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Psicoclínica

Secretariado: especulações continuam

Publicado em 28 de outubro de 2012 - 11:24

Da coluna Sinopse Geral do jornalista Saul Bogoni – Diário do Noroeste

APESAR de o prefeito Rogério Lorenzetti dizer que só vai começar a tratar da formação do secretariado para a sua segunda gestão em Paranavaí em fins de novembro, nas rodas políticas o assunto persiste. Quinta-feira ao receber dirigentes municipais do PDT ele confirmou que levará em consideração o percentual de votos obtidos pelos partidos nas eleições de 7 de outubro. Os dados, segundo interlocutores, indicam que devem ser aproveitados nomes do PSC, PR, PSD e PMDB (a quem caberiam quatro Secretarias, pois, além da maior votação obtida pelos candidatos a vereadores, haveria preocupação em reforçar o deputado estadual Teruo Kato à reeleição). O prefeito tem deixado claro, no entanto, que o aspecto técnico não pode ser ignorado em relação ao político.

ALGUMAS especulações parecem no momento sem sentido na formação do Secretariado Municipal de Paranavaí, mas não chegam a ser descartadas nessas especulações. Um exemplo é que a indicação de alguns nomes passaria pela eleição da nova Mesa da Câmara Municipal. O nome do atual presidente da Câmara, Nivaldo Mazzin (PPS), cotado para a Secretaria de Governo (a ser criada) entraria na cota do vereador José Galvão (PR), que pleitearia a Presidência do Legislativo. Mazzin também poderia ir para a Secretaria da Saúde, no caso da primeira-dama, médica pediatra Cristina Lorenzetti, não ser confirmada para o cargo (o nome vem sendo ventilado desde o ano passado, bem antes das eleições).

INTERLOCUTORES têm percebido a disposição do prefeito Lorenzetti em não mudar alguns dos nomes atuais. A tendência seria não mexer nos atuais ocupantes da Comunicação Social, Educação (PT), Procuradoria Jurídica (PDT), Meio Ambiente (PDT) e Infraestrutura (PMDB), todos da cota pessoal do próprio prefeito. Na reunião com o PDT ele disse que vai conversar sobre os partidos sobre os nomes.

O VICE-PREFEITO de Paranavaí, que renunciou no início de outubro, Alziro Melli Lopes, participou da reunião do PDT com Lorenzetti e indagou sobre seu futuro aproveitamento em cargos municipais ou estaduais. O prefeito afastou a possibilidade de isso ocorrer neste primeiro momento. Quanto a cargos estaduais, por estar filiado ao PDT, que foi adversário e continua sendo oposição ao Governo do Estado, existem muitas barreiras na própria SEED e, segundo Lorenzetti, depende de articulações políticas entre os deputados estaduais, que também disputam entre si o “mando político”, que tem sido catastrófico para Paranavaí e região.

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Pressão

Publicado em 28 de outubro de 2012 - 09:53

Márcio (Leiteiro) Gonçalves, primeiro suplente do PMDB à Câmara Municipal de Paranavaí, está fazendo marcação sobre os candidatos eleitos do seu partido. Ele pressiona para que um deles (Zenaide Borges, Mohamed Soumaile e Valter dos Reis) assuma um cargo no Executivo para abrir uma vaga a ele.
Entretanto, nenhum deles se mostra disposto a deixar sua cadeira no Legislativo. Além disso, não se tem informação de que o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) estaria disposto a convidar um peemedebista eleito para sua equipe de governo.

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Governo ou Saúde

Publicado em 27 de outubro de 2012 - 09:51

Que o vereador Nivaldo Mazzin (PPS) vai fazer parte da Administração Municipal a partir do ano que vem ninguém duvida. O que não se sabe é em qual secretaria. Inicialmente seu nome estava cotado para assumir a Secretaria de Governo (que vai substituir a de Gestão), que será criada pelo prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB).
Mas nos últimos dias têm crescido os rumores de que ele poderá assumir a Secretaria de Saúde. A interlocutores mais próximos, Mazzin diz que se for convidado para a Saúde não hesitará em aceitar.

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Toshie e os radares

Publicado em 26 de outubro de 2012 - 22:46

Os radares que medem a velocidade de veículos só foram criados por uma única e óbvia razão: motoristas insistem em desobedecer aos limites legais de velocidade nas rodovias e vias urbanas.
Desde que os radares passaram a ser utilizados pelas autoridades de trânsito sempre foram motivos de polêmicas. Mas não há como negar que é um instrumento de fiscalização e punição.
Quantos milhares ou milhões de pessoas morreram neste país em acidentes automobilísticos causados por alta velocidade? Quantos ficaram inválidos por sequelas destes acidentes? Qual o custo destes acidentes ao país?
Alheias a estas discussões, as indústrias lançam no mercado veículos cada vez mais velozes. E os motoristas sentem-se frustrados em poder usar apenas um percentual da potência do motor.
De outro lado também é fato que os mesmos radares criados para uma função, digamos, nobre, foram desvirtuados de suas funções e viraram focos de corrupção, de abuso e outras situações, no mínimo, constrangedoras.
O assunto é polêmico.
A polêmica também se estabeleceu em Paranavaí este mês quando radares começaram a ser usados para coibir a alta velocidade e punir os infratores.
Além dos temas naturais desta discussão, aqui também se aliou o fato de que até mesmo quem é favorável ao uso de radar se mostrar indignado com os limites estabelecidos para algumas vias. Pedem a revisão destes limites.
No entanto, é no mínimo estranho que uma ex-primeira dama, presidente municipal do PP de Paranavaí, coordenadora regional do partido e candidata a vice-prefeita nas eleições deste ano, use as redes sociais para orientar os motoristas a se livrarem das multas que cometeram por excesso de velocidade.
Foi o que fez Toshie Yamakawa. Ela postou em suas contas nas redes sociais um cartaz tendo uma foto de uma pessoa operando o radar e a seguinte inscrição: Atenção motorista de Paranavaí. Se você for multado por esta “empresa de multas” recorra à Justiça. Detalhes no link.
Em Maringá, administrada pelos pepistas Ricardo e Silvio Barros e Roberto Puppin há radares; Em Curitiba administrada pelos fiéis aliados do PP, Jaime Lerner, Cassio Taniguchi, Beto Richa e Luciano Ducci, há radares. E na capital paulista quando administrada pelo pepista Paulo Maluf também havia (como há até hoje) radares
Será que para estas cidades Toshie mantém a mesma opinião sobre os radares ou esta é apenas a posição de uma adversária da atual administração municipal?
Toshie poderia usar melhor as redes sociais pedindo aos motoristas que atentassem aos limites de velocidade em respeito à vida.

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Cargo de reitor ou sede da Reitoria

Publicado em 26 de outubro de 2012 - 21:09

Curitiba, através da Faculdade de Artes do Paraná (FAP) e da Escola de Música e Belas Artes (Embap), Campo Mourão, através da Faculdade de Ciências e Letras (Fecilcam) e Paranavaí através da Faculdade Estadual de Educação, Ciências e Letras (Fafipa) disputam a sede da reitoria da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).
Mas a disputa pelo cargo de reitor e vice-reitor está deixando a disputa pela sede em segundo plano, pelo menos por algumas pessoas.
Vejamos: a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI) abriu a consulta (eleição) para o cargo de reitor e vice-reitor, que serão escolhidos no dia 21 de novembro. Duas chapas se inscreveram: a Chapa Unidade na Diversidade, que tem José Paszczuk (Fafipa) como candidato à reitor e Zeloi Aparecida Martins dos Santos (FAP), como candidata a vice-reitora. E a Chapa Unespar Para Todos, que tem Antonio Carlos Aleixo (Fecilcam) como candidato à reitor e Antonio Rodrigues Varela Neto (Fafipa) como vice-reitor. Ou seja, as três cidades que estão pleiteando a reitoria da Unespar estão representadas nas duas chapas. Como se observa, Paranavaí está representada nas duas chapas.
Nos bastidores, comenta-se que o Governo do Estado está tentando contemplar as cidades que disputam a sede da Reitoria. Como só é possível uma, as outras cidades não ganhariam um prêmio de consolação. A “distribuição” ficaria assim: uma cidade seria a sede; outra ficaria com o reitor e a outra com o vice-reitor. Como Paranavaí está representada nas duas chapas, ficaria com a reitoria ou a vice-reitoria e a sede iria para Curitiba ou Campo Mourão.
A reitoria representa grande poder: administra um orçamento anual de R$ 140 milhões e nomeia dezenas de cargos de confiança. Mas é transitória. A sede da reitoria, não.
Adversários na Fafipa, Paszczuk e Varela levaram a disputa para fora dos limites da faculdade. E a consequência pode ser a perda da sede da reitoria.
Detalhe: Paszczuk e Varela são filiados ao PMDB. E a disputa de ambos teria desagradado o prefeito Rogério Lorenzetti e o deputado Teruo Kato, uma vez que os dois estariam deixando a luta pela sede da Reitoria por cargos e pela disputa pessoal.
A Unespar será formada pela reunião de sete faculdades estaduais isoladas. A votação – da qual participarão professores, alunos e funcionários das sete faculdades – é um dos últimos passos para a implantação definitiva da Unespar, que foi criada por decreto em 2001, mas só começou a sair do papel no ano passado. Terá 64 cursos de graduação, 36 de especialização, dois de mestrado e um de doutorado. São 13.635 alunos e cerca de 800 professores e reúne a Escola de Música e Belas Artes (Embap) e a Faculdade de Artes do Paraná (FAP), de Curitiba; a Faculdade Estadual de Educação, Ciência e Letras de Paranavaí (Fafipa); as faculdades de Filosofia, Ciências e Letras de Paranaguá (Fafipar) e de União da Vitória (Fafiuv); Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea) e a de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam). Neste ano, ato do governador Beto Richa autorização a inclusão da Academia Policial Militar do Guatupê, agora chamada Escola Superior de Segurança Pública.

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Máfia dos Pedágios e Cia Ilimitada

Publicado em 26 de outubro de 2012 - 18:20

Do colaborador Cidadão

Denúncias sobre manobras em benefício das concessionárias de rodovias têm sido muitas e há muitos anos. Denúncias de esquemas que, de uma forma ou de outra, impedem a investigação pela Assembleia Legislativa também têm sido muitas. Agora, quando a bancada do Governo foi mais rápida do que o deputado Cleiton Kielse (PEN), propondo a instalação de mais duas CPIs que impediram, mais uma vez, a do Pedágio, fica uma preocupação: por que? Qual o interesse do Governo neste caso? Tem que haver interesses envolvidos, caso contrário, o governador Beto Richa (PSDB) não iria se expor desta maneira perante a opinião pública. O fato é que quem fica com cara de bozo é o povo. Enquanto o assunto acontece envolvendo “lideranças” de outros lugares, nem dói tanto, afinal, infelizmente, já estamos acostumados. Agora a dúvida de que representantes da região estariam dando cobertura para este processo é uma humilhação, um constrangimento para nossa gente. Uma troca injusta pela confiança depositada nas urnas. Uma traição!

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Zeca fala do pai

Publicado em 26 de outubro de 2012 - 14:35

Zeca Dirceu (PT), que entre os deputados federais eleitos foi o mais votado em Paranavaí nas últimas eleições, foi destaque nacional esta semana.
Entrevistado pelo jornal “O Globo” (RJ), Zeca, filho de Zé Dirceu, condenado pelo STF no processo do Mensalão, declarou-se “muito pessimista” quanto à decisão do Supremo sobre o tamanho da pena a ser imposta ao pai. “Acho que há um processo de massacre, de trucidar realmente cada uma das figuras”, disse ele. Se Zé Dirceu está preparado para ser preso, Zeca disse: “Meu pai está preparado para tudo na vida. Ele já foi preso, já foi torturado, já teve que sair do país, de viver aqui clandestino. Ele tem muita fé, muita determinação e tem com ele muita gente junto. Não está sozinho. São milhões e milhões de brasileiros, de petistas, de simpatizantes que sabem da inocência dele…”
Zeca orgulha-se da história do pai: “Tudo que ele construiu, tudo que ele já passou, tudo que está passando acaba sendo pra mim um espelho, um retrovisor, uma inspiração. Ao mesmo tempo tudo isso junto. É muito importante.” O deputado criticou o STF, a mídia e o pedaço conservador da sociedade, gente que, segundo ele, não se conforma com os “avanços” obtidos desde que Lula chegou à Presidência.

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Juiz que atuou em Paranavaí assumirá o Governo do Paraná

Publicado em 26 de outubro de 2012 - 09:43

O governador Beto Richa (PSDB) embarca no próximo domingo para uma viagem de duas semanas ao exterior. Na primeira semana de viagem, quem assumirá o governo será o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Miguel Kfouri Neto, visto que o vice-governador Flávio Arns (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni (PSDB), também estarão em viagem ao exterior. Na segunda semana Arns retorna ao Paraná e assume o comando.
Kfouri foi juiz de Direito de entrância inicial em Paraíso do Norte (1986) e de entrância intermediária em Paranavaí (1989). Nestas duas comarcas também atuou como Juiz Eleitoral.

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Juiz julga improcedentes pedidos de investigação contra Rogério

Publicado em 25 de outubro de 2012 - 21:42

O juiz Foglia Júnior, da 72ª Zona Eleitoral, julgou hoje “improcedentes os pedidos formulados na Ação de Investigação Judicial Eleitoral” ajuizada pela Coligação Paranavaí para Todos (César-Toshie) contra Rogério Lorenzetti e Rubens Felippe.
Resumidamente, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), com cerca de mil páginas, acusava, principalmente Rogério, de promoção pessoal no cargo de prefeito, realização de propaganda institucional em período não permitido, contratar empresa de publicidade e pagar veículos de imprensa e blogs com dinheiro público, para promover a imagem do prefeito e abuso de poder econômico por utilizar dinheiro público para pagar a empresa de comunicação e marketing para produzir material de propaganda com o propósito de promoção pessoal, pagar com dinheiro público as despesas de viagens à Brasília e à Curitiba para tratar de assuntos referentes à reeleição e por produzir, no total, mais de 80 (oitenta) vídeos, com divulgação semanal no youtube, visando o enaltecimento da pessoa doprefeito.
Com base nestes argumentos, o advogado da coligação PT-PP, Marcos Solera, pediu a cassação de diploma, de registro e a declaração de inelegibilidade de Rogério. Os pedidos liminares foram indeferidos. Depois da apresentação da defesa, da réplica, do depoimento de testemunhas e das alegações finais das partes, o Ministério Público manifestou-se pela improcedência dos pedidos.
Analisando o mérito, o magistrado afirmou que não vislumbrava ofensa a Constituição Federal ou a legislação eleitoral o fato de constar o nome de Rogério Lorenzetti em placas de inauguração. “As informações constantes nas placas se resumem à indicação do cargo ocupado pelo então prefeito, ora reeleito, não trazendo qualquer mensagem de cunho promocional ou alusão a partido político ou coligação partidária”. (…) “Sob outra vertente, porém não oposta, interessa sim à sociedade saber qual o administrador é responsável pelas realizações dentro do município até para que possa fazer um juízo de valor acerca desta ou daquela administração”.
Em outro trecho o juiz diz que “o que se refere à contratação do jornal Diário do Noroeste (…) verifica-se que a contratação se deu para a publicação de atos oficiais. Não há nenhum indício de irregularidade na contratação ou nos pagamentos pelos serviços prestados. Acrescente-se que todo o material reunido pelos autores e utilizado para instruir a presente ação, publicado pelo jornal Diário do Noroeste, bem como pelos blogs joaquimdepaula e paranavaionline, como a propósito se pode constatar (…), constituem-se de matérias jornalísticas, sendo certo também que não há nenhum indício de que se trate de matérias publicadas mediante pagamento com dinheiro público ou de qualquer outra natureza”.
Continua o julgador: “Ressalte-se, ademais, que as matérias publicadas (…) noticiam a viagem do prefeito Rogério Lorenzetti à Brasília e à Curitiba, para tratar de assuntos de interesse público do município. A primeira, participando de evento promovido pela Confederação Nacional dos Municípios e a segunda apresentando ao Governo do Estado uma pauta de reivindicações de interesse da cidade (instalação da sede da reitoria da Unespar em Paranavaí, elevação do Corpo de Bombeiros a um Subgrupamento independente, a recuperação de rodovias estaduais que dão acesso a Paranavaí, a construção de duas escolas municipais de tempo integral e o apoio a um plano, que está em gestão, de desenvolvimento regional, dentre outras). É natural que em tais viagens tenha o Senhor Prefeito sido acompanhado de assessores”.
Sobre a contratação, pelo município, da empresa Fonte Comunicação, “até que se prove o contrário, obedeceu aos ditames legais. Toda a documentação relativa à contratação, desde o edital de licitação até os sucessivos contratos e aditivos firmados, foi apresentada pela defesa. (…) Igualmente, existe comprovação suficiente no âmbito desta ação de que os serviços pelos quais a empresa recebeu pagamentos dos cofres municipais foram efetivamente prestados – e de conformidade com o objeto contratado. (…) Os pagamentos à empresa, desde 2.009, não fogem à média, conforme se pode ver dos empenhos juntados (…), inclusive no que se referem aos pagamentos apontados pelos autores, realizados durante o mês de julho de 2.012. Não há provas, ademais, que a referida empresa tenha recebido – dos cofres públicos – para produzir material de campanha eleitoral para os representados”.
Sobre os vídeos produzidos e divulgados no site da Prefeitura através do canal no Youtube, “com acontecimentos semanais da administração pública do município de Paranavaí – continua o juiz – também não há a caracterização precisa de abuso do poder econômico. Tais vídeos, a propósito, como a própria parte autora reconhece, vinham sendo produzidos já de data bem anterior ao período eleitoral. Os vídeos, aliás, apresentam-se na mesma linha dos vídeos que são divulgados também no canal youtube denominados “CAFÉ COM A PRESIDENTA”, em que são divulgados feitos do governo federal, sendo certo que não se tem notícia da caracterização de ato de improbidade ou de abuso de poder econômico pela mesma prática em nível federal”.
Foglia Júnior, em outro trecho, assevera: “É certo, entretanto, que durante o período vedado à divulgação de propaganda institucional, (…), por força da decisão proferida (…), tais vídeos foram retirados do ar. Ocorre que especificamente por infração do dispositivo legal mencionado, que incluiu a propaganda veiculada no site oficial do município, os reclamados já foram penalizados com a imposição da multa no montante de R$ 7.448,70, por decisão transitada em julgado”. E cita que “no caso versado, a cassação do registro dos representados, eleitos pela manifestação popular no amplo exercício da democracia, se mostra desproporcional com o fato imputado, sendo certo que a aplicação da multa no montante de R$ 7.448,70, já pune de forma adequada e suficiente os responsáveis”.
Pelo exposto, o juiz julgou improcedentes os pedidos formulados na AIJE. Da decisão cabe recurso.A sentença está no site do TSE.

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Confiante

Publicado em 25 de outubro de 2012 - 09:36

O jornalista Saul Bogoni publicou em sua coluna Sinopse Geral, no Diário do Noroeste, que, durante visita ao jornal, o ex-prefeito Maurício Yamakawa (PP) mostrou que está confiante nas vitórias dos candidatos a prefeito do partido em Maringá (Roberto Puppin) e Londrina (Marcelo Belinatti). Com isto, avalia o ex-prefeito, Ricardo Barros, presidente estadual do PP, recupera seu prestígio político e pode viabilizar sua candidatura a vice-governador em 2016.
Mas a situação não é bem assim: Ricardo Barros tem problemas sérios com a Justiça e poucos acreditam que ele volte a compor o Governo do Estado, do qual, oficialmente, se afastou para coordenar as campanhas do PP em Maringá e Londrina. Mas, nos bastidores, garantem que ele não volta à Secretaria de Indústria e Comércio justamente em razão de suas condenações no Judiciário.

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Radar e feriado

Publicado em 25 de outubro de 2012 - 09:33

O prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) passou a primeira parte desta semana em Curitiba, participando de um evento promovido pela CNM (Confederação Nacional dos Municípios) e AMP (Associação dos Municípios do Paraná) destinados aos prefeitos que vão tomar posse no dia 1º de janeiro. Seu retorno à cidade está previsto para hoje.
Duas polêmicas irão recepcionar o prefeito: o radar que controla a velocidade dos veículos nas vias urbanas e o feriado do dia 14 de novembro, cuja lei ainda não foi sancionada. Os dois assuntos devem tomar boas horas do prefeito nestes dois dias.
Segundo uma liderança política, para ambos os casos existem soluções. Existem? Bem, não é bem assim, mas poderão ser tomadas medidas que não sejam tanto a terra e nem tanto ao céu.
Aos pobres mortais, resta esperar.

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Habitação

Publicado em 24 de outubro de 2012 - 21:37

As chaves das 21 casas populares construídas na Coloninha do Jardim São Jorge serão entregues nesta quinta-feira, durante evento a ser realizado no Restaurante Italianinho (altos do terminal Rodoviário).
Na construção das unidades habitacionais foram investidos mais de R$ 500 mil, sendo R$ 394 mil do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e R$ 107 mil de contrapartida do município. Cada unidade tem aproximadamente 35 m² e conta com dois quartos, sala, cozinha e banheiro.
Por outro lado, A Construtora Cidade Bela, empresa responsável pela obra das 180 casas populares na Vila Operária, iniciou a alvenaria das unidades habitacionais. Ao todo, cerca de 50 pessoas estão trabalhando no canteiro de obras executando serviços como concretagem de estacas e alicerces, aterro de alicerces e na conclusão das galerias de águas pluviais.
As moradias estão sendo construídas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, no terreno que pertencia à Mitra Diocesana. O empreendimento é uma parceria entre governos Municipal e Federal e contará com um investimento de aproximadamente R$ 10 milhões.

Com informações da Secom/Paranavaí

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Chico Ramos
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