Psicoclínica
Filcafé

Ele voltou

Publicado em 14 de maio de 2012 - 11:40

Afastado das lides políticas desde 2010, quando não conseguiu se eleger para a Assembléia Legislativa do Paraná, o ex-secretário municipal Marcos Franco (PSB) está novamente na área. Tem participado de reuniões políticas, entre as quais a que reúne 10 partidos (de tendências diferentes), mas que quer ser o fiel da balança nas eleições deste ano. Marcos Franco alimenta o sonho ser candidato a vice pelo bloco, seja de Maurício Yamakawa (PSDB) ou Rogério Lorenzetti (PMDB).

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O que move as candidaturas

Publicado em 14 de maio de 2012 - 08:29

Que razões, sentimentos e expectativas movem os pré-candidatos a disputar a Prefeitura de Paranavaí? De acordo com o que os próprios candidatos dizem abertamente ou em confidências e segundo pessoas próximas a eles, cada um tem suas razões, além da mais nobre, que é servir à população.
Ouvindo várias pessoas e analisando o comportamento de cada candidato é possível traçar um Raio-X do que está mobilizando estas candidaturas.
Rogério Lorenzetti (PMDB) – Acredita que tem chances de vencer as eleições deste ano e que um segundo mandato o consolidaria como liderança regional, abrindo espaço para seu segundo maior sonho político (o primeiro era ser prefeito de Paranavaí): viabilizar sua candidatura a deputado federal, daqui seis anos. Caso perca as eleições, mas tenha uma expressiva votação, poderá continuar acalentando o sonho da Câmara Federal.
Maurício Yamakawa (PSDB) – Acredita que tem chances de vencer e continuar sua carreira política, buscando uma reeleição e, depois, o Legislativo Estadual ou Federal. Ficar fora das eleições deste ano significa interromper definitivamente a carreira política. Além disso, eleito, pode usar o peso político do cargo para amenizar sua situação na Justiça (está com seus direitos políticos cassado em três processos em primeira instância). Se perder, buscará apoio dos aliados, sob a alegação de que foi para o “sacrifício”, disputou a eleição para manter o grupo em evidência e unido e agora precisa da ajuda para se livrar da encrenca da cassação.
César Alexandre (PT) – Considera difícil (mas não impossível) vencer as eleições. Na sua avaliação, está mais próximo da vitória o atual prefeito. Pela sua lógica, Rogério, vencendo as eleições deste ano, não poderá ir à reeleição e seu nome será naturalmente o favorito. O petista analisa que os últimos quatro prefeitos de Paranavaí passaram pela mesma situação: teve que amargar uma ou duas derrotas antes de se eleger. Foi assim com Teruo Kato, Deusdete Ferreira de Cerqueira, Maurício Yamakawa e Rogério Lorenzetti. Se ganhar agora, ótimo. Se perder, na próxima será a bola da vez.
Alcione Messias de Jesus (PSOL) – Não acredita na vitória. Mas quer usar o espaço no rádio e televisão para difundir os ideais do socialismo. A difusão destas idéias é que pode garantir, no futuro, eventual eleição de pelo menos um vereador do PSOL ou PSTU, fiéis aliados em Paranavaí.

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Doação de praça à comunidade evangélica

Publicado em 14 de maio de 2012 - 08:24

Na sessão ordinária de logo mais a noite da Câmara Municipal de Paranavaí, irá à votação uma indicação dos vereadores (evangélicos) Roberto Cauneto Picoreli, o Pó Royal (PSL), e Josias Zarelli (PMDB), em que pedem estudos objetivando “a doação em comodato da Praça Sinval Reis (Praça da Xícara) para a Comunidade Evangélica, bem como a construção de uma concha acústica e um monumento em forma de uma Bíblia neste local”. Será que estão querendo o voto dos evangélicos?

