A Prefeitura de Paranavaí distribuiu à imprensa, agora à tarde, a informação de que o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) decidiu acatar a elevação da base de cálculo para pagamento do adicional de insalubridade. “Optamos por medidas que visam pacificar de vez o assunto. Com outras opções correríamos o risco de deixar passivos para futuras administrações. E não queremos isso”.
A informação anterior era de que a administração municipal entraria na Justiça para resolver a questão
O Executivo encaminhou à Câmara Municipal dois projetos de lei e baixou um decreto para resolver de vez a questão da insaluvbridade.
A discussão era porque a Prefeitura usava como base de cálculo para pagamento de adicional de insalubridade o valor de um salário de referência, mas, por engano, foi aprovada uma lei que estabeleceu que a base de cálculo fosse de um salário e meio de referência. Anteriormente o prefeito tentou zerar o assunto com um projeto que legalizava o que vinha sendo praticado. Mas o projeto foi rejeitado na Câmara.
Num dos projetos de lei, estão previstas as formas de pagamentos da diferença dos atrasados do adicional de insalubridade e noutro projeto, atendendo pedido da própria Câmara, está alterando artigos do estatuto do servidor acabando com as horas extras para servidores efetivos que estejam nomeados para exercício de função de confiança. Já o decreto define as atividades consideradas insalubres, com base num laudo feito em 2007 e que nunca foi regulamentado – o que está sendo utilizado como base é de 2003. Pelo novo laudo, apenas 440 funcionários continuarão recebendo o adicional de insalubridade. Atualmente têm direito a gratificação 726 servidores.
O valor nominal do adicional de insalubridade para quem tem direito a 20% passará dos atuais R$ 141,64 para R$ 212,46 e para os que têm direito a 40% o valor passará de R$ 283,28 para R$ 424,93.
Esta situação poderá se alterar até o fim do ano. É que a Prefeitura contratou uma empresa para elaborar um novo laudo.
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Com Secom/Paranavaí
Com um crescimento populacional de 3,71% entre 2012 e 2013, Paranavaí foi o município que mais cresceu em toda a região Noroeste segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados ontem. A taxa de crescimento do município foi quatro vezes maior que a da população brasileira, que cresceu 0,9% no mesmo período. Uma das razões deste crescimento populacional é a expansão de novos postos de trabalho no município.
De acordo com o levantamento, Paranavaí chegou a 85.643 habitantes neste ano, o que representa 3.171 a mais do que no ano passado. Com isso, o município conseguiu registrar um crescimento duas vezes maior que o geral registrado pelos 28 municípios da região da Amunpar, que foi de 1,8%.
Para o prefeito Rogério Lorenzetti, boa parte deste crescimento se deve à imigração de trabalhadores (e seus familiares) que vieram para Paranavaí atraídos, principalmente, pela geração de empregos, política habitacional, investimentos em infraestrutura e educação de qualidade. A cidade foi a que mais gerou empregos com carteira assinada no Sul do Brasil no mês de julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Para Albertino Franzoni, chefe da agência local do IBGE, o crescimento é fruto de uma somatória de fatores que inclui desde o êxodo rural até a atração de mão de obra de outras regiões que vem em busca de melhores oportunidades. Segundo ele, não é possível comparar Paranavaí com outras cidades do entorno da grande São Paulo e do Mato Grosso, “mas o município tem sim atraído trabalhadores que, em uma menor proporção, vêm em busca de melhores oportunidades de trabalho”.
Da Secom/Paranavaí
Ainda inconformado com o discurso do prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), ontem, durante o lançamento do programa Construsocial, o vereador Antonio Alves (PP), estaria preparando um pronunciamento para a sessão ordinária da próxima segunda-feira. Ele pretende rebater os argumentos do prefeito de que, ao rejeitar o projeto de lei que trata da insalubridade, a Câmara criou uma dívida de R$ 1,3 milhão com os servidores, recurso que poderia beneficiar 250 famílias com o programa de cesta básica de material de construção.
Alves não gostou do discurso, principalmente quando o prefeito falou que não adianta ter boas ideias, como o Construsocial, se não houver recursos para implementá-las. “Precisamos ter responsabilidade e pensar nisso”, teria dito o prefeito numa referência clara aos vereadores.
O PMDB de Paranavaí tem reunião hoje, às 18 horas, na sede do partido. No encontro de hoje deve ser definido a composição do futuro diretório e da executiva. Oficialmente as mudanças acontecerão dia 15 de setembro, quando acontecerá a convenção municipal. Os últimos detalhes da nova chapa foram acertados hoje de manhã entre o prefeito Rogério Lorenzetti e o presidente e o secretário do partido, Lauro Machado e Edivaldo Daniel.
Em entrevista exclusiva ao Jornal Panorama, o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) admite que pode promover uma reforma administrativa no final deste ano ou início da próxima. A nova edição do jornal começa a circular amanhã.
Os supermercados de Paranavaí dançam conforme a música, desde que a música, obviamente, lhes convenha. No sábado das próxima semana, 7 de setembro, principal feriado cívico nacional, os estabelecimentos vão funcionar normalmente, sob a alegação que ficar dois dias consecutivos fechados (sábado e domingo) seria um enorme prejuízo. Mas vão compensar fechando na segunda-feira.
Ah, domingo e segunda não são dois dias consecutivos?
Quando se acredita que todas as mazelas da política nacional já foram expostas, eis que nossos nobres parlamentares conseguem surpreender. Ontem à noite, na Câmara Federal, foi votado o pedido de cassação do mandato do deputado Natan Donadon (ex-PMDB-RO), que encontra-se preso pela condenação de desvio de R$ 8 milhões da Assembleia Legislativa do seu Estado. Seriam necessários 257 pela cassação (50% mais 1), mas votaram pela cassação apenas 233 parlamentares. Outros 131 votaram pela manutenção do mandato e 41 se abstiveram. Como a votação ainda é na base do vergonhoso voto secreto, não se sabe quem votou como, mas é possível saber quem não compareceu a votação e, desta forma contribuiu para que Donandon continuasse com o mandato.
