Situação 1) Na avaliação do Executivo de, na segunda-feira, quando os vereadores rejeitaram um projeto de lei que tratava da insalubridade, foi criado, segundo palavras do prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), “um passivo” de cerca de R$ 1,3 milhão. Estes recursos são para pagar a diferença entre o que foi pago de insalubridade e o que deveria ser pago, ainda que a base de pagamento a maior tenha ido parar numa lei por engano, segundo entendimento de membros do Executivo e do Legislativo.
Situação 2) Ao discursar hoje à tarde no lançamento do Construsocial, Rogério disse, sem meias palavras e diretamente aos vereadores presentes, Antonio Alves (PP), Josival Moreira (PT), Valter dos Reis (PMDB) e José Galvão (PR), que o que aconteceu na Câmara esta semana, é que foi inviabilizado a ajuda de R$ 5 mil em materiais de construção (como prevê o programa) para 250 famílias. O prefeito deixou claro que não basta ter boas ideias, tem que ter recursos financeiros e os vereadores tem a tarefa de ajudar na governabilidade, ainda que isso exija votar favoravelmente em projetos impopulares. Galvão foi o único dos presentes que votou pela aprovação da lei.







