A prefeitura distribuiu nota à imprensa informando que o prefeito Rogério Lorenzetti esteve reunido ontem com o presidente da Viapar, Marcelo Machado, e o diretor de engenharia da concessionária, Jackson Seleme, para tratar das reivindicações apresentadas pela comunidade à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI dos Pedágios) em audiência pública realizada no início deste mês na Câmara Municipal de Paranavaí.
Na ocasião, os representantes da concessionária de pedágio apresentaram o projeto que prevê a execução de viadutos e trincheiras em diversos pontos da BR-376 no trecho que liga Paranavaí à Maringá. Segundo Machado, a obra terá início em 2016 e deve ser concluída em 12 meses.
Lorenzetti elogiou o projeto, mas lamentou o tempo necessário para sua conclusão. “Até lá muitas vidas poderão ser perdidas”, afirmou. Sendo assim, o gestor se comprometeu em ir até o Governo do Estado e solicitar ao DER (Departamento de Estradas de Rodagem) para que antecipem as obras em função da emergência e do risco à vida de quem trafega pela rodovia.
Ao final do encontro, as autoridades ficaram de promover novas reuniões para acordar detalhes referentes às obras com os técnicos.
A nota não informa, mas segundo uma fonte bem informada, terminada a discussão técnica, o prefeito manifestou sua insatisfação com uma nota publicada pela concessionária logo após a reunião da CPI do Pedágio em Paranavaí. E o clima ficou tenso. Mas, diz a fonte, “entre mortos e feridos salvaram-se todos”.








Pela reestatização das rodovias. Chega de exploração. Já pagamos muitos impostos para o estado. Pela liberdade de ir e vir.
Daqui a pouco pedagio nas ruas da cidade, para sua conservação.
Pedágio é uma vergonha. Reestatizar é preciso para desenvolver a economia popular e distribuir a riqueza de forma justa.