O Antagonista
O Intercept mexe nos arquivos supostamente roubados à Lava Jato.
Isso ficou provado hoje.
O dono do site, Glenn Greenwald, anunciou no Twitter novos ataques a Sergio Moro.
No print publicado em sua página – e que ele apagou correndo -, uma frase é atribuída ao procurador Ângelo Goulart Villela, preso em 2017.
Algum tempo depois, o site corrigiu o nome do procurador para Ângelo Augusto Costa.
Na versão final, ficou apenas Ângelo.
Se o Intercept pode mexer num nome, ele pode violar também qualquer outra parte dos arquivos, acrescentando ou eliminando frases.
É a prova de que essas provas são lixo.
Veja aqui o print de Glenn Greenwald:


E veja a versão final:

A Justificativa que é confissão
Ao justificar-se sobre a troca do nome do procurador Ângelo Goulart Villela numa das mensagens publicadas por seu site, Glenn Greenwald afirma que “foi um erro de edição apanhado pela checagem de fatos antes da publicação”.
Jornalistas de verdade não “editam” reproduçōes de provas. Checagem existe apenas nos textos das reportagens.
A justificativa de Greenwald é, na verdade, uma confissão de que o Intercept pode adulterar o conteúdo do que exibe como documentos.
O vazamento do futuro
O Intercept não edita apenas nomes nos arquivos supostamente vazados da Lava Jato – ele edita também datas.
Na “reportagem” do site, há até uma mensagem vinda do futuro – 28 de outubro de 2019.
Em seguida, ela foi corrigida para 28 de outubro de 2018.










