É grande e positiva a expectativa da ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça. A decisão estaria vinculada a alguns aspectos, entre eles, à aceitação por Jair Bolsonaro de um “plano anticorrupção e anticrime organizado”.
Ontem, em entrevista a Rodrigo Rangel, apesar de afirmar que nada está decidido, (como na verdade não está), Moro disse que o encontro de hoje servirá para analisar as “convergências” com o plano do presidente eleito.
Caso aceite o encargo, Moro deverá comandar um superministério, cujo foco principal deverá ser o combate à corrupção, ao crime organizado e à lavagem de dinheiro.
O juiz declarou a O Globo, que “articulará o controle de fronteiras para inibir o tráfico de drogas e armas. A PF voltará à estrutura da Justiça. O ministério abarcará órgãos de controle e transparência, como a Controladoria-Geral da União”.
Segundo Merval Pereira.
“Nada mais natural que um candidato eleito em grande parte pela luta contra a corrupção e o apoio à Operação Lava Jato convide para seu governo o símbolo maior desse combate.”