O mais ridículo é o presidente da Câmara chamar o suplente porque o titular, preso, está impossibilitado de exercer a atividade parlamentar.
Do Paraná, não compareceram à sessão (e deram uma mãozinha a Donadon) os deputados Abelardo Lupion (DEM), André Zacharow (PMDB), Ângelo Vanhoni (PT), Eduardo Sciarra (PSD) e Nelson Padovani (PSC).
Promessa de campanha, foi lançado hoje à tarde o programa municipal Construsocial, uma ferramenta que permitirá a ampliação dos serviços da assistência social em Paranavaí. Para o prefeito Rogério Lorenzetti, “o Construsocial é mais uma prova de que com um bom programa de governo, bons assessores que executam bons projetos e a união com a comunidade, as coisas acontecem. A comunidade unida é capaz de fazer muitas coisas, e com uma administração atenta às necessidades de população, é possível trazer mais dignidade a muitas famílias”.
O Construsocial vai beneficiar famílias em situação de risco e vulnerabilidade social com uma bolsa de material de construção de até R$ 5 mil que deverá ser utilizada em pequenos reparos, melhorias ou reforma das unidades habitacionais.
O lançamento aconteceu na casa do casal Maria Sônia Gonçalves da Silva e Antônio Paulino Fonseca, os primeiros beneficiários do Programa que mora no Jardim Simone III. Emocionados, eles agradeceram o envolvimento de vizinhos, amigos e familiares, que estão trabalhando como voluntários aos finais de semana para ajudá-los a terminar a construção da casa. “Não temos palavras para agradecer a todos, especialmente ao prefeito Rogério pela iniciativa deste Programa e a toda a equipe do CRAS, que tem sido tão atenciosa e tem nos acompanhado em tudo. Aqui nesta construção tem amor de todo mundo, e com certeza estamos muito felizes por poder viver com dignidade”, disse Maria Sônia.
Essas são as fotos de um terreno de propriedade da Associação dos Médicos de Paranavaí, vizinho a minha residência que serve de abrigo para mendigos, ladrões e maconheiros. Já roubaram minha casa duas vezes e duas vezes a casa do meu vizinho também, usando este terreno que sempre tem mato muito alto e pés de mamona que chegam a virar árvores. Já cheguei a reclamar com a Associação dos Médicos e com a Prefeitura por várias vezes, mas nunca ninguém cuida do terreno. Por ter muito lixo e material reciclável que os mendigos guardam lá, junta muita água parada o que ajuda a proliferar a dengue e outras doenças, o mato e os pés de mamona escondem os ladrões e as coisas que eles roubam ali na região além dos escorpiões que sempre nos visitam e muito pernilongos e outros bichos como Calangos e Aranhas.
Esta é a parte inicial de um texto, acompanhado de fotografias, que está publicado no Blog do Joaquim de Paula e seu autor é Carlos de Almeida Morgado Júnior.
Que os médicos não se preocupem com ladrões é até compreensível, já que eles moram longe dali, em bairros nobres, mas não se preocupar com a proliferação de doenças já é ir contra princípios básicos que devem nortear a profissão.
Pessoas presentes no lançamento do Construsocial, juram que viram uma “discussão” entre o secretário Jorge Roberto da Silva (Comunicação) e o vereador José Galvão (PR). A discussão seria porque na cerimônia seria franqueada a palavra ao vereador Galvão (que votou com o prefeito no projeto de insalubridade), mas este passou a palavra ao vereador Antonio Alves (PP), que falou em nome do Legislativo.
Pelo jeito, a ordem no Executivo é secar os vereadores que votaram pela rejeição do Projeto de Lei da insalubridade.
Situação 1) Na avaliação do Executivo de, na segunda-feira, quando os vereadores rejeitaram um projeto de lei que tratava da insalubridade, foi criado, segundo palavras do prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), “um passivo” de cerca de R$ 1,3 milhão. Estes recursos são para pagar a diferença entre o que foi pago de insalubridade e o que deveria ser pago, ainda que a base de pagamento a maior tenha ido parar numa lei por engano, segundo entendimento de membros do Executivo e do Legislativo.
Situação 2) Ao discursar hoje à tarde no lançamento do Construsocial, Rogério disse, sem meias palavras e diretamente aos vereadores presentes, Antonio Alves (PP), Josival Moreira (PT), Valter dos Reis (PMDB) e José Galvão (PR), que o que aconteceu na Câmara esta semana, é que foi inviabilizado a ajuda de R$ 5 mil em materiais de construção (como prevê o programa) para 250 famílias. O prefeito deixou claro que não basta ter boas ideias, tem que ter recursos financeiros e os vereadores tem a tarefa de ajudar na governabilidade, ainda que isso exija votar favoravelmente em projetos impopulares. Galvão foi o único dos presentes que votou pela aprovação da lei.
Ao que tudo indica, o reitor da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), Antonio Carlos Aleixo, foi chamado a atenção pela sua iniciativa de instalar em Curitiba um escritório da instituição. Primeiro, segundo o próprio Aleixo admitiu, o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, preocupado com a repercussão da iniciativa, disse que não levaria a proposta ao Conselho Estadual de Educação; depois o deputado Teruo Kato (PMDB) falou com o reitor sobre o assunto. Hoje, Teruo e o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) também trataram do assunto. E, por fim, Aleixo teve uma conversa com empresários locais na Aciap. Resumo: não se fala mais em escritório da Unespar em Curitiba.











