A partir deste domingo, 6 de julho, os candidatos podem dar início à propaganda eleitoral, prevista na Lei nº 9.504/1997 (art. 36, caput). A data está no Calendário Eleitoral e permite a propaganda após o prazo para que os partidos solicitem o registro dos seus candidatos à Justiça Eleitoral.
Os candidatos, partidos e coligações devem obedecer a algumas regras para a realização da propaganda eleitoral, como a utilização de alto-falantes ou amplificadores de som, que podem funcionar das 8h às 22h nas sedes dos partidos. No caso dos comícios, é necessário que comuniquem à autoridade policial com 24 horas de antecedência, sendo vedada a distribuição de brindes ou quaisquer outros bens e materiais que possam proporcionar vantagem ao candidato durante a realização da campanha. É proibida também a contratação de artistas para animar a reunião eleitoral.
Na internet, é permitida a divulgação por meio do site do candidato, que deve comunicar a Justiça Eleitoral o endereço eletrônico da página. É vedada qualquer tipo de propaganda eleitoral paga, ainda que gratuitamente, em sites de pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, oficiais ou hospedados por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
De acordo com a resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que disciplina a propaganda (Resolução nº 23.404), é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores (internet), assegurado o direito de resposta, e por outros meios de comunicação interpessoal, mediante mensagem eletrônica. Continuar lendo
Durante a mobilização de peemedebistas realizada na quinta-feira à noite, no CTG, o prefeito Rogério Lorenzetti alertou o senador Roberto Requião que no dia seguinte estaria em Paranavaí o secretário Michele Caputo Neto (Saúde) para assinar a ordem de serviço para a conclusão do antigo Hospital Noroeste, que era um sonho da região e um compromisso de campanha dele.
Ao fazer uso da palavra, Requião tocou no assunto, bem ao seu estilo: O Capeto (como Requião chama Caputo) vem aqui amanhã autorizar as obras para acabar um hospital. Ele pode assinar e quem vai pagar é o Governo do PMDB.
E ainda mais irônico arrematou: “Só vem o Capeto. O Beto (Richa, PSDB) não vem porque não gosta de trabalhar, não gosta de levantar cedo. Só levanta cedo no dia de sua depilação”, disparou. O senador não mediu esforços para rotular o atual governador de playboy.
O site do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) informa que 1084 candidatos pediram registro de suas candidaturas para as eleições deste ano. São candidatos ao Governo do Paraná, Senado da República, Câmara dos Deputados e Assembléia Legislativa. Serão oito candidatos ao Palácio Iguaçu e mais oito ao Senado, 379 candidatos a deputado federal e 665 a deputado estadual. A maior coligação majoritária é a do governador Beto Richa (PSDB), com 17 partidos. Confira aqui.
O deputado federal André Zacharow (PMDB), candidato à reeleição, chegou quinta-feira ao CTG, onde aconteceu o evento denominado “Volta Requião”, acompanhado apenas de sua esposa e nenhum assessor político.
Seu principal braço político em Paranavaí é o ex-vereador e ex-secretário municipal Joaquim Aurélio da Conceição, o Shiroff, que desde que foi exonerado do cargo de secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, quer distância do PMDB local, apesar de continuar filiado à sigla.
Shiroff também apóia a candidatura do vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pò Royal, para a Assembleia Legislativa.
Matéria publicada pela Gazeta do Povo (Curitiba) mostra que os gastos com as eleições presidenciais deste ano poderão chegar perto de R$ 1 bilhão. O cálculo se baseia Nas informações apresentadas pelo candidato à Justiça Eleitoral. A petista Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves fixaram seus gastos bem parecidos: R$ 298 milhões e R$ 290 milhões. Eduardo Campos estabeleceu R$ 150 milhões como teto para os gastos de campanha.
O deputado Teruo Kato (PMDB) disse ao Diário do Noroeste que continua candidato a deputado federal e atribuiu os rumores de sua desistência aos “fofoqueiros da cidade” e/ou simpatizantes ou “candidatos que se intitulam de Paranavaí, mas que são de outros centros”.
As declarações de Teruo não refletem a realidade dos fatos.
A possibilidade dele desistir da candidatura e lançar sua esposa, Jeanne, pelo PV, foi levantada pelos seus próprios correligionários. Além disso, fontes garantem que o nome de Jeanne estava na relação dos candidatos. Se foi registrado hoje é outra história.
Em outra ocasião, Teruo disse a um peemedebista de alto escalão que quem iria decidir se seria ou não candidato (o que confirma que ele ainda estava em dúvida), seria seu irmão, Milton.
As declarações ao Diário do Noroeste foram feitas ontem de manhã. Mas a tarde ele se reuniu com correligionários para avaliar se deveria ou não sair candidato – o que demonstra que, pelo menos até ontem, sua candidatura ainda não era definitiva.
Os rumores que circulam pela cidade são procedentes e as origens são as declarações e postura do próprio deputado.
