A previsão de gastos (o teto) dos candidatos ao Palácio Iguaçu nas eleições deste ano, somados os oito postulantes, passa de R$ 108 milhões. A informação é do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que no sábado recebeu os pedidos de registros das candidaturas com a previsão de gastos de cada candidato
Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffmann (PT) estimaram teto de R$ 36 milhões cada um. Roberto Requião (PMDB), R$ 30 milhões; Ogier Buchi (PRP), R$ 2,5 milhões; Geonísio Marinho (PRTB), R$ 2 milhões; Túlio Bandeira (PTC), R$ 1 milhão; Bernardo Pilotto (PSol), R$ 500 mil e Rodrigo Dias (PSTU), R$ 25 mil. O total alcança R$ 108.025.000,00.
O PMDB de Nova Londrina esteve presente na reunião de quinta-feira à noite em Paranavaí, durante o evento que reunião o senador Roberto Requião, candidato ao Governo do Paraná. Entre os novalondrinenses as presenças do vice-prefeito Otávio Grendene, o Vico, e os vereadores Paulo César Francisquetti, Mário Pilegi Júnior (presidente da Câmara) e Márcio Martins Fortunato.
O presidente do PT de Paranavaí, César Alexandre, informou que o partido definiu no último final de semana os candidatos oficiais do Diretório: Ênio Verri para deputado federal e Adilson Marioch a deputado estadual. Ambos são de Maringá e Adilson era chefe de gabinete de Verri. Sem candidaturas locais, o PT teve que fazer opção por candidatos com domicílio eleitoral em outras cidades.
Sobre o namoro dos petistas locais com o vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, candidato a deputado estadual, César disse que “o PT não tem nenhum compromisso”, mas que “nada impede que algum filiado vote nele.
Alexandre comemorou a presença do empresário Paulo Pratinha como segundo suplente na chapa ao Senado encabeçada por Ricardo Gomyde (PCB), que faz parte da coligação que apóia a senadora Gleisi Hoffmann ao Governo do Estado nas eleições deste ano. “É uma deferência especial para Paranavaí”, disse ele.
O ex-prefeito de Paranavaí, José Augusto Felippe (PSD) disse hoje que na quarta-feira estará em Curitiba, numa reunião da Executiva do partido, e no dia seguinte decide se mantém sua candidatura a deputado estadual.
Desde o episódio envolvendo o empresário Edenilso Rossi, que chegou a ser preso sob acusação de pagamento de propina para ganhar uma licitação, Zé Augusto avalia a situação. Rossi seria candidato a deputado federal, dobraria com o ex-prefeito na região e daria suporte financeiro à sua campanha. Na ocasião, José Augusto disse que deixaria seu nome à disposição do partido e após a convenção definiria se seguiria adiante com sua candidatura ou não.
“O fato é que fizemos um ótimo trabalho para o partido em 18 municípios da região e estava tudo certo com nossa candidatura. Agora temos que ser realistas: seria uma hipocrisia pensar em fazer uma campanha sem dinheiro. É preciso um mínimo de estrutura financeira para poder contratar um cabo eleitoral, um carro de som e publicidade. Tudo isso estava acertado, mas depois deste episódio com o Rossi temos que começar uma nova conversa com o partido. Serei candidato se sentir que há viabilidade. Caso contrário, acredito que o partido vai pedir que eu esteja apoiando alguém da nossa base. Por outro lado, também temos que analisar o quadro dos candidatos de Paranavaí”.
O advogado e empresário Ary Bracarense Costa Júnior foi um dos únicos (se não foi o único) tucano (sem cargo comissionado) a prestigiar a assinatura da ordem de serviço para a conclusão da Unidade Morumbi da Santa Casa de Paranavaí. Conversou com o presidente do hospital, Renato Guimarães e com o ex-tucano Luiz Tadeu (Notti) Fernandes, que vai executar a obra.
Os tucanos gostam mesmo é de prestigiar o governador Beto Richa. Toda vez que vem secretários de Estado à cidade, como foi o caso de Michele Caputo Neto, não há qualquer tipo de mobilização.
