É bem verdade que a credibilidade dos institutos de pesquisas não anda lá aquelas coisas. Mas a pesquisa divulgada hoje pelo Datafolha, realizada em Curitiba dá certa tranquilidade ao ex-tucano Gustavo Fruet (PDT). Ele aparece com 52% das intenções de voto e Ratinho Júnior (PSC) aparece com 35%. Branco de nulos somam 5% e os indecisos são 8% dos entrevistados.
Praticamente não houve alteração em relação ao último levantamento do Datafolha, (Fruet com 52% e Ratinho com 36%) divulgado no dia 18 deste mês.
No primeiro turno das eleições em Curitiba, Ratinho Junior teve 34,09%, dos votos válidos. Gustavo Fruet teve 27,22%.
Na pesquisa divulgada nesta quarta-feira, o Datafolha ouviu 1.185 eleitores. A margem de erro do levantamento é de 3 pontos porcentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE-PR.
O deputado estadual Cleiton Kielse (PEN), que tem base em diversos municípios da região, fez o maior fusuê na Assembleia Legislativa reafirmando que existem deputados cujas campanhas são financiadas pelas concessionárias das rodovias no Paraná e por isso não se instala a CPI dos Pedágios. Entre os acusados, o deputado Ney Leprevost (PSD), com quem bateu boca no plenário.
Eis que se começa a coleta de assinaturas pró-CPI dos Pedágios, inclusive o presidente Valdir Rossoni (PSDB) anunciou que seria um dos subscritores.
Mas a base do governo agiu de forma rápida e criou duas CPIs, totalizando cinco, o que, pelo regimento interno, é o máximo de CPIs que podem atuar simultaneamente.
Enquanto fica na fila de espera, as alegações para a criação da CPI estão sendo encaminhadas por Rossoni para a Polícia Federal e Ministério Público Federal. Se Cleiton Kielse não tiver provas do que falou (o que provavelmente esperava conseguir com a CPI) vai ter sérios problemas pela frente.
A maioria dos vereadores foi sensata e rejeitou o projeto de lei que dispunha sobre horários que crianças e adolescentes não poderiam permanecer fora de suas residências desacompanhadas dos pais, o chamado Toque de Acolher, eufemismo para Toque de Recolher. Só os autores do projeto, Antonio Carlos Utrila (PTB), Odair Xavier (PSB) e Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, votaram pela aprovação.
O projeto previa que a Prefeitura ficaria obrigada a promover a fiscalização e a Polícia o encaminhamento junto com o Conselho Tutelar.
A matéria foi apreciada na sessão da última segunda-feira.
Como fizemos um Ctrl C, Ctrl V da coluna do Praxedes (sempre citando a fonte), sobre a competência de legislar sobre os limites de velocidades, é justo que façamos a correção da mesma forma.
CTB prevê
Isso que dá confiar na memória. Sabia que o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelecia a velocidade máxima para as vias públicas, mas não lembrava que era no caso de não haver placas de sinalização, como mostra o Código:
Art. 61. A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito.
§ 1º Onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de:
I – nas vias urbanas:
a) oitenta quilômetros por hora, nas vias de trânsito rápido:
b) sessenta quilômetros por hora, nas vias arteriais;
c) quarenta quilômetros por hora, nas vias coletoras;
d) trinta quilômetros por hora, nas vias locais;
II – nas vias rurais:
a) nas rodovias:
1) cento e dez quilômetros por hora para automóveis e camionetas;
1) 110 (cento e dez) quilômetros por hora para automóveis, camionetas e motocicletas; (Redação dada pela Lei nº 10.830, de 2003)
2) noventa quilômetros por hora, para ônibus e microônibus;
3) oitenta quilômetros por hora, para os demais veículos;
b) nas estradas, sessenta quilômetros por hora.
§ 2º O órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via poderá regulamentar, por meio de sinalização, velocidades superiores ou inferiores àquelas estabelecidas no parágrafo anterior.