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Artilharia mais leve

Publicado em 13 de maio de 2012 - 13:44

O (ainda) vice-presidente do DEM de Paranavaí, Nelson Quintino, voltou este final de semana ao seu microblog twitter para praticar o seu esporte preferido: bater no presidente do partido, Sebastião Medeiros, desde que este anunciou que o tiraria da Comissão Provisória. Quintino disse que sente inveja dos partidos que se reúnem para discutir candidaturas próprias ou coligações e lamentou que Medeiros já escolheu quem vai apoiar, sem consulta a filiados. Ele se referia ao “acordo” feito em Curitiba, esta semana, entre Medeiros e o pré-candidato Maurício Yamakawa (PSDB), com as bençãos do deputado Durval Amaral (DEM). Segundo Quintino, “90% dos filiados não querem a coligação que o presidente do Democratas está acertando. Por favor faça uma reunião e discuta com filiados”. E encerra sua saraivada, agora menos pesada que da vez anterior, fazendo um apelo: “Alô Presidente, quando vier a nossa cidade faça uma reunião com filiados do Democratas”. Política é um esporte bruto.

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Conseqüências aqui

Publicado em 13 de maio de 2012 - 10:02

Uma notícia de Maringá que poderá ter reflexo na política de Paranavaí. “O PMDB de Maringá confirmou na noite de sexta-feira a pré-candidatura do médico Durval Francisco dos Santos Filho à Prefeitura”. Pois bem: o candidato do PT na Cidade Canção, Enio Verri está louco atrás do apoio do PMDB e, em troca, estaria, na condição de presidente estadual da legenda, disponibilizando o apoio petista ao PMDB em outras cidades, entre elas, Paranavaí. Com esta notícia, César Alexandre, pré-candidato do PT em Paranavaí, dorme mais sossegado.

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Não disputarão a reeleição

Publicado em 13 de maio de 2012 - 09:58

Pelo menos 3 vereadores (dois já licenciados) não vão disputar a reeleição. Joaquim Aurélio da Conceição, o Shiroff (PMDB), e Osmar Wessler (PP), que ocupam, respectivamente, as secretarias municipais de Desenvolvimento Econômico e Agricultura, não se desincompatibilizaram dos seus cargos e, agora, nem condições legais tem mais de disputar a reeleição. O presidente da Câmara Municipal, Nivaldo Mazzin (PPS), jura de pés juntos que não vai disputar a reeleição e trabalha para ser vice de Rogério Lorenzetti (PMDB). E se não for vice? Vai para casa, jura ele.

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Sem novidades

Publicado em 13 de maio de 2012 - 09:56

O movimento dos partidos políticos aponta que o quadro de candidatos a prefeito em Paranavaí está se consolidando. E sem qualquer nenhuma novidade em relação às eleições de 2008. Serão os mesmos candidatos: Rogério Lorenzetti (PMDB), Maurício Yamakawa (PSDB), César Alexandre (PT) e Alcione Messias de Jesus (PSOL) substituindo Ailson de Souza. Se a esquerda socialista muda de candidato, manterá a mesma coligação, com o PSTU.
A novidade, que costuma não ter muito peso nas eleições, fica por conta dos vices. Por isso, até o dia 30 de junho, prazo final para as convenções, os assuntos que dominarão os bastidores políticos serão as coligações e a escolha dos vices, já que as cabeças de chapas estão praticamente definidas.
Em 2008, Rogério Lorenzetti foi eleito prefeito com 25.023 votos (55,29% dos votos válidos). Em segundo lugar ficou Maurício Yamakawa, que tentava reeleição, com 12.772 votos (28,22%). César Alexandre, na seqüência, obteve 5.471 votos (12,09%). Finalmente, Ailson de Souza conquistou 1.995 votos (4,41%). Nas últimas eleições municipais, Paranavaí tinha 58.367 eleitores e 47.682 compareceram para votar (81,69%). Também foram registrados 884 votos em branco (1,85%) e 1.537 nulos (3,22%).

