O Blog apurou que a reunião na Câmara, hoje de manhã, entre líderes do Sinserpar, servidores da saúde em greve e vereadores, teve momentos de tensão (conforme já noticiado aqui) e aplausos. Os visitantes teriam ido à Câmara para elogiar a atitude dos vereadores que rejeitaram um projeto de lei que definia a base de cálculo para o adicional de insalubridade com um salário de referência; e pedir apoio para a greve e a não votação do projeto que define as formas de pagamento dos atrasados referente a diferença da insalubridade de janeiro de 2012 a agosto de 2013.
Os vereadores informaram que este projeto ainda “não está maduro” para votação. Mas segundo um privilegiado observador, ele deverá ser aprovado pelos vereadores.
O Blog apurou, ainda, que, segundo comentários que circularam pelos corredores da Casa após a reunião, que os visitantes demonstraram falta de controle emocional, falando alto e se exaltando por pouca coisa. Os mesmos comentários apontam que o Executivo está correto na aplicação do laudo de 2007 e que os vereadores estão preparados para tratar do assunto e teriam apenas sido incompreendidos em alguns momentos.
Bombeiros de plantão atuam para evitar um confronto entre o Executivo e os vereadores de partidos aliados ao governador Beto Richa (PSDB).
Já outras fontes informam que os diretores do Sinserpar e os grevistas estão batendo cabeça, não se entendem sobre a continuidade da greve e as formas de atuação para resolver a questão da insalubridade.










