Secou a fonte

Publicado em 28 de setembro de 2014

Acompanhando de perto a movimentação política em Paranavaí, o ex-prefeito de Maringá, Ricardo Barros (PP), teria percebido que a dobrada com o vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, não estava surtindo efeito. As enquetes e pesquisas de opinião estariam indicando que Picorelli não está transferindo votos a Barros.
Resultado: Barros, que fez generosa doação a campanha do vereador (R$ 120 mil segundo dados do TSE), despachou para cá a ex-vereadora de Maringá, Edith Dias sob o pretexto de ajudar na campanha, mas com o objetivo oculto de só garantir o fluxo de recursos se começarem a transferência de votos. Até talões de cheques da campanha teriam trocado de mãos.
Mas, a bem da verdade, Barros não teria motivos para reclamar, pois segundo rumores que correm nos bastidores políticos, depois de conhecer as bases de apoio que Picorelli construiu na região, visitando cada uma delas com o vereador, voltou para uma nova visita. Só que desta vez cooptou estas bases de apoio para sua filha, Maria Victória (PP, deixando Pó Royal a ver navios.
Para quem conhece o estilo de Ricardo Barros de fazer política sabe que ele não rasga dinheiro e não dá ponto sem nó.

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