Diretoria do Samu Noroeste deve recorrer ao Ministério Público para solucionar problemas de inadimplência de diversos municípios integrantes do Sistema, que juntos são responsáveis por um atraso de mais de R$ 2.4 milhões, que com R$ 2.5 milhões dos governos Estadual e Federal, somam aproximadamente R$ 5 milhões e podem provocar a paralisação do serviço, já que entre outros problemas, os funcionários estão sem receber.
A afirmação foi feita em entrevista, hoje, ao Paraná Tv pelo prefeito de Paranavaí, Rogério Lorenzetti (PMDB), vice-presidente do Samu.
O Samu atende mais de um milhão de pessoas. A sede fica em Umuarama e conta com três centrais. Uma em Paranavaí, em Cianorte e outra em Campo Mourão.
O valor da contribuição, de R$ 0,50 por habitante de cada município, tem sido insuficiente para cobrir as despesas, e já no início de 2015 será de R$ 0,80 por habitante.
Por ocasião do lançamento do Samu Noroeste o governo do Estado comprometeu-se em contribuir com R$ 350 mil por mês, dos quais, mais de R$ 1 milhão, atrasados deverão ser liberados até amanhã.
Já o Ministério da Saúde promete liberar uma parte dos recursos até o final de dezembro.
Segundo Lorenzetti, que demonstrou habilidade política ao afirmar que “confia nos prefeitos, acho que têm interesse de continuar o serviço”, com estes repasses do governo do Estado e do governo Federal, será possível pagar os salários atrasados dos funcionários e amenizar outros problemas.
Rogério anunciou que a região de Ivaiporã deverá ser integrada ao Samu Noroeste, com 16 municípios e cerca de 130 mil habitantes, e para tanto, deverá buscar recursos dos governos Estadual e Federal.








