No próximo dia 15, o PMDB de Paranavaí realiza sua convenção municipal. Pura formalidade, já que os grupos existentes dentro do partido, liderados pelo presidente Lauro Machado, deputado Teruo Kato, prefeito Rogério Lorenzetti e o ex-deputado Eduardo Baggio, entraram em acordo e haverá chapa única.
A chapa completa foi publicada hoje pelo Diário do Noroeste em notícia sobre a convenção.
E algumas incoerências foram detectadas. Confira:
Ary Bracarense Costa, mais tucano que PMDB; Cézar Francisco Borin não tem vida partidária e tomou ligar de pessoas que queriam estar na chapa; Josias Zarelli, também nunca teve interesse do PMDB, está afastado da polítioca e praticamente reside em Maringá; e Márcio Eurípedes Gonçalves, o Márcio Leiteiro, mais PT que PMDB e apoia abertamente o petista Zeca Dirceu, deputado federal.
Na chapa, o vereador Walter dos Reis é apresentado como o líder da bancada do PMDB.
Se houve consenso entre os caciques, não se pode dizer a mesma coisa entre os índios. Muitos estão reclamando de ter ficado de fora.











O tal “MDB Velho de Guerra”, em Paranavai, como no resto do Brasil.
Não apenas o Congresso Nacional caiu no descrédito popular – interesse do lulopetismo interessado na implantação de Estado Totalitário no Brasil – simplificando: sua cubanização, sua comunização.
Os partidos políticos também perdem credibilidade. A grande maioria dos seus filiados, nem conhecem os seus estatutos, as suas propostas. Nem dele, nem dos demais. Aderem movidos por interesses próprios.
Sai do MDB, quando transformado em PMDB arreganhou as portas para pessoas em nada identificadas com os seus desígnios. Como chamar de companheiro alguém que ontem desfilava nas fileiras da Arena, de mãos dadas com a ditadura militar?