Não bastam as redes sociais

Publicado em 26 de março de 2018

Embora o prefeito KQ (PSDB) tenha jurado de pés juntos, na campanha e depois de eleito, que não gastaria um centavo para divulgar suas obras, em novembro do ano passado a Administração Municipal fez um grande investimento na RPC, algo em torno de quase R$ 30 mil, para mostrar as realizações. Agora volta a divulgar seus feitos, mas por outro caminho: um informativo impresso, de quatro páginas, colorido. O Informativo, em formato tabloide, não registra onde foi e nem quantos exemplares foram impressos.
Desde o início da gestão, os estrategistas do prefeito afirmam que as redes sociais são suficientes para prestar contas à população do que está sendo feito com o dinheiro público. Mas, pelos comerciais de TV do ano passado e agora com o informativo impresso, é sinal que algo não está dando certo.

Alda - 391x69

12 comentários sobre “Não bastam as redes sociais

  1. NA REAL, O QUE NÃO ESTÁ CERTO É ESSA SUA GESTÃO DESAJUSTADA DE SECRETARIAS MAIS PERDIDAS QUE FELINOS E CANINOS EM NOITE DE RÉVEILLON COM OS FOGOS DE ARTIFÍCIOS.

    • nosssa fico um tempo fora de Paranavaí e nada muda, sempre tem os anormais, que só sabe criticar!!! Cara vc deve ser funcionário do RL só pode ou do Ptralha! Pr ficar com tanta falacias!!!

  2. caro taturana a situacao e a seguinte. enqto nao tinha eleicoes, dava pra soltar pesquisa de aprovacao de ate 100%. agora com as eleicoes proximas, nao da so pra falar que deu tanto de aprovacao pq agora a aprovacao vem nas urnas e para quem estao apoiando. sera q pode fazer esse tipo de material sem identificar local da empresa cnpj etc
    so me falta nossa administracao nao ter prestigiado nossos empresarios locais e ter feito em outro lugar. mas eu acho q nao iriam fazer isso

    • Você tá certíssimo, Liminha. A administração não pode mesmo soltar material desse tipo sem dar satisfação ao contribuinte com nenhuma identificação do nome da gráfica que imprimiu o tabloide, do número de exemplares, etc. Enquanto administração pública, seja estadual, federal ou municipal, todas tem a obrigação de ser TRANSPARENTE em TODOS os atos.
      Isto está previsto no artigo 37 da Constituição Federal que diz assim: “A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência…”
      Então só resta um caminho para qualquer pessoa do povo, e pode até mesmo ser você, Liminha: protocolar na prefeitura um pedido de informação sobre isso, baseado na Lei de Acesso a Informações, Lei nº 12.527/2011, a qual em seu artigo 10, amparado no inciso XXXIII, do artigo 5º da Constituição Federal, diz que “Qualquer interessado poderá apresentar pedido de acesso a informações aos órgãos e entidades referidos no art. 1º desta Lei, por qualquer meio legítimo, devendo o pedido conter a identificação do requerente e a especificação da informação requerida.”
      E a prefeitura terá o prazo máximo de 20 dias para responder POR ESCRITO a todas as suas perguntas no requerimento, em correspondência dirigida diretamente a você.
      E tem mais: a prefeitura neste caso não poderá indeferir seu requerimento de jeito nenhum ou deixar de lhe responder. A lei é para todos, Liminha.

  3. Quanta gente informada… Minha mãe. Não é material campanha para ter que informar tiragem ou a empresa que produziu o material…
    Pelo que me consta, uma compra pública precisa de pelo menos 3 orçamentos, licitação e valor compatível com mercado.
    Quanto a “prestigiar” empresar locais, não é tão fácil né? A compra tem que ser realizada em função do valor e não em detrimento de localização geográfica. Por favor gente… Tem tanta coisa a ser discutida. Até quando vamos nos apegar a pequenezas?

    • se a compra tem q ser pelo valor, me explica ai pq o posto mais caro da cidade, segundo o procon, venceu a licitacao da prefeitura senhor bem informado

    • Marcelo, esse seu “detrimento” aí no comentário me pareceu palavra fora da casinha, não? Desconfio que com ele você estava querendo dizer exatamente outra coisa, “favorecimento”, e aí se atropelou nos próprios pés, ou não? É preciso tomar cuidado com os significado das palavras. “Detrimento” é sinônimo de “prejuízo, desvantagem”.

  4. O material se caracteriza propaganda pública, institucional ou não, não pode ser anônimo. Tanto a Gráfica quanto a tiragem devem constar do impresso. Não fazê-lo incide em crime. Muito me admira o Delegado não saber disso.

  5. Mas bah tchê, mais uma presepada? Este secretário ainda derruba este prefeito, ou não me chamo Salomé.
    Mas bah!

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