Revolta

Publicado em 16 de setembro de 2013

O ex-deputado Eduardo Baggio disse que ficou revoltado com o voto do deputado Teruo Kato pela venda de ações da Sanepar. A manifestação foi feita ontem, durante a Convenção do PMDB de Paranavaí. O Blog do Joaquim de Paula traz o trecho do discurso de Baggio sobre o assunto.
No áudio percebe-se o tom de desabafo de Baggio. Ele diz que faltou “paranismo” e que não estava discutindo a idoneidade do parlamentar, mas o seu voto. “Políticamente errou pelo Paraná”, disse Baggio, acrescentando que Teruo poderá ser arrepender no futuro do seu voto. O pronunciamento foi bastante aplaudido.

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7 comentários sobre “Revolta

  1. Quem é bagio na orden do dia para reclamar do teruo, quando foi deputado só fez caca, não lutou por nada para a cidade só pra (…), não tem moral para falar de ninguém.

    • Gabriele, um partido é feito por seus filiados e um político só é eleito com o auxílio de sua base eleitoral, ontem foi uma convenção política o sr Eduardo Ferreira Baggio se você não sabe faz parte do PMDB de Paranavaí e tinha todo o direito de discursar na reunião, já que esta é a base eleitoral do deputado Teruo. O que o sr Eduardo falou é o pensamento da maioria dos filiados do partido, pois não é de hoje que vemos este grupo político que está no poder a nível estadual delapidar o patrimônio estadual, devemos sim ser paranistas e defender o que é de propriedade de todos cidadãos do Paraná. Já você está falando de algo que não conhece, se não esteve lá e não presenciou o discurso não emita um parecer cheio de achismo.

  2. Baggio, Lauro, Lorenzetti, Teruo, etc, etc, eram de outros partidos, pularam para o PMDB para se eleger. Querem mais…..???????? Amanhã se necessário for, vão migrar para outro partido. São os políticos.

    • Tú é muito mal informado…Baggio e Lauro são exemplos de fidelidade partidária. Tiveram até hoje um único partido.

  3. O pensamento do MDB, embrião do PMDB, era contra o excesso do Estado na vida do cidadão.
    A fusão com a extrema-direita base de apoio do Regime de Exceção que se instalou no Brasil, dia primeiro de abril de 1964, foi responsável pelo rasgamento do Estatuto de um movimento que preconizava limitar a ação do Estado, à Educação, à Saúde, à Segurança e ao fomento às atividades de produção, tanto no campo como na cidade.

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