propõe acordo branco a Requião e negocia apoio do PSB e PPS
De repente, não mais que de repente, Osmar Dias voltou aos velhos tempos e recuou no acordo com Requião e o MDB. Pressionado de um lado pelo irmão Alvaro Dias, do Podemos; de outro pelo deputado Marcio Paulik, do SD, resolveu propor o inaceitável para Requião: um acordo branco para receber apoio público e só dar o seu nos bastidores a Requião. Sem coligação. Com aplausos frenéticos de Augustinho Zucchi, Celso Silva e assemelhados.Para compensar a falta do MDB, sua estrutura e seu tempo, Osmar quer o PSB e o PPS. O PSB faz qualquer negócio, desde que Beto Richa, do PSDB, seja candidato a senador e o PDT faça coligação nas proporcionais. Ora,pois, Osmar Dias não quer Beto Richa na sua companhia, e o poderoso Marcio Paulik não quer coligação nas proporcionais.Osmar diz que aceita se Beto Richa for candidato a deputado federal. Mas essa condição é Beto quem não aceita. Ou é senador ou não vai.
por Fábio Campana