Art. 62. A velocidade mínima não poderá ser inferior à metade da velocidade máxima estabelecida, respeitadas as condições operacionais de trânsito e da via.
Acontece que no § 2º diz que o órgão de trânsito, ou seja, o Ditran tem sim o poder de regulamentar os limites de velocidade das vias sob sua circunscrição. Retificada a informação, com a palavra a prefeitura. Não são apenas um ou dois que criticam os limites estabelecidos, o que deve levar a uma reflexão maior por parte do prefeito RL.
Do colaborador Cidadão
Você sabia que já existe esta modalidade de serviço? Pois existe. Em Paranavaí um certo advogado tem feito plantão em um supermercado, na cara dura, buscando informações e seduzindo funcionários a entrar com ações trabalhistas. Situação complicada. O supermercado está estudando a possibilidade de reclamar em juízo.
Do colaborador Demorô
A campanha do Ênio Verri à prefeitura de Maringá segue o mesmo padrão da campanha do PT em Paranavaí e em todo o Brasil; malhar principalmente a área da saúde.
No caso dos pedágios, deixaram as rodovias em estado caótico para depois comercializá-las. Será que a situação, não menos lastimável, da saúde em todo o Brasil teria algum outro propósito? Alguma semelhança seria mera coincidência?
Do Blog do Praxedes
Quem legisla sobre limite de velocidade em vias sejam urbanas ou intermunicipais é o governo federal, através do Código Brasileiro de Trânsito e das súmulas do Conselho Nacional de Trânsito. O resto é conversa fiada. estudem senhores vereadores. São bem pagos para conhecer as leis. Ou Não?
Da coluna Sinopse Geral do jornalista Saul Bogoni – Diário do Noroeste
O DEPUTADO estadual Teruo Kato e o presidente do Diretório Municipal do PMDB em Paranavaí, Lauro Machado, reuniram-se no fim de semana para analisar as perspectivas do partido. Como se sabe, havia orientação do Diretório Nacional sobre a realização de convenções ainda neste ano, mas, novos esclarecimentos são de que as convenções devem ser feitas apenas pelos novos Diretórios constituídos. O mandato dos Diretórios que já realizaram convenções no ano passado é de dois anos. É o caso de Paranavaí: o atual Diretório, presidido por Lauro Machado, tem mandato até junho de 2013.
DE ACORDO com Lauro Machado e Teruo Kato, as eleições deste ano devem levar a grandes mudanças, tanto nas administrações municipais como estaduais, a partir de janeiro. O entendimento dos líderes políticos é que o espaço do PMDB deverá ficar maior, graças a composições que visam engrossar o apoio ao Executivo, tanto em nível municipal, estadual e federal.
A Secretaria Municipal de Saúde implantou câmeras no Pronto Atendimento (P.A.) e esqueceu-se de avisar o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) que era, segundo informaram à imprensa, apenas para a segurança dos médicos e funcionários (agressões) e evitar furtos.
As imagens são transmitidas on line para a Direção do P.A. e para a Secretaria de Saúde. Assim que o sistema foi implantado, o prefeito disse que também queria receber as imagens no seu tablet.
De acordo com o que Rogério está postando nas redes sociais, ele está observando as imagens para verificar a situação do P.A.: se a fila de espera está longa; se não tem gente merendando enquanto pacientes estão aguardando para ser atendidos, enfim, fazendo melhor uso do sistema.
Se a moda pega, e câmeras são instaladas em outras secretarias, vai ter gente que vai se arrepender de ter participado do rateio para a compra do tablet, que foi um presente de aniversário dos secretários ao prefeito.
A Câmara Municipal de Paranavaí se reúne hoje à noite em sessão ordinária para apreciar seis projetos de lei e duas indicações. Dos projetos de lei, cinco são de denominação de vias ou espaço público. E o outro projeto é ainda de 2009 e pode ser polêmico.
