por Fábio Campana
Até domingo, 5 de agosto, muita coisa estará indefinida. A política nesta área do planeta virou esse toma lá dá cá que pode modificar tudo a qualquer momento. Quer um exemplo definitivo? Quem imaginaria que Osmar Dias, do PDT, seria traído pelo irmão, Alvaro Dias, do Podemos, a ponto de inviabilizar sua candidatura ao governo.
Nove de cada dez políticos nativos dizem que a união dos irmãos levaria Osmar Dias ao segundo turno sem nenhum esforço adicional. Mas Alvaro Dias pensou no seu pirão primeiro e trocou apoios com Ratinho Jr. Simples, assim. Alvaro terá apoio aqui e no nordeste, onde o apresentador Ratinho faz enorme sucesso. Em troca tira o irmão do páreo e insiste para que ele também apoie Ratinho Jr na condição de candidato a senador.
Osmar Dias, tudo indica, vai se retirar da disputa porque não aceita outras composições partidárias a preço e condições que ele não topa e não paga. O PSB se prontifica a apoiá-lo, desde que ele leve consigo o PSDB de Beto Richa. Nem com reza braba, diz Osmar.







