Num caminho de difícil retorno, o governo Dilma quer contribuir com 34% de redução de gastos, a outra parte, 66% será paga pelo contribuinte via CPMF para colocar a nação nos trilhos suportáveis de liquidez. Mas a certeza de aprovação já aguça a voracidade perversa de alguns governadores que querem nova artéria de amamentação de suas previdências igualmente mal gerenciadas.
Curiosamente o que chama a atenção, se a única proposta que mexe com o governo federal é: a menor parte do pacote malvado e corte de alguns cargos, qual será a moeda de troca para a necessária aprovação delas, CPMF e alguns “sacrificados de boa hora” de cargos e desproporcionais/astronômicos salários? Qual será o objeto rifado para encantar nosso Congresso?
Na prática, certeza somente se têm da impunidade, quando se acendem olhos da razão para ler, também, que o mesmo magistrado que conduz com total probidade e objetividade, a operação Lava jato, juíz Sérgio Moro, em 2004 julgou e condenou o doleiro Alberto Youssef, quanto ao escândalo do Banestado, mas a lentidão dos recursos na Justiça permitiu ao mesmo magistrado, alcançar o mesmo doleiro, julgá-lo e condená-lo novamente sem que sequer ele tenha cumprido o primeiro apenamento, 11 anos depois. (Gabriel Esperedião Neto, Velho Gagá)