O jornalista Saul Bogoni, do Diário do Noroeste, anotou na sua coluna Sinopse Geral de domingo que o prefeito Rogério Lorenzetti disse na última reunião do PMDB local que ele pode deixar o cargo em abril de 2016 para se candidatar a vereador ou a prefeito numa cidade vizinha.
A declaração (de se candidatar a prefeito numa cidade da região) foi recebida com desconfiança, brincadeira e até indignação, pois seria um excesso de confiança que beira a arrogância.
O churrasco na hora de expediente promovido por três assessores de vereadores e um servidor de carreira da Câmara Municipal de Paranavaí, que provocou uma acalorada discussão no Legislativo, que envolveu o alto escalão da Casa terá nesta segunda-feira o Dia D. Ou o presidente Mohamad Smailli (SDD) e os vereadores Claudemir (Irmão) Barini (PSC), Aldrey Azevedo (DEM) e Zenaide Borges (PMDB) anunciam punição aos mesmos ou tudo vai terminar em pizza. Ou seria em churrasco?
O presidente do PSDB de Paranavaí, Walmor Trentini informou através de seu microblog twitter, que vai apoiar as candidaturas de Valdir Rossoni para a Câmara dos Deputados e Luiz Accorsi para a Assembleia Legislativa. A dobrada tem o apoio das principais lideranças tucanas, mas também algumas resistências.
A Câmara Municipal de Paranavaí se reúne hoje à noite, a partir das 20 horas, em sessão ordinária. Na pauta está o projeto de lei de autoria do vereador Aldrey Azevedo (DEM), que institui a Ficha Limpa Municipal, pelo qual, nem a Câmara ou a Prefeitura podem ter em seus quadros servidores comissionados que tenham sido condenados em julgamento colegiado não cabendo mais recurso.
Também vai a votação o projeto que permite a reeleição do presidente da Câmara. O projeto é de autoria dos vereadores Josival Moreira da Silva (PT),
Leonildo Martins (PT), Mohamad Smaili (SDD) e Roberto Picoreli (PSL), o Pó Royal. E, ainda, requerimento de autoria do vereador Aldrey Azevedo que quer informações sobre concessões de diárias e passagens do secretário e servidores da Secretaria de Comunicação Social desde o começo do ano.
O senador Roberto Requião disse em Paranavaí (na quinta-feira), em Cianorte (na sexta) e em Maringá (no sábado), que o governador Beto Richa (PSDB) se empenhou para conquistar o apoio do PMDB, porque, se conseguisse, restaria a ele enfrentar um “PT desgastado”. Requião fez questão de lembrar dos episódios de Eduardo Gaievski, ex-assessor de Gleisi Hoffmann, acusado de estupro de vulneráveis, e do deputado federal André Vargas, ex-PT, acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Yousseff numa negociação para favorecer um laboratório de fachada junto ao Ministério da Saúde.
“Se ele tivesse o PMDB ao seu lado, a vitória estaria garantida”, avaliou Requião.
O peemedebista também falou da trocas de acusações entre Continuar lendo
O ex-deputado estadual Antonio Anibelli, que figura como primeiro suplente na chapa do PMDB de Marcelo Almeida ao Senado, adotou uma postura mais light nesta campanha. Considerado um desbocado, na sua passagem por Paranavaí, na quinta-feira passada, ele disse que na campanha vai preferir falar da sensibilidade de Roberto Requião, o candidato ao Governo do Estado, em escolher uma mulher (Rosane Ferreira) para ser sua vice. “Mulher é oração”, surpreendeu o Anibelão.
O deputado federal Hermes Parcianello, o Frangão, candidato à reeleição, avalia que foi em Paranavaí que “começou a resistência” à investida do PSDB sobre o PMDB. A partir do movimento “Volta Requião”, iniciado em Paranavaí, o PMDB promoveu reuniões microrregionais em todo o Estado e foi possível reverter o quadro, que era de o partido apoiar a reeleição do governador Beto Richa (PSDB).












