08.2016 ao determinar o fatiamento das votações que decidiram sobre perda do mandato presidencial e a inabilitação para o exercício de função pública por oito anos de Dilma Rousseff.
Blog do Joaquim de Paula
por Old Rubens
“Mulher! Mulher! Na escola em que você foi ensinada jamais tirei um dez. Sou forte mas não chego aos seus pés. (Erasmo Carlos)”
Manobrando um guindaste gigante, com esmero e precisão. Sendo uma profissional liberal, médica, advogada, juíza. Do comércio ou da produção. Diarista ou trabalhadora rural. Operadora de tratores e colheitadeiras, no campo ou na indústria.
Responsáveis por equipamentos que às vezes ultrapassa a cifra dos milhões. Pilotos de caças ou aviões de carreiras, na casa das centenas de milhões de reais. Com centenas de vidas sob seus cuidados. Fazendo faxina como diarista ou empregada doméstica. Dando banho no filho e cuidando da casa. Elas são o esteio da família, pares com os homens na indústria e comércio.
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Mandados de segurança no STF pedem a revogação
da manutanção dos direitos políticos de Dilma Rousseff
Como noticiado intensamente ontem pela imprensa de todo País, a manutenção dos direitos políticos de Dilma Rousseff pelo Senado foi vista por alguns partidos como um acordo por debaixo dos panos.
Teria sido uma “estratégia” engendrada por Lula e levada a efeito com uma “ajudinha” de Renan Calheiros, que, inclusive, teria cochichado a Ricardo Lewandowski, “em rápidas e discretas palavras”, que ele poderia fatiar o impeachment “como presidente do plenário do Senado, e não como magistrado do STF”.
Resultado: uma enxurrada de mandados de segurança no STF contra a decisão.
Entre os partidos, o PV, PSD, DEM, PPS, PSDB e o PMDB, que vai subscrever o mandado de segurança.
Um “colega” de do STF classificou a atuação de Lewandowski no julgamento do impeachment como “constrangedora”.
Ele deixou mal o Tribunal inteiro.
O assunto promete.