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Dia das Mães

Publicado em 13 de maio de 2012 - 00:09

Nossa homenagem às Mães pelo seu Dia. Recebam nosso carinho e respeito.
“Pai e filho são dois. Mãe e filho são um”. Lao-Tsé.

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Defendendo coligaçõe

Publicado em 13 de maio de 2012 - 00:04

Do Blog do Joaquim de Paula

http://www.youtube.com/watch?v=jg56Abe5fRU&feature=player_embedded

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Com três vices

Publicado em 12 de maio de 2012 - 15:57

A continuar assim, o PT vai registrar a chapa para disputar as eleições majoritárias em Paranavaí com um candidato a prefeito e uns três vices. O partido já ofereceu a vice a pelo menos mais dois partidos, além do PSL do vereador Roberto Picoreli, o Pó Royal. Representantes do PDT e PTB confirmaram, na reunião realizada na tarde-noite de ontem, que têm propostas de coligação com o PT, que inclusive lhe ofereceram o cargo de candidato à vice. Mas a proposta parece não ter encantado os pedetistas e nem os petebistas.

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Discrição

Publicado em 12 de maio de 2012 - 13:52

Da Cluna Sinopse Geral, do jornalista Saul Bogoni – Dário do Noroeste

ALGUMAS lideranças políticas da região têm sido chamadas discretamente a Curitiba pelo Palácio Iguaçu. Provavelmente devido a pesquisas realizadas há algumas semanas, sem grande alarde, estão sendo convidados para uma conversa discreta possíveis candidatos a prefeito. Embora oficialmente o governador Beto Richa tenha afirmado que só vai se envolver nas eleições em Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel, nos bastidores as ações são outras.

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Asanhado

Publicado em 12 de maio de 2012 - 11:04

Logo após receber as bênçãos do PMDB para sua candidatura a reeleição, o prefeito Rogério Lorenzetti foi ao microblog twitter comemorar. “Agradeço a manifestação de lideranças de diversos partidos e da maioria do diretório do PMDB pela nossa pré-candidatura a prefeito. Vamos juntos”, postou, referindo-se a um documento dirigido a ele e à Executiva do partido, pedindo a liberação do seu nome para ser iniciada as negociações com outros partidos.
Rogério destacou que seus correligionários fizeram elogios a sua atuação à frente do Executivo Municipal. “As manifestações na reunião do PMDB foram unânimes em elogios a administração e necessidade de continuarmos nosso trabalho ganhando a eleição”. As restrições dos peemedebistas são na esfera política.
O prefeito fez questão de frisar que recebeu o apoio até de seu (até então?) desafeto Agamenon Arruda de Souza, que falava em lançar seu nome na convenção, tendo como vice o engenheiro Michael Heckmann. “O próprio Agamenon ao lançar de forma alternativa seu nome e do engenheiro Michael disse que não tem chance nenhuma e votará na continuidade”. “Estou estimulado pelas manifestações de apoio, dentro e fora do partido e disposto a terminar nosso trabalho de dar a Paranavaí uma nova perspectiva”.
Outro desafeto (?) citado pelo prefeito foi o cardiologista Lupérsio Machado de Carvalho, que chegou ir à imprensa para espinafrar o prefeito. “O dr Lupérsio, liderança histórica do partido, fez a primeira manifestação de apoio, lançando a chapa Rogério prefeito e Baggio vice a convenção”, relatou, confirmando o que este blog havia adiantado sobre a possibilidade de Eduardo Baggio vir a ser o vice de Rogério caso se confirme que o PMDB vá de chapa pura (possibilidade remota).
Outro desafeto (?) citado por Lorenzetti foi o presidente do Diretório. “O presidente Lauro Machado deu apoio e vai compor comissão em busca das coligações que a maioria entende como fundamentais para a vitória”. Para minimizar os efeitos que a tese de chapa pura pode provocar entre os aliados, Rogério postou: “A decisão sobre a vice ficou para a convenção, dia 30 de junho, após consultas aos demais partidos interessados em compor coligação”.

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Chico Ramos
Jornalista / moderador

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