Durante Audiência Pública realizada no plenário da Câmara de Municipal na noite de ontem, a Prefeitura de Paranavaí apresentou o resultado de um plano de trabalho feito por servidores municipais para atualizar o Código de Posturas do município e formatar o Plano de Ação de Investimentos (PAI) da cidade nos próximos cinco anos. Para se ter uma ideia, o atual Código, de tão antigo, chegar a prever multa para quem amarrar animais em postes.
A audiência foi conduzida pela arquiteta e urbanista da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Fernanda Lanziani, que explicou os motivos da atualização. “Há muito tempo o código não era atualizado. O Código de Postura foi regulamentado através da Lei Ordinária no 583, de 13 de Dezembro de 1971. Apesar de pequenas mudanças em 2002, a Lei estava há 46 anos sem ser revisada. Um dos itens previstos era multa de 10 a 100 cruzeiros para quem amarrar animais em postes, árvores, grades ou portas. Era necessária a mudança”, afirmou.
Ainda segundo Fernanda, por mais que existam algumas alterações, não há nada diferente e impactante para a população. “A população já cumpre o que existe no código como posturas de higiene pública, trânsito, comércio, entre outros. Estamos apenas fazendo uma atualização”.
Sobre o Plano de Ação de Investimentos (PAI), Fernanda explicou que “é preciso mantê-lo atualizado para conseguir recursos com o Governo Estadual e Federal, além de ajudar a quantificar os valores necessários para a realização das ações prioritárias do município”.
Estão inclusas no PAI ações que contemplam as seguintes áreas: meio ambiente; serviços públicos, infraestrutura e saneamento ambiental; desenvolvimento econômico-social; desenvolvimento institucional e gestão democrática; e ordenamento e desenvolvimento físico-territorial.
“Neste plano temos programas como o de recuperação e preservação da qualidade das águas de Paranavaí; recuperar e qualificar as áreas verdes municipais existentes; a ampliação e melhoria de equipamentos públicos e infraestrutura; a qualificação do servidor e melhoria nas condições de trabalho, entre outras ações”, finalizou.









Será que não está na hora ou melhor passou da hora de cobrar daqueles que submetem seus animais (carroça) a trabalhos exaustivos puxando pesos totalmente fora da realidade? É um crime o que acontece com esses animais que são o ganha pão de alguns, mas que não sabe o que é um quilo de milho! Será que um animal só vive de água e capim? Aonde estão as nossas autoridades que não conseguem enxergar esse crime? Será porque eles não falam e sendo assim não podem reclamar?