A previsão para a Convenção do PMDB de Paranavaí, que aconteceu ontem, era de paz, muita paz. Mas nem mais o mais otimista peemedebista poderia imaginar que a coisa fosse tão longe.
Reconduzido a presidência do Diretório por mais dois anos, Lauro Machado disse que se tinha alguma diferença com o prefeito Rogério Lorenzetti, isto agora é coisa do passado. E que o PMDB vai ajudar o prefeito na administração da cidade.
A “ajuda” foi entendida por alguns como enquadrar os vereadores do partido (Mohamad Smaili, Zenaide Borges e Walter dos Reis), fechando questão em assuntos mais polêmicos, como fez recentemente o PT.
O projeto de lei que define as formas de pagamento da diferença da insalubridade para aqueles que perderam o adicional, com o novo laudo, não está na ordem do dia da sessão ordinária de amanhã da Câmara Municipal de Paranavaí. Se o projeto não for aprovado esta semana, o bicho vai pegar. É que aí vai atrasar o pagamento da primeira parcela e o servidor vai sentir no bolso já esta perda.
A ideia do Executivo era manter sem alteração a remuneração dos servidores que perderam a insalubridade, com o pagamento dos atrasados e até que se defina o novo laudo. Mas sem votação da lei, o plano pode ir por água abaixo.
Para conceder o título de Cidadão Honorário de Paranavaí ao deputado estadual Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa e do PSDB do Paraná, tido como um dos principais responsáveis pela instalação da Reitoria da Unespar na cidade, o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) encaminhou um projeto de emenda à Lei Orgânica do Município que revoga o artigo que proíbe a honraria a personalidades que estejam ocupando função pública.
A emenda já foi aprovada em primeiro turno e nesta segunda-feira, na sessão ordinária, vai a votação em segundo e último turno. Aprovada a emenda, será encaminhado o projeto de lei concedendo o título a Rossoni.
Para evitar novos desgastes, o Executivo e Legislativo de Paranavaí começam a conversar mais. Ontem, alguns vereadores se reuniram com o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) em seu gabinete de trabalho. Segunda-feira pela manhã Rogério deve ir a Câmara.
A construção de uma unidade do Centro de Referência de Assistência social (CRAS) em Paranavaí, no Jardim Morumbi, foi solicitada pelo deputado Teruo Kato, líder do PMDB na Assembleia Legislativa, em reunião, esta semana, com a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa.
O parlamentar pleiteou a instalação da nova unidade a pedido do prefeito de Paranavaí, Rogério Lorenzetti. “A instalação do CRAS seria muito importante para a comunidade deste bairro e iria gerar melhorias na qualidade de vida dos moradores da região”, ressaltou Teruo. A secretária disse que vai tentar assinar o convênio para a construção do CRAS ainda neste ano.
De inimigo oculto, o ex-vereador Genécio Feuser (PMDB), diretor geral da Câmara Municipal de Paranavaí está passando à condição de amigo declarado do prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB).
O PMDB de Paranavaí realiza amanhã sua convenção municipal. Em clima de paz, Lauro Machado deve ser reconduzido à presidência do partido por mais dois anos.
Inconformado com a demora em instalar a Guarda Municipal de Paranavaí, um leitor escreve a este Blog e manifesta sua indignação.
Sei que seu blog é bem acessado no meio político e social de nossa cidade. Pois bem, não deixe que a administração fique empurrando com a barriga o concurso da Guarda Municipal que foi tão frisado na campanha de reeleição do prefeito RL. Hoje (ontem), 12 de setembro, segundo sua administração os GMs estariam nas ruas de nossa cidade, mas não, eles alegam que está faltando as assinaturas dos papéis, mas estes papéis estão para ser assinados desde março e até agora nada de assinatura, o que nós passa é uma falta de interesse da administração em dar prosseguimento no concurso da GM. Enfim, prefeito, nos dê uma resposta concreta, mas sem blá, blá, blá.
Obrigado Blog do Taturana pelo espaço.
José F.
A enquete promovida pelo Blog do Praxedes, sobre quais secretários deveriam ser substituídos pelo prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), apontou, em cinco dias, a “preferência” (com mais de 10%) de substituição nas Secretarias de Esportes e Lazer e da Saúde, a primeira com 17% e a segunda com, 12%.
Márcio (Leiteiro) Gonçalves (PMDB) e Agamenon Arruda de Souza (PMDB) são os titulares das referidas secretarias.
Na sequência vem as secretarias de Turismo e de Proteção à Vida, com, 8% de indicações. Sony Felippe (PSD) e José Corrêa (PMDB) são os titulares.
Com 7% aparecem Meio Ambiente (João Marques, PDT), Educação (Cida Gonçalves, PMDB) e Desenvolvimento Econômico (Joaquim Shiroff da Conceição, PMDB).
As demais secretarias estão com menos de 5% de preferência para a substituição.
A informação de que o Governo Federal vai liberar hoje R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) dá um alívio aos prefeitos. São recursos extras e foram prometidos aos prefeitos em julho. A demora estava deixando prefeitos agoniados, pois muitos contavam com estes recursos ainda no mês passado.
Paranavaí deve receber algo em torno de R$ 700 mil agora e outros R$ 700 mil em abril. Esta primeira parcela deve ser usado para pagamento da primeira parcela do 13º salário.
Salvo muito engano, a secretária de Turismo, Sony Felippe (PSD), não está confortável para apoiar a reeleição do deputado estadual Teruo Kato (PMDB) no ano que vem. A mágoa seria ainda da campanha de 2010, quando seu marido, o ex-prefeito José Augusto Felippe (PSD) foi candidato a deputado federal e não fechou dobrada com Teruo. Esta dobrada seria importante para José Augusto ampliar sua penetração na região.
Mas o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) já avisou que não vão transigir em relação ao candidato a deputado estadual. Quer toda sua equipe apoiando Teruo.
Para federal, o prefeito vai de Zeca Dirceu (PT), mas não se opõe se seus auxiliares resolverem apoiar outro candidato, desde que este tenha prestado algum serviço à cidade.
Os servidores da Saúde ficaram dois dias em greve porque o Executivo resolveu aplicar o laudo de 2007 para pagamento do adicional de insalubridade. Agora o ameaça entrar em greve novamente se o Legislativo aprovar uma lei que define a forma de pagamento da diferença do valor que deveria ter sido pago de adicional de insalubridade.










