Está no site do TSE: entre os candidatos a deputado estadual de Paranavaí nas eleições deste ano, Sebastião Medeiros (PTB), o único que conseguiu se eleger, foi o que mais gastou na campanha: R$ 401.476,98. Teve varias doações e colocou recursos próprios. Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, gastou R$ 191.898,01, dos quais R$ 150 mil foram doados por Ricardo Barros, que elegeu-se deputado federal. Claudemir (Irmão) Barini (PSC) apresentou gastos de R$ 71.305,10. Seu maior doador foi o ex-patrão Carlos Molina, R$ 18 mil, e o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) foi o segundo maior doador,com R$ 5 mil. O professor Ivan Bernardo (PSTU) teve movimentação financeira na campanha de R$ 970,00. O site do TSE informa que o candidato José Edegar Pereira (PDT), o Bedão, não apresentou prestação de contas.
Já o candidato a deputado federal Teruo Kato (PMDB) declarou movimentação de R$ 268.322,50, entre recursos próprios, de familiares e de suas empresas.









Quem paga a banda, escolhe a música.
Inteligentíssimo chiste, Silvana!
Com sua licença, atrevo-me a complementá-lo:
“… e quem não estiver aguentando o atual som da tuba na melodia, que trate de ir pra outras bandas, procurar pelas bandas das bandas de lá.” Abs
depois de eleitos vão receber este dinheiro de volta, ou vão receber das custas dos impostos dos eleitores. compenssa gastar tanto, deve ser muito boa a teta depois de eleito
E claro que pra os eleitos e, pra os financiadores compensa. só não compensa pra população que perdera seu pretenso representante que ficara preso ao grupo que financiou sua campanha. J.P.DO VOZ
Tudo declarado, e daí?
Muito bom, “Comentarista”.
Como você bem percebeu, ainda há muitas pessoas em nosso meio que não se acostumaram com a trivialidade da transparência nas informações.
Por isso, quando as veem, tomam-nas como névoas de um passado negro não muito distante, e daí se assombram.
Mas particularmente tenho isto, esta reação comum, como normal, “Comentarista”. Afinal, nossa democracia ainda é uma moça romântica que está na “fulô” de seus vinte e poucos anos, como diria o poeta.
Então, esperançosos, aguardemos que ela, a nossa democracia, atinja o equinócio tri-hormonal da experiência, formosura e independência, fase em que com certeza dará a nós e ao nosso povo o amor maior em sua plenitude, como se fora uma autentica balzaquiana ávida por carinhos. Abs
Muito próximo: apenas, 12 anos quando se faziam a falcatrua e varriam-na para baixo do tapete. J.P.DO VOZ
Como sempre, João de Paula, você com dificuldades de interpretação como bom troler petista aguerrido que é; me referi aos anos da ditadura.
Leia mais, João, mas leia de tudo, sobretudo literatura nacional, e não apenas os boletins encarnados de seu amadoidolatradosalvesalvesequempuder querido partido.
Há excelentes autores que muito podem contribuir pra sua melhora linguística e de interpretação de textos.
Uma única sugestão pra não lhe cansar; leia “A PEDRA DO REINO E O PRÍNCIPE DO SANGUE DO VAI-E-VOLTA”(pra lhe ajudar; este é o nome de uma única obra, viu?), do inesquecível Ariano Vilar Suassuna. São só seiscentas e quarenta e duas páginas… e a trama é envolvente, além de engraçadíssima. Genuinamente nacional!
Aliás, por falar em tapete, a alcatifa petista está tão encaroçada das coisas mal ajambradas que o governo atual tem tentado esconder apesar dos jatos delatados da Operação Lava Jato, que já se pensa em reassoalhar os chãos dos órgãos administrativos e das empresas estatais, principalmente a Transpetroleva e a Petrobraçada, com pranchas de ipê nobre tirado da área de desmatamento de Belo Monte, que conheço pessoalmente, por lá haver vivido durante cinco anos, transamazonicamente. Abs