O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Procuradoria-Geral da República opine se a corte máxima deve manter o indiciamento do deputado Ricardo Barros, líder do governo na Câmara, e de outras quatro pessoas na esteira das investigações da CPI da Covid.O ministro disse que não considera que as 175 mil páginas de documentos, ‘sem indicação específica’ da relação de cada um deles com os delitos imputados aos investigados, atenda os ‘requisitos’ para o indiciamento.
Além de Barros, a petição trata do indiciamento de Roberto Ferreira Dias, ex-diretor do Departamento de Logística do ministério, e dos empresários Francisco Emerson Maximiano, sócio-administrador da Precisa Medicamentos, Danilo Trento, diretor Institucional da Precisa, José Ricardo Santana, ex-secretário-executivo da Anvisa.
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