“Sempre teremos pessoas reclamando de tudo”

Publicado em 30 de janeiro de 2018

Saíram hoje de operação das ruas de Paranavaí os radares móveis de controle de velocidade. A retirada dos equipamentos era um compromisso de campanha do prefeito KIQ (PSDB). Segundo nota distribuída à imprensa pela Prefeitura, a retirada do radar móvel já vinha sendo discutida desde o início da administração, mas só foi possível graças ao planejamento em longo prazo para aumentar a segurança e a fiscalização no trânsito com a instalação dos controladores de avanço de sinal e radares fixos. Segundo o prefeito, algumas pessoas continuarão reclamando por conta dos radares fixos. “Sempre teremos pessoas que vão reclamar de tudo, não importa o que você faça. Quem está acostumado a andar acima da velocidade e furar sinal sempre vai achar que nós estamos errados. Eu prometi aumentar a segurança e a fiscalização, e é isso que estou fazendo com a instalação de controladores de avanço de sinal e o planejamento para colocar radares fixos. Andar em conformidade com a lei é um dever do cidadão e cobrar a aplicação é um direito do poder público”, ressaltou KIQ.

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4 comentários sobre ““Sempre teremos pessoas reclamando de tudo”

  1. Então Senhor Prefeito com certeza a fiscalização aumentou, mas em compensação a segurança… O que aumentou foi a insegurança é só olhar para o lado e ver que o numero de furtos só aumenta. Alias ontem teve um no centro da cidade ou eu estou enganado?
    Mas se justifica porque quando se fala em fiscalização se aumenta porque é recebido dinheiro, quando ela funciona, agora a segurança é gasto né.

  2. Prefeito, o povo só aprende quando “apanha”, infelizmente teremos aumentos de Índices de acidentes pela cidade.
    que Deus nos guarde.

  3. Caro Taturana.
    Queira retirar meu comentário anterior e publicar este.
    Obrigado
    NOTA DO BLOG – Comentários anteriores sobre o assunto foram retirados a pedido do autor.

    Eduardo Nakamura, secretário da Comunicação Social da Prefeitura, divulgou nas redes sociais que a administração está tirando o radar móvel das ruas a partir de agora, e não no início do mandato, como havia prometido em campanha, porque o assunto “… já vinha sendo discutido desde o início da administração, mas só foi possível graças ao planejamento em longo prazo para aumentar a segurança …” no trânsito da Cidade.
    Caro jornalista, seja mais prudente e profissional antes de usar a mídia oficial.
    Assim você compromete a imagem da administração e joga no lixo sua credibilidade profissional, que certamente foi o motivo para terem te convidado para a importante função que ocupa.
    A cidade inteira sabe que o radar móvel não foi retirado das ruas por conta da necessidade desta receita financeira. Ou seja, o Kiq prometeu algo que não podia cumprir, seja por desconhecimento da realidade, ou de caso pensado, (o que seria pior), pois, assim como os buracos do asfalto e as dificuldades na área da saúde, entre outros, o assunto era, e continuará sendo, uma das grandes indignações do povo. Foi, mais uma vez, o uso da velha prática das campanhas políticas: prometer. Mas isso que não faz a menor diferença, pois o povo já está acostumado com esta “cultura” de prometer para se eleger.
    Vamos aos fatos: só agora o radar móvel está sendo retirado das ruas porque o radar fixo vai suprir esta receita, e com generosa vantagem. Os números divulgados assustam e preocupam, pois nunca na história de Paranavaí se lavrou tantas multas.
    A bem da verdade nada disso seria necessário. Nossa cidade é pequena, pacífica e a grande maioria do nosso povo é ordeiro. Os índices de acidentes e atropelamentos são insignificantes, e estatísticas poderiam comprovar, mas, isto com certeza não será divulgado.
    Nem Caique nem Rogério deveriam ter lançado mão desta “ferramenta”.
    Isso é uma vergonha nacional. Exemplo disso, na grande São Paulo as multas de trânsito já representam 4% da receita do município.
    Então Senhor Nakamura, este comortamento não faz bem para sua imagem, e muito menos para a administração. Porque tentar justificar o injustificável? Porque não dizer a verdade, já conhecida? Melhor seria não dizer nada que desrespeitar nossa inteligência.

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