Empresa local vendia produto falsificado

Publicado em 12 de julho de 2017

A Secretaria municipal de Patrimônio, Compras e Logísticas de Maringá apreendeu hoje produtos de limpeza ‘falsificados’ fornecidos para uso em escolas municipais e unidades de saúde. A carga, oriunda de empresa de Paranavaí, era formada por detergente, água sanitária, álcool higienizante (70%) e limpa alumínio.
A empresa responsável pelo fornecimento venceu do pregão no ano passado, mas estava fechada desde dezembro de 2016. A denúncia foi feita por servidores, que perceberam a ineficiência do detergente na limpeza. O primeiro carregamento de detergente foi entregue em maio.
“Identificamos que na embalagem falsificada o rótulo era de papel e a consistência era diferente da amostra apresentada. Além disso, no rótulo contava a fabricação do detergente em junho de 2017, sendo que a empresa está interditada desde 2016”, explicou o secretário Paulo Sérgio Carstens.
“A mercadoria foi apreendida e o contrato com a empresa será encerrado. A segunda colocada no pregão será convocada para apresentar amostra de seus produtos para avaliação. Se aprovarmos, vamos efetuar a compra”, disse o secretário. (Com informações da Prefeitura de Maringá)

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5 comentários sobre “Empresa local vendia produto falsificado

  1. Pq o nome da empresa não é divulgado. Será que os blogueiros e sites de notícias são sócios dos tais mau “empresários falsificadores”.

    NOTA DO BLOG – A notícia foi divulgada pela Prefeitura de Maringá, que não informou o nome da empresa.

    • Ta no portal da transparência da prefeitura de Maringá, a empresa é a JC FERRAGENS – EIRELI – ME, inscrito(a) no CNPJ sob nº. 10.367.732/0001-78, com sede na cidade de Paranavaí/PR, à Avenida Paraná, nº 626, Centro.

      ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº. 53/2017
      PREGÃO PRESENCIAL Nº. 339/2016-PMM – REGISTRO DE PREÇOS
      PROCESSO Nº. 1208/2016-PMM
      VALIDADE: 12 (DOZE) MESES

      • eu estou descontente com a eficácia dos produtos. Se as prefeituras não divulgarem as empresas que falsificam produtos, continuam lesando o consumidor e beneficiando pessoas de mau caráter.

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