Áudio se refere a pedido de janeiro de 2017

Publicado em 09 de fevereiro de 2018

O áudio vazado para tentar ridicularizar o vereador Lucas Barone (MDB), em que, em ato falho troca a palavra burocrático por democrático, era uma conversa sobre uma reivindicação que foi apresentada em 2017 e até agora não atendida. Barone explicou (e mandou cópia do ofício) explicando que solicitou a instalação de corrimões nas escolas municipais que atendem crianças com algum tipo de deficiência. “Na época falamos com a secretária Adélia (Paixão, da Educação) e a informação que obtivemos foi a de que a Secretaria já estaria providenciando a compra desses corrimões. Acontece que em 2017 não foi feito nada disso e com o retorno das aulas agora em 2018 novamente uma das mães que me procurou no início de 2017 (… ) e usou o seguinte termo: ‘Lucas, mais uma vez começa o ano letivo e a minha filha não vai ter o corrimão na escolinha dela’. Eu imaginava que esse corrimão já estava instalado, mas infelizmente não está”.
O vereador garante que abordou a secretária de forma educada (mandou todos os áudios e mensagens de texto da conversa) pedindo informações sobre o assunto. Dando datas e horários precisos dos feitos, contou que encaminhou mensagens, pedindo informações., não obteve resposta, reiterou o pedido de informações em novas mensagens
“(…) Quarta-feira, às oito horas da manhã, mandei novamente um áudio sobre o corrimão e aproveitei para, neste mesmo áudio, falar com ela sobre o transporte escolar rural”, pois os ônibus não estavam recolhendo os alunos no interior das vilas rurais – só ia até a portaria, para onde as crianças tinham que se dirigir. “Esta é uma situação que me preocupa muito principalmente por causa da segurança dos nossos alunos”.
A Secretária só respondeu mais ao final da tarde e, segundo o vereador, “foi muito fria, sem argumentos, sem detalhes para que eu pudesse passar para a família e para as lideranças das vilas rurais (uma resposta)”.
“As quatro e cinquenta eu mandei um outro áudio para a secretária – e é este áudio que eles estão propagando, onde eu utilizei o termo democrático ao invés do termo burocrático. Foi um erro meu na fala, um ato falho, mas qualquer pessoa, que tem um mínimo de inteligência e de capacidade de interpretação e no caso dela, deveria ter de sobra, por ser secretária de Educação, deveria ter entendido no contexto do meu áudio. (…) A Adélia não cumpriu com o papel dela enquanto secretária e ela está tentando se escapar de uma situação de uma forma suja. Eu não acho isso interessante”., disse ele referindo-se à secretária como responsável pelo vazamento do trecho do áudio.
“O que quis explicar é que eu não queria transformar este meu pedido em requerimento, em indicação, em ofício novamente. Eu queria uma situação prática. Eu falei pra ela: como secretária de Educação, resolva; se posicione; se for pelo sim ou pelo não, mas que dê uma resposta pra família. Foi isso o que eu quis dizer: ser menos burocrático, afinal é isso que eu acho que falta ao serviço público”, explicou em outro trecho.

Alda

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