O Blog do Praxedes trouxe ontem à noite mais informações sobre a possibilidade de Rose Sanga deixar a presidência da Fundação Cultural, como informado ontem aqui. O jornalista Benedito Praxedes conta que “o prefeito de Paranavaí Delegado KIQ não estaria satisfeito com a forma que os recursos estariam sendo gastos”.
Assim como esse blog tinha informado, Praxedes reforça: o que está em jogo não é a competência da Rose. E complementa: “mas o método que vem sendo aplicado na distribuição de recursos”. Este Blog renova a informação que na avaliação de membros do Executivo, Rose “é fraca” politicamente. O jornalista também registra a forte reação da classe cultural à possibilidade de mudanças na presidência da FC – reação que pode ser conferida nos comentários feitos na notícia inicial.










A questão esbarra então também na ‘autonomia’ que as lideranças possam ter e exercer em suas áreas de atuação. A ideia de que o ‘gasto’ não está sendo feito como o Líder deseja, demonstra concentração decisória. Ser apenas um ‘liderado’, sem autonomia, talvez seja o sonho de muitos em troca das possíveis vantagens que os cargos tragam, o que acredito, por conhecê-la, que não seria a posição da Rose. A discussão também passa pela centralização/descentralização das decisões. Ser ‘fraca’ politicamente é não fazer o jogo do apoio explícito nesta quadra eleitoral que se avizinha? É isso? Ser ‘puxador de votos’ vai ser o critério de escolha? Esta é a ‘visão’ macro para Paranavaí? Ser um ‘balaio’ de votos para uns e outros?
Quanta diarreia… meu Deus esse prof. Ricardo codinome Prof. Carlos, ou ambos são (…) do PT!!! Só pode!!! Tudo do Contra!!!! Vai preparar suas aulas pra 2018, e atualizar o rombo que o PT deixou no pais!!!!
Pede para o seu prefeito assumir logo a prefeitura, babão…. observador falido
Mandou bem mano!
Vamos destrinchar certos paradoxos que se destacam nesse caso.
Uai, SE a premissa “de membros do Executivo” para a conclusão de que Rosi Sanga seja desembarcada do cargo de direção da FC é porque ela “é fraca” politicamente”, e SE, em entrevista ano passado (29.12.2016) ao PORTAL DA CIDADE [http://paranavai.portaldacidade.com/noticias/3670-caique-as-pessoas-entenderam-que-e-necessario-fazer-uma-limpeza-etica-e-politica ] o chefe do executivo, ao ser perguntado sobre possibilidade de eventual futura candidatura à reeleição, disse que “as minhas decisões NÃO SÃO DECISÕES POLÍTICAS.”; que “… isso [a honestidade] ficou bem claro inclusive nos critérios utilizados na escolha dos meus secretários, que são CRITÉRIOS TÉCNICOS.”, e se o prefeito “…não perde a oportunidade de dizer QUE NÃO É POLÍTICO, mas sim um servidor público no cargo de prefeito (…)” [ http://www.blogdopraxedes.com.br/post/2017/05/19/-o-discurso-do-prefeito-kiq ], então como fechar a conta do caixa desse discurso no caso Rosi Sanga? Ou as decisões dessa administração são políticas ou são técnicas. E até podem ser as duas coisas juntas.
O que é incoerente é ter-se um discurso geral para captar simpatias (já passou a campanha eleitoral) e outro discurso de ocasião para justificar prática contrária ao discurso geral eleiçoreiro. Os critérios administrativos precisam estar definidos em toda administração, principalmente na administração pública!
Sob pena de se ser injusto administrativamente, é preciso não se esquecer que Rosi Sanga: – é atriz e professora de teatro; já coordenou a Casa da Cultura; já coordenou o Museu Histórico, Antropológico e Etnográfico de Paranavaí, e atualmente preside interinamente a Fundação Cultural.
Quais outros razoáveis critérios técnicos mais precisa Rosi Sanga para continuar à frente da FC no entendimento da chefia da administração atual? Precisaria ela ser PHd em Artes ou Administração Pública? Será que a excelente experiência técnica de Rosi está incomodando politicamente alguém sem nenhum desses seus qualificativos profissionais? Rosi já passou por diversas administrações… e ficou, única e exclusivamente porque é competente no que faz! Simples assim.
Seu comentário é brilhante e prova por A + B que a Rosi deve continuar no cargo.
Mas não é só isso: demonstra que o prefeito Kiq é um político como qualquer outro, pois os discursos de campanha eram exatamente isto, discurso de campanha e nada mais.
Vai voltar o Aumaury, fiquem tranquilos!!!!
O Novo fazendo o velho, e tudo continua igual como antes na terra de abrantes.
E SEU OBSERVADOR NAO VA SURTAR, 2018 TA CHEGANDO…