Apesar de ter deixado o PSDB, Luiz Tadeu (Notti) Fernandes continua com a bola toda entre os tucanos. Sua empresa ganhou a concorrência da Santa Casa de Paranavaí para a conclusão das obras da Unidade Morumbi (antigo Hospital Noroeste).
Após a cerimônia, Notti conversou muito com o secretário Michele Caputo Neto, revelando intimidade com o mesmo. E o evento em Paranavaí deve ter sido um dos últimos de Caputo como secretário da Saúde, já que ele deve ir para a coordenação da campanha de reeleição do governador Berto Richa.
A proximidade de Notti e Caputo e a ausência do presidente do PSDB de Paranavaí, Walmor Trentini, no evento, seriam um indicativo dos rumos da coordenação local de Richa?
A professora Silvana Souza (PCB) desistiu de concorrer ao governo do Paraná. Silvana deve disputar uma das vagas à Câmara dos Deputados. “A gente avaliou as condições, o objetivo do partido e considerou que foi melhor assim”, disse Silvana.
O deputado estadual Teruo Kato (PMDB) esteve hoje na solenidade de assinatura da Ordem de Serviço para as obras de conclusão da Unidade Morumbi da Santa Casa de Paranavaí. Mas não foi ao palanque, preferindo ficar ao lado do prefeito Dornélis Chiodelli, de Nova Londrina, na platéia.
Para uns, a postura significa que ele é candidato a deputado federal (ou a estadual) e temeu descumprir a legislação eleitoral, tornando-se inelegível, se participasse da cerimônia.
Outros acreditaram que, como o PMDB aprovou em sua convenção a candidatura própria, ele não quis se posicionar ao lado de tucanos. E que hoje ele ainda poderia ter participado da solenidade sem incorrer em crime eleitoral.
Fechou o tempo na Câmara: churrasco na hora de expediente motivou o rebu
O Blog conseguiu mais informações sobre o quiprocó ocorrido quarta-feira na Câmara de Paranavaí. Conforme se apurou, a discussão em altos brados, envolveu o diretor geral da Casa, Genécio Feuser, a chefe de Gabinete da Presidência, Bruna da Silva dos Santos, o motorista da Câmara, Raimundo de Oliveira e os assessores parlamentares Haroldo Pires de Liras (vereador Aldrey Azevedo) e os dos vereadores Claudemir (Irmão) Barini e Zenaide Borges, Toninho e Luiz, respectivamente.
A razão é que o motorista e os assessores parlamentares, (que, segundo uma fonte, costumam andar pra cima e pra baixo com o carro da Câmara), estavam promovendo mais um churrasco em horário de expediente, usando o carro da Câmara. Para piorar, alguém teria fotografado a “festa”, com o carro da Câmara. Aqui há duas informações: uma delas é que o assunto chegou ao diretor e este, em vez de usar sua autoridade, passou o problema para a chefe de gabinete. A outra é que o problema chegou diretamente a Bruna, já que o diretor “não para na Casa”.
Para jogar mais gasolina na fogueira, a denúncia é de que para transportar os insumos para o churrasco estava sendo usado o carro da Câmara. Somente depois descobriu-se, que se tratava do carro de um dos assessores, que é da mesma marca e cor do da Câmara.
Mas aí o fundurço já estava formado e os gritos eram ouvidos a longa distância.
Duas consequências da confusão: o dito “gente grande” cumpriu rigorosamente seu horário de expediente na quinta-feira e a chefe de gabinete não apareceu nos dois dias subseqüentes para trabalhar. Estaria disposta a deixar o cargo depois deste rolo todo.
O senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Governo do Paraná, disse, em evento acontecido ontem à noite em Paranavaí, que a assinatura da ordem de serviço para conclusão das obras do antigo Hospital Noroeste, é uma ação eleitoreira, mas que será honrada pelo seu governo, caso seja eleito. “Quem vai pagar este hospital é o Governo do PMDB”, disse um entusiasmado candidato.
Hoje de manhã, o secretário estadual de Saúde, Michele Caputo Neto, a quem Requião se referiu como Capeto, deu o troco: “Estamos trabalhando há quatro anos e este ato é a continuidade de um trabalho sério”, contra-atacou.
Caputo també aliviou a barra do prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), que vai apoiar a candidatura de Requião: “não estou arrependido de ter gravado para o programa do Lorenzetti afirmando que iríamos terminar este hospital, enquanto seu adversário do PT (César Alexandre) defendia um hospital municipal”.
Sobre a demora do Governo Federal em liberar um empréstimo já aprovado ao Paraná, Caputo disse que não se trata de uma perseguição política, já que outros Estados conduzidos pelo PSDB, como o Paraná, tiveram seus recursos liberados. “É uma perseguição pessoal”, atacou.
Depois de algum tempo hibernado, o Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Paranavaí volta a distribuir o sei informe. E o último divulgado dá conta que a Mesa Diretora da entidade (aquela que em tese está destituída) vai se reunir extraordinariamente na próxima terça-feira, às 19h30 (e encerramento às 20h40). Em pauta diversos assuntos.












