PISO DA ENFERMAGEM
Enfermeiros fazem paralisação de 24 horas em Curitiba; Pequeno Príncipe adia cirurgias eletivas e demais hospitais seguem com atendimento

Publicado em 21 de setembro de 2022

Trabalhadores de enfermagem dos principais hospitais de Curitiba e região fazem mobilização de 24 horas nesta quarta-feira, 21 de setembro. O movimento é nacional e, segundo o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região (Sindesc), na capital paranaenses os profissionais farão uma greve de 24 horas nos hospitais da cidade e região metropolitana.No Hospital Pequeno Príncipe, 45 cirurgias eletivas foram adiadas. Conforme a assessoria, a adesão dos profissionais ao movimento é de 50% no Centro Cirúrgico e de 26% no restante do Hospital.

O Hospital Nossa Senhora das Graças informou que a unidade está se “organizando internamente com uma média de 75% do quadro de enfermagem”, nesta quarta.

Os atendimentos não foram afetados nos hospitais: Cajuru, Marcelino Champagnat, São Vicente, Angelina Caron, na Santa Casa de Curitiba, no Hospital do Trabalhador e no Hospital do Idoso Zilda Arns.
Mobilização

O Sindesc, que representa a categoria do setor privado e filantrópico, afirma que a paralisação começou às 6 horas desta manhã e se estenderá 24 horas. A fim de assegurar o atendimento e funcionamento dos serviços essenciais, será mantido um efetivo de 30% dos trabalhadores, conforme determina a legislação.

Uma barraca foi montada Rua XV de Novembro e outra em frente ao Hospital Evangélico, local onde se espera ter a maior concentração de profissionais.

No final do dia deve haver um grande ato de mobilização de toda a enfermagem na Boca Maldita a partir das 17 horas. O movimento pede apoio e esclarece a população sobre a importância da valorização da enfermagem. Haverá uma caminhada partindo da Boca Maldita até a Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, Praça Rui Barbosa onde se encerrará o ato da enfermagem.
Os principais locais de concentração são:

HOSP. EVANGÉLICO

HOSP. PEQUENO PRINCIPE

HOSP. N. Sra. DAS GRAÇAS

SANTA CASA de Curitiba

HOSP. CAJURU / Marcelino Champagnat

HOSP. SANTA CRUZ

HOSP. DO ROCIO – Campo Largo

HOSPITAL DO TRABALHADOR (FUNPAR)
HOSP. ZILDA ARNS (FEAS)

HOSP. SÃO VICENTE

HSOP. CRUZ VERMELHA

HOSP. ANGELINA CARON, em Campina Grande do Sul

Sindipar

Conforme as informações do Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar) a paralisação ocorre em 12 hospitais. A entidade informou nesta manhã, por meio de nota, que tomou conhecimento da decisão da categoria pela realização do ato em 15 de setembro e levou a questão ao Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região.

“Após mediação infrutífera, o tribunal determinou que os trabalhadores mantenham-se em atividade no contingente mínimo de 90% nas áreas críticas, 70% em bancos de sangue, laboratórios e hemodiálise e 50% nas demais áreas. Com a decisão, os hospitais se organizaram para garantir a assistência aos pacientes internados e àqueles que procurarem atendimento durante o período de greve., que tomou conhecimento da decisão da categoria pela realização do ato em 15 de setembro e levou a questão ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 9ª Região.”

Bem Paraná

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