Para responder a uma reportagem publicada ontem à noite pela RPC Noroeste (Paraná TV – 2ª Edição), denunciando a falta de medicamentos na Farmácia Municipal, a Prefeitura informa que aumentou a verba para a compra de remédios. Através de matéria distribuída à imprensa, diz que o problema “se arrasta há anos” e reclama do Governo Federal.
Leia abaixo a reportagem distribuída pela Prefeitura
A Secretaria de Saúde trabalha para resolver um problema que se arrasta há anos, a falta de medicamentos na Farmácia Municipal. Para isso, conseguiu viabilizar um aumento nos recursos do município para a compra dos remédios. O repasse municipal para o ano de 2017 seria no valor de R$ 206 mil, mas a Secretaria de Saúde conseguiu um aditivo que aumentou este valor em 400%. Assim, o repasse anual passa a ser de R$ 823 mil.
“O processo de compra de medicamentos para a Farmácia Municipal envolve
contrapartidas das três esferas de governo: Federal, Estadual e Municipal. O que acontece é que nos últimos anos, o valor da contrapartida do município não estava sendo suficiente para suprir a demanda. Além do valor ser insuficiente, também estamos lidando com o atraso na entrega de medicamentos do lote Federal. Até o dia 6 de julho, 73 itens do lote federal ainda não haviam sido entregues, e são todos itens da última compra feita no mês de maio. Os medicamentos da parte do Governo Federal começaram a chegar na última sexta-feira, dia 14, mas há ainda há itens que não vieram”, esclareceu a secretária de Saúde, Andréia Vilar.
Para a secretária, a atual falta de medicamentos na Farmácia Municipal se deve a uma séria de fatores que foram se somando. “O valor da contrapartida do município sempre foi insuficiente, a demanda aumentou muito depois que reabrimos a Farmácia em período integral, o preço dos medicamentos teve um aumento médio de 30% (o que torna impossível comprarmos a mesma quantidade de medicamentos com o mesmo valor para gastar), o Governo Federal e o Estadual têm atrasado muito a entrega dos itens que são de responsabilidade deles, e assim por diante. Mas nestes seis meses à frente da secretaria, temos buscado uma solução para esta situação. Estudamos as possibilidades e conseguimos aumentar consideravelmente o valor da contrapartida do município, que agora deve ser suficiente para colocarmos tudo em ordem”, enfatizou.
Andréia explicou ainda que a compra de medicamentos para a Farmácia Municipal é feita quatro vezes por ano, através do Consórcio Intergestores Paraná Saúde. “As compras são feitas nos meses de fevereiro, maio, agosto e novembro. Nossa expectativa é de que consigamos restabelecer o estoque de medicamentos na Farmácia com esta compra que já está programada para agosto, já que antes tínhamos pouco mais de R$ 50 mil para cada compra e agora são R$ 205 mil”, frisou.










Valeu sra. Andrea… o governo federal… o governo estadual (que ela apoia) nao mandam dinheiro e o seu governo o municipal nao investe… entao da nisso… a falta de remédios para uma populaçao que tanto acreditou nesse governo e agora ve o desgoverno!!!
Poderia comprar seringa ultra-fine para os diabéticos, que sofrem usando está seringa de agulha grossa que a farmácia municipal oferece.
o buraco é mais em baixo, eu sabia que as coisas iam começar a piorar a partir do mes de agosto, mas errei… já começou em julho, e agora so tende a piorar, pois nao se tem nenhum ato bom de planejamento, tudo feito fora do padrao, primeiro esperam acaba prá depois comprar… aaaahhh e sobre a falta de papel higienico nas reparticoes e copo plastico para se beber agua tbém… a coisa tá feia…mesmo!!!
O problema ou a culpa é sempre das gestões anteriores! Sinceramente, eu não entendo o porque essas pessoas não assumem logo o problema e esquece o passado. Tem que falar do agora. É algo do tipo: Temos um probleminha, mas, viu como era o problemão com o ex? Ou, Crise? que crise? Aqui vai ser uma marolinha!. Resolvam o problema e esquece o passado e foca nos problemas de hoje.