INSTITUTO MAURÍCIO GEHLEN

Publicado em 13 de abril de 2019

CCI: Emoção e gratidão marcam as
comemorações do primeiro aniversário

Aniversario-do-CCIForam dois dias de comemoração marcados por momentos de emoção, de manifestações de gratidão e de respeito. Foi desta forma que foi comemorado o primeiro aniversário do Centro de Convivência do Idoso (CCI) do Instituto Maurício Gehlen, inaugurado em 14 de abril do ano passado.Com a presença de grande número de frequentadores do CCI, seus familiares, colaboradores e diretores voluntários, houve intensa atividade nas tardes de quinta e sexta-feira.

Na quinta-feira foi realizado o Festival Cultural, que revelou um grande número de talentos. Foram 30 apresentações, entre canto, música instrumental, teatro, dança de casal, em grupo e típicas, declamação de poesias, leitura de textos etc. Muitos dos “artistas”, antes da apresentação, manifestavam sua gratidão ao CCI, aos seus funcionários e ao fundador Maurício Gehlen, que acompanhou os dois dias de comemoração. Cada um deles ou representantes dos grupo, recebeu uma medalha de participação.

EMOÇÃO – Na sexta-feira foram vários momentos de emoção. As atividades começaram com os frequentadores e colaboradores dando um abraço simbólico ao prédio do CCI. Um grupo musical cantou a oração do Pai Nosso. Na sequência, já sob a tenda que foi instalada na quadra de vôlei, foi cantado o “Parabéns a Você” e a entrega de medalhas aos participantes do Festival Cultural.

Os momentos mais emocionantes aconteceram em seguida. Cinco frequentadores do CCI entregaram cada um uma rosa a Gehlen e na sequência vieram outras 360 rosas que foram levadas pelos usuários do Centro, representando os 365 dias de atividades, “de alegria, ternura e carinho”. Rosa é a flor preferida do empresário.

Maurício e seus irmãos, Beatriz e Marcelo, que participam da gestão do Centro, foram homenageados em nomes de seus pais, Alzeno e Noêmia, que faleceram em um acidente automobilístico.

“O Maurício tem dito que dar atenção e carinho aos idosos é uma forma de homenagear os pais dele. Diz também que seus pais são inspiradores desta instituição. Logo, todos aqui têm uma dívida de gratidão com este casal, que deixou como legado um filho generoso, que compartilha com os seus semelhantes o que tem. Os colaboradores e frequentadores desta instituição gostariam muito de agradecer ao seo Alzeno e a dona Noêmia pela família maravilhosa que deixaram, os seus filhos. Como isso é impossível, faremos a homenagem através de seus filhos Maurício, Beatriz e Marcelo”, explicou o cerimonial.

Já na parte final do evento, foi apresentado um vídeo institucional do primeiro aniversário. Nele alguns dos frequentadores contam como sua vida se transformou a partir do CCI. Alguns com histórias mais tristes, mas que estão sendo superadas ou já foram superadas graças as atividades que participam hoje.

Os filhos de Maurício, os médicos Tatiane e Pedro Henrique, mandaram mensagem de vídeo também se congratulando com o aniversário do CCI.

O coral formado pelos colaboradores do CCI, com o apoio dos voluntários Camila, Fernando e Luizinho, nos instrumentos, foi o responsável pelas músicas apresentadas na tarde de sexta-feira.

Emocionado, o empresário Maurício Gehlen agradeceu a confiança das famílias e dos próprios frequentadores por confiarem à sua instituição os cuidados de sua convivência. Agradeceu os cumprimentos que recebeu pelo aniversário (ele completa mais num ano de vida no dia 18, quinta-feira) e, mais uma vez, a sua família, por ter aberto mão de uma eventual herança para viabilizar o CCI. Reafirmou, por fim, o seu compromisso de dar qualidade de vida e carinho aos idosos através do Centro de Convivência, que atualmente está atendendo gratuitamente quase 1.200 pessoas acima de 60 anos.

 

 

Alda

Um comentário sobre “INSTITUTO MAURÍCIO GEHLEN

  1. Nesse excelente blog diz: “PARANAVAÍ NOTÍCIAS E DENÚNCIAS SOBRE POLÍTICA”
    Não sei onde publicar esta notícia, por isso a coloco aqui, com meus pedidos de desculpa, e que a mesma seja colocada como vocês colocam tais informações.
    Obrigado – Afonso

    https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/2019/04/21/prioridade-do-stf-e-tirar-toffoli-do-mundo-da-lua/

    BLOG DO JOSIAS

    Prioridade do STF é tirar Toffoli do mundo da Lua.

    Dias Toffoli está no mundo da Lua, onde não ecoam as críticas. Encantou-se com a ausência de redes sociais, de procuradores e de jornalistas. Com um inquérito secreto, tentou transportar o Supremo Tribunal Federal para esse cenário ideal. Errou o caminho. Levou a Corte à autodesmoralização. A prioridade dos colegas de Toffoli é trazê-lo de volta do espaço.
    Sabe-se que Toffoli está brigado com a Constituição. Mas espera-se que volte a respeitar pelo menos a lei da gravidade, reaprendendo que as encrencas sempre caem na cabeça de quem se coloca embaixo delas. As declarações de Toffoli indicam que não será fácil recolocar os pés dele na Terra. Seu alheamento atingiu um grau que roça o delírio.
    Na manhã da última quinta-feira, o presidente da Suprema Corte cultivava duas ilusões: a ilusão de que preside e a fantasia de que a censura teria o respaldo da maioria dos seus pares. “Sou presidente do Supremo”, declarou. “Eu sei exatamente a correlação de forças que tem lá, porque todo colegiado é plural. […] As decisões tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes têm respaldo da maioria.”.
    Àquela altura, faltava a Toffoli o respaldo do próprio Moraes. Relator do inquérito secreto aberto para conduzir o Supremo a um mundo isento de críticas, Moraes revogaria a censura horas depois. Além das críticas de Marco Aurélio, caiu-lhe sobre a calva uma nota do decano Celso de Mello pró-liberdade de imprensa. O texto continha o peso do endosso de mais da metade da Corte.
    Noutra evidência de que está fora da órbita da Terra, Toffoli passou a esgrimir nos últimos dias a teoria segundo a qual a Lava Jato é obra do Supremo. Nessa versão a maior operação anticorrupção já realizada na história só existe porque a Suprema Corte firmou dois “pactos republicanos” —um sob a presidência de Nelson Jobim, em 2004; outro sob o comando de Gilmar Mendes, em 2009.
    Jobim não é propriamente um entusiasta da Lava Jato, que encrencou muitos dos seus amigos. Gilmar tornou-se, ao lado de Toffoli, um adepto da política de celas abertas. Refere-se aos procuradores como “gentalha”, “gente desqualificada”, “despreparada”, “covarde”, “gângsteres”, “cretinos”, “infelizes”, e “reles”. Acha que eles “integram máfias, organizações criminosas”. Considera que “força-tarefa é sinônimo de patifaria”.
    No mundo da fantasia de Toffoli, “todos nós somos a favor do combate à corrupção, de passar o Brasil a limpo, todos nós somos a favor de que quem desvia dinheiro público seja investigado e condenado. E cumpra a sua pena.” No mundo real, gente como José Dirceu, corrupto reincidente, está em liberdade graças a uma decisão da Segunda Turma do Supