No dia 29 deste mês, uma segunda-feira, às 9h30, os 85 prefeitos que compõem o Consórcio Intermunicipal de Urgência e Emergência do Noroeste do Paraná (Ciuenp) vão se reunir em Umuarama para acertar os últimos detalhes para que em setembro entre em funcionamento o SAMU. Por “acertar os últimos detalhes” entenda-se os prefeitos inadimplentes com o Consórcio colocar suas contas em dia e assumir o compromisso de não mais atrasar.
Está tudo pronto, instalações e a seleção dos funcionários, mas como no início só haverá recursos municipais (até que haja o reconhecimento do serviço pelos governos estadual e federal), é imprescindível que os municípios honre seus compromissos com o Ciuenp.
Líderes do PSTU e de outros partidos radicais de esquerda tentaram sensibilizar os vereadores de Paranavaí na última segunda-feira para se manifestarem contrários a cobrança de Estacionamento Regulamentado (EstaR) para motocicletas e por mais subvenção às associações de moradores.
Mas a matéria já passou pela Câmara. Valeu a intenção, mas o movimento chegou meio tarde.
O prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) deve receber amanhã, sexta-feira, em seu gabinete, líderes do Movimento Acorda Paranavaí, que no dia 25 de junho entregaram a ele uma pauta de reivindicações. Na ocasião o prefeito se comprometeu com os estudantes João Neto Bracarense Costa, Henrique Figueira e Glilson Zenon, líderes do movimento, de encaminhar todas as reivindicações para análise das secretarias responsáveis por cada assunto e, em seguida, dar uma resposta ao Movimento. É isto quie deve acontecer no encontro de amanhã.
A presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Paranavaí (Sindoscom), Elizabete Madrona já admite a possibilidade dos mercados voltarem a funcionar aos domingos. É o que se percebe na matéria publicada hoje no Diário do Noroeste, produzida pelo repórter Reinaldo Silva. Na reportagem a presidente defende que, caso o acordo de fechamento dos mercados aos domingos, seja revogado, é preciso remunerar bem a categoria pelo trabalho extra e liberdade para que o funcionário gaste onde quiser este recurso (até então o pagamento extra só podia ser gasto no mercado onde o funcionário trabalhava). Além disso, o Sindoscom vai lutar para que creches funcionem também aos domingos para que os pais tenham onde deixar seus filhos enquanto trabalha.
O assunto voltará a ser discutido na segunda quinzena de agosto, quando vence o acordo feito entre patrões e empregados. Deve coincidir com os debates na Câmara Municipal, que vai apreciar um projeto de lei que libera (e não impõe) o funcionamento de vários segmentos, entre eles os mercados, aos domingos.
Madrona mostra-se flexível sobre a abertura dos mercados aos domingos, mas mantém uma postura rigorosa sobre os direitos trabalhistas.
Por ser um assunto bastante oportuno, (re) publicamos neste espaço uma nota do prestigiado Blog do Praxedes, no qual o jornalista questionava a inclusão do Jantar do Servidor num projeto de lei instituindo, de forma oficial, a Semana do Servidor Municipal. A iniciativa foi coletiva dos 10 vereadores. O vereador Aldrey Azevedo (DEM) encaminhou ao Blog do Praxedes a sua opinião sobre o assunto e, de forma cordial, encaminhou cópia a este blog. Azevedo informa que trata-se de opinião pessoal e não necessariamente dos demais pares.
Diz o vereador:
Primeiramente tem-se que toda despesa a ser paga por qualquer ente público deve se atentar a vários princípios dentre eles podemos citar a razoabilidade, a finalidade e a motivação como exemplos. Podemos ainda citar a necessidade da despesa. Em sendo assim, no caso em tela penso que os gastos públicos referentes ao jantar dos servidores carecem de motivação, necessidade e finalidade. Em sendo assim o evento oficial denominado de semana do servidor merece respeito tendo em vista o objetivo de homenagear aqueles que de alguma forma tentam fazer o melhor para o nosso Município (servidores). De outro lado, a comemoração tida como jantar do servidor não pode de maneira alguma ser subsidiada com dinheiro público tendo em vista que abrange tão somente a classe de servidores, carecendo assim de interesse coletivo, sendo assim tida como uma despesa imprópria para o Município. Diferentemente ocorre com eventos da mesma forma oficiais, mas que de outra forma afetam a coletividade, como exemplo, eventos culturais, encenações religiosas, festas locais já tradicionais, eventos gastronômicos, que por vez representam a própria notoriedade do lugar que os promove já há determinado tempo. Em síntese, o simples fato de definir a semana e o jantar do servidor municipal como evento oficial não autoriza que se gaste dinheiro público para a sua realização. O que justifica a utilização de verbas públicas em eventos oficiais ou até mesmo particulares podemos assim dizer, são aqueles que efetivamente tragam ou até mesmo revelem um interesse ao público em geral e não simplesmente a uma determinada classe como no presente caso. Abraço, Aldrey Azevedo.
A propósito, ao publicar, o jornalista Benedito Praxedes fez a seguinte observação:
Concordo em gênero, número e grau. Só questionei a necessidade da inclusão do jantar, já que o seu, o meu e o nosso din-din não irá ser usado.
Na gestão anterior, a funcionária de carreira da Prefeitura de Paranavaí Selma Webber, diretora administrativa da Secretaria Municipal de Saúde, passou boa parte do tempo ocupando interinamente o cargo de Secretária. Parece que ela fez escola: agora o também funcionário de carreira Rodrigo Giovinne, diretor de Recursos Humanos, está ocupando interinamente a Secretaria Municipal de Administração. E não há nenhum movimento para efetivá-lo ou substituí-lo por alguém para ficar respondendo definitivamente pelo cargo.
R$ 120 mil. Esta é a quantia que falta para que as obras do Hospital e Maternidade Noroeste sejam retomadas e ele funcione como hospital público gerido pela Santa Casa de Paranavaí. A quantia poderia ser considerada alta se o hospital não fosse atender os 28 municípios da Amunpar, ou seja, menos de R$ 5 mil para cada prefeitura. O administrador da Santa Casa, Héracles Arrais, em entrevista à RPC, reconheceu que os trâmites no setor público para fazer o repasse é lento e, por isso, está apelando para que empresas e entidades se mobilizem para levantar os recursos.
A obra vai custar R$ 9 milhões e será bancada pelo Governo do Estado, que a inicia assim que estiver com todos os projetos em mãos. Os R$ 120 mil é exatamente o custo dos projetos que ainda faltam.
Do Blog do Praxedes
Confesso que desde que ouvi ontem que os vereadores aprovaram em primeira votação um projeto de lei de autoria coletiva dos edis que institui a Semana do Servidor Municipal como evento oficial de Paranavaí fiquei curioso. Até aí tudo bem, mas foi incluído o jantar do servidor (???), que não poderá ser feito com recursos públicos. Se o rango não vai ter grana pública, qual a razão de constar como evento oficial? Alguém pode lembrar de um representante do MP da época que “recomendou” que o jantar não fosse feito, mesmo não tendo dinheiro público envolvido. Corrijam-me se estiver errado, mas a principal finalidade da inclusão como evento oficial é poder receber dinheiro público. Ou não é?
A visita da presidente Dilma Roussefs hoje a Ponta Grossa, para entrega de casas populares e de retroescavadeiras para prefeituras municipais, colocou no mesmo palanque dois possíveis candidatos ao Governo do Estado em 2014. O governador Beto Richa (PSDB) e a ministra Gleisi Hoffmann (PT) dividiram o palanque com a presidente Dilma. O tucano discursou, a ministra não.
As autoridades foram muito aplaudidas pelas cerca de cinco mil pessoas presentes ao evento. Um pequeno grupo de manifestantes, que protestava contra o descaso na saúde, foi mantido longe do palanque.
Uma nova pesquisa divulgada hoje e encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) confirma uma vertiginosa queda na intenção de votos a presidente Dilma Rousseff (PT), caso as eleições fossem hoje. Na mesma proporção de outras pesquisas, Dilma sofreu uma queda de 19,4%. Agora ela tem 33,4% de intenções de votos, contra 52,8% que tinha um mês atrás.
A pesquisa, do Vox Populi, também atribui a queda de aprovação da presidente Dilma às manifestações de rua do mês passado.
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), pré-candidata a governadora ano que vem, publicou em seu blog a relação dos 207 municípios do Paraná que foram contemplados com, no mínimo, R$ 408 mil para construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Uma olhadela pela relação e verifica-se que o município que recebeu o maior volume de recursos foi Paranavaí. A cidade foi contemplada com 7 unidades de R$ 512 mil e outra de R$ 659 mil. Da região ainda foram beneficiadas Loanda, com duas unidades de R$ 512 mil, Paraíso do Norte, uma unidade de R$ 512 mil, e São Carlos do Ivaí e Jardim Olinda, cada uma com uma unidade de R$ 408 mil.
A Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (Alep) não se rendeu às pressões e escolheu um de seus pares como conselheiro do Tribunal de Contas (TC-PR). Por sua composição política, a Corte é chamada de Tribunal (do faz) de Contas, já que é político julgando contas de políticos.
O deputado Fábio Camargo (PTB) foi eleito conselheiro obtendo 27 votos contra 22 votos dados ao deputado Plauto Miró (DEM). O eleito é filho do presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Clayton Camargo.
ATUALIZAÇÃO – Fábio Camargo vai ocupar, em 30 dias, a vaga deixada pelo ex-deputado Hermas Brandão, que se aposentou compulsoriamente por ter completado 70 anos. No lugar do petebista vai assumir sua cadeira na Alep o suplente Antonio Belinatti Filho (PP).











