SIMP pede a ANEEL melhoria em rede de distribuição de energia elétrica

Publicado em 25 de novembro de 2021

SimpO Sindicato das Indústrias de Mandioca do Paraná (SIMP) encaminhou documento ao diretor geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), André Pepitone da Nóbrega pedindo providências para a regularização na distribuição de energia elétrica na região de Paranavaí, especialmente na rede de atende o distrito de Mandiocaba, onde se concentra associados da entidade. O assunto foi discutido em reuniões do Sindicato.Segundo um dos associados, que enfrentou problema semelhante, a solução só aconteceu depois que uma entidade de classe deu conhecimento do fato à ANEEL. Desde que os problemas começaram a se tornar mais constantes, houve informações de que seriam solucionados. No entanto, não houve melhoria e por isso o assunto foi levado à agência que regula e fiscaliza o setor.

No documento, assinado pelo presidente Guido Bankhardt, o SIMP informa sobre as “constantes oscilações e interrupções no fornecimento de energia elétrica em linhas que abastecem indústrias de mandioca e de outros setores, como uma grande indústria de suco natural de laranja” no distrito de Mandiocaba, “causando grandes prejuízos”.

Bankhardt sublinha no documento que “as indústrias se modernizaram nos últimos anos. E a automatização exige qualidade no fornecimento de energia elétrica, sob pena de desprogramar e interromper o processamento mandioca para a produção de fécula, farinha e beiju. Pequenas oscilações já são suficientes para interromper a programação, causando prejuízo, perda de matéria-prima e tempo para reiniciar as operações”.

Diz que “segundo nossos associados, as interrupções estão cada vez mais frequentes e acontecem mesmo em condições climatológicas normais, o que deixa claro a necessidade de melhorar a rede de transmissão e a instalação de uma nova subestação para atender a demanda cada vez mais crescentes das indústrias da região. O Brasil tem pressa de crescer. O Paraná quer contribuir com este crescimento, mas sem energia elétrica as indústrias não processam”.

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