Com as cabeças de chapa praticamente definidas para as eleições de outubro em Paranavaí, com Rogério Lorenzetti (PMDB), Maurício Yamakawa (PSDB), César Alexandre (PT) e Alcione Messias de Jesus (PSOL) ocupando estas posições, as negociações agora giram agora em torno dos vices e dos partidos aliados nas coligações.
Um dos assuntos que vem sendo conversado reservadamente, mas com muita insistência, é de que o PDT está se insinuando para o PT, em represália ao fato de o partido poder perder a vaga de vice de Lorenzetti. Algumas lideranças entendem que o PDT está forçando a barra para não perder a vaga. Mas a insinuação estaria tão escancarada que o PDT pode depois não encontrar mais forma para voltar a atual coligação. Além disso, acham que, enquanto Eduardo Baggio (PMDB) e Nivaldo Mazzin (PPS) trabalham para ser o vice, o atual, Alziro Melli Lopes, está deitado em berço esplêndido e não tem trabalhado para continuar com a vaga.
Se o PMDB está perdendo o PDT, estaria ganhando o PSB e o PTB, que estariam mais propensos a apoiar a reeleição do atual prefeito do que apoiar novamente a candidatura de Yamakawa. E o PT estaria ganhando o apoio do PSL.
Na dança dos partidos e praticamente com os mesmos candidatos das eleições passadas, parece que só o PSDB de Yamakawa sairá perdendo. Só para garantir a manutenção do apoio do DEM, por exemplo, vai ter que brigar muito, talvez até na Justiça.









A proposta do PSTU é ser vice do companheiro pré-candidato Prof Alcione do PSOL. O nome indicado como pré-candidato à vice é do advogado Doutor Marcos Aurélio.