Cada eleição tem a sua história

Publicado em 27 de setembro de 2014

Costuma-se dizer nos meios políticos que cada eleição é uma eleição, os candidatos podem até ser o mesmo, mas o desempenho pode variar muito de um pleito para outro.
Quem deve estar sentido hoje isso na pele é a candidata do PT ao Governo do Estado, Gleisi Hoffmann. Quatro anos atrás ela foi candidata a senadora e obteve 3.196.468 votos, o equivalente a 29,50% dos votos válidos, se tornando a mais votada. Hoje, candidata a governadora, seu desempenho está sofrível, já que as pesquisas lhe dão 10% das intenções de votos, o que deve significar algo entre 600 mil e 650 mil votos.
Já o peemedebista Roberto Requião tem um melhor desempenho que quatro anos atrás, quando recebeu 2.691.557 votos, ou seja, 24.84% dos votos válidos. Agora suas intenções de votos está na casa dos 30%, o que deve lhe dar algo em torno de 2 milhões de votos. Lembrando que nas eleições para o Senado em 2010 o eleitor tinha direito a dois votos.
Na ocasião, Gustavo Fruet, então no PSDB, teve 2.502.805 votos (23,10%) e Ricardo Barros (PP) conquistou 2.190.539 votos (23,10%).
Já o governador Beto Richa (PSDB) garantiu sua eleição no primeiro turno. Ele conquistou 3.039.774 votos (52.44%) e Osmar Dias (PDT) foi o escolhido de 2.645.341 votos (41.67%). Os candidatos dos partidos nanicos, juntos, fizeram 111.911 votos.
Em 2010, Beto e Osmar eram os candidatos competitivos. A eleição foi polarizada. Agora são três candidatos: Beto, Requião e Gleisi, o que pode levar a disputa para o segundo turno.

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