Pois é!
Jair Bolsonaro ficou irado ao saber que seu novo ministro, o da Educação, Carlos Alberto Decotelli da Silva, que ainda não tomou posse, não foi pesquisador ou professor efetivo da Fundação Getúlio Vargas, como consta em seu currículo.
Parece brincadeira. Decotelli já teve doutorado e pós-doutorado contestados por universidades estrangeiras e acusado de plágio no mestrado.
Segundo a Agência Estado, Carlos Decotelli está no Palácio do Planalto para pedir demissão do cargo. Pessoas próximas afirmam que ele reconheceu que a situação tornou-se insustentável e redigiu uma carta pedindo a saída do governo.
Confiram a nota da FGV:
“A FGV se encontra em regime de trabalho remoto, com aulas presenciais suspensas inclusive, desde março de 2020, por força do isolamento imposto pela pandemia do Coronavírus, seguindo determinação das autoridades constituídas, federal, estadual e municipal, em razão do estado de emergência de saúde.
O Prof. Decotelli cursou mestrado na FGV, concluído em 2008. Assim, qualquer informação a respeito demandará acesso a arquivos físicos da época pelos respectivos orientadores responsáveis, o que só poderá se dar após o retorno destes a atuação presencial, eis que todos pertencentes ao chamado grupo de risco.
Quanto aos cursos de doutorado e pós-doutorado, realizados com outras instituições educacionais, cabe a estas prestar eventuais esclarecimentos e não à FGV, para quem o Prof. Decotelli atuou apenas nos cursos de educação continuada, nos programas de formação de executivos e não como professor de qualquer das escolas da Fundação.
Da mesma forma, não foi pesquisador da FGV, tampouco teve pesquisa financiada pela instituição.”







