Jair Bolsonaro disse ontem (27) que está sob ataque de veículos de imprensa e não vai renunciar ao mandato. Atribui o fato à redução de verbas do governo para publicidade. “Não vou renunciar ao meu mandato, não vou dar dinheiro para imprensa” – “Eu acredito que estou fazendo um trabalho bom, na medida que eu posso. Parece que não posso mudar nada”.
Durante a live, Bolsonaro negou que tenha compartilhado vídeos em apoio às manifestações marcadas para o dia 15 de março contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF)..
O presidente também afirmou que há projetos de lei de interesse do governo e que, segundo ele, estão parados nas casas legislativas. “Alguns dizem que não tenho articulação com o Congresso”, afirmou. O presidente pediu ao Parlamento que coloque em votação Medidas Provisórias (MPs) em pauta para não caducarem. Ele citou a MP que criava a carteira digital de estudantes e a que dispensava empresas da obrigatoriedade de publicar balanços em jornais, que perderam a validade antes de serem votadas.
Bolsonaro ainda disse que não irá renovar as operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para o Estado do Ceará, que sofre com o motim de policiais militares. “A gente espera que o governo resolva o problema da Polícia Militar do Ceará e bote um ponto final nessa questão”, disse o presidente, ao pedir que o governador Camilo Santana (PT) negocie com a PM do Estado.
A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.