Trata-se do Projeto de Lei 327/2009, de autoria dos vereadores Antonio Carlos Utrila Garcia (PTB), Odair Xavier Amâncio (PSB) e Roberto Picoreli (PSL), o Pó Royal, que dispõe sobre o Toque de Acolher de Crianças e Adolescentes. Será a primeira discussão.
Salvo engano, este projeto de lei tem parecer contrário da Procuradoria Jurídica do Legislativo, que o considera inconstitucional. Além disso, o projeto encontra resistência em boa parte da população, que considera a iniciativa como “prender” crianças e adolescentes em casa para deixar as ruas livres para os marginais.
As duas indicações a serem apreciadas são de autoria do vereador Utrila. Numa, ele pede para que a Prefeitura instale bandeiras de Paranavaí, do Paraná e do Brasil na entrada da cidade. Noutra, pede pavimentação no Distrito de Deputado José Afonso.
Além de ouvir as testemunhas na ação proposta pela coligação de César Alexandre (PT) de investigação contra Rogério Lorenzetti (PMDB), por eventual abuso de poder econômico e político, a Justiça Eleitoral de Paranavaí ainda não encerrou todas as ações que foram impetradas durante a campanha eleitoral.
Na semana passa, o juiz Foglia Júnior deu sentença a uma representação da coligação PT-PP contra Rogério e Rubens. Na representação, o advogado da coligação denunciava que num programa eleitoral de TV do peemedebista foram utilizadas imagens do interior da Santa Casa, de postos de saúde e entrevistados servidores em horário de trabalho, os médicos Cristiane Consalter e Bruno Leal. A liminar solicitada foi indeferida. Os acusados apresentaram defesa e o Ministério Público se pronunciou pela improcedência da representação
O juiz Foglia Júnior acompanhou o parecer do MP, indeferindo a representação, pois considerou que houve “mera veiculação de imagens de prédios públicos e não cessão ou uso efetivo do espaço físico pelos representados. As imagens internas, segundo a defesa, foram cedidas”.
O magistrado asseverou no seu despacho que “no tocante as entrevistas concedidas pelos médicos mencionados, segundo se infere da defesa apresentada, ambos foram entrevistados em suas clínicas particulares, sendo certo que a representação não veio instruída com provas em sentido contrário. Demais disso, quanto à produção de provas em audiência, operou-se a preclusão na medida em que nenhuma testemunha foi arrolada na inicial”.
Do colaborador Formigão
Mal terminou a campanha eleitoral e o nosso prefeito determinou fiscalização rigorosa nas calçadas, vias e passeios de Paranavaí, com objetivo de proporcionar ao pedestre maior conforto e segurança.
Ótima decisão, não fosse tomada somente após quatro longos anos de mandato e depois de exaustivas caminhadas em busca de votos para a reeleição. Os línguas de icterícia resmungam diante de tal ordem: “andasse menos de carro e sofresse os que os do povo passam diariamente, o problema teria sido detectado há mais tempo…”, ou, “tivesse escolhido assessores profissionais (e não pelo critério político-partidário, fazendo do cargo cabide), solução já teria sido encontrada, sem que precisasse o alcaide sair às ruas por necessidade para enxergar o problema”. Outros ainda com respeito à decisão: “Não seria o caso de primeiro, a prefeitura reformar as calçadas de seus estabelecimentos (veja as laterais do cemitério, do Noroestão, por exemplo) e somente depois da casa arrumada exigir o mesmo tratamento da população?
E como fica a obrigação do município com respeito às nossas ruas esburacadas e não conservadas, à sujeira da Praça dos Pioneiros com bancos, alambrados e estruturas quebradas? Dos matagais em áreas do Município? Do desleixo com o Parque Ouro Branco? Dos tocos de árvores nas calçadas que impedem e/ou prejudicam o trânsito de pedestres?
É de ser ver. E resolver.











