O MPF recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STF) pedindo que reavaliem o habeas corpus concedido da decisão que concedeu liberdade a Beto Richa (PSDB) e a Theodócio Atherino, operador financeiro do tucano.
Richa foi preso em 25 de janeiro pela 58ª fase da Operação Lava Jato, numa investigação que apura crimes na concessão de rodovias no Paraná.
Para Hindemburgo Filho, subprocurador-geral da República, destaca que há provas de que uma pessoa ligada a Richa teria agido para coagir e influenciar uma testemunha em agosto de 2018 e que o habeas corpus do ex-governador deveria ter ido analisado antes pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
O HC a Atherino foi concedido pelo presidente do STF, o ministro Dias Toffoli.









