Embora em nenhum momento cite que vai votar favoravelmente ao Projeto de Decreto Legislativo que aprova as contas de 2008 do então prefeito Maurício Yamakawa (PP), o presidente da Câmara, vereador José Galvão (PR) deixa claro que acompanhará a decisão da Comissão de Finanças e Orçamentos da Casa, autora do projeto. Galvão concedeu entrevista ao blog por escrito sobre o assunto. O tribunal de Contas do Estado se manifestou pela rejeição das contas, mas a Comissão de Finanças desprezou o parecer e apresentou projeto pela aprovação.
Galvão afirmou que está seguro do seu voto, tendo em vista que no parecer da Corte “não há nenhum indício de vantagem econômica ou enriquecimento ilícito por parte do agente político”. Vê que o parecer se baseia em erros formais e não improbidade administrativa.
Eleito pela coligação que teve Maurício Yamakawa como candidato a prefeito, Galvão garantiu que este fato não está pesando em sua decisão. “Estou votando com base nos fatos”, que, na sua avaliação, não teve “má fé”. Reforça que se detectasse improbidade votaria diferente, independentemente de partido.
Galvão arremata dizendo que, na Câmara o julgamento de prestação de contas é político, e é o TC que faz o julgamento técnico. Ainda assim, diz que está observando o princípio da moralidade no presente caso.









Afirma que não há indícios de vantagem econômica por parte do Japa.
Não há indícios, ou não houve vantagem???
E prejuízo para o município, houve, ou não, pelos atos cometidos?
Acredito que os vereadores votarão nessa questão mais pelo ardor da camaradagem ou não camaradagem. […] não engole o […], […] não engole ninguém, inclusive a si mesmo, assim sendo, os vereadores ligados a esses nomes mostrarão a que veio, de onde veio, e a quem são ligados, e enquanto isso Paranavaí rumo a um progresso de […], […] e […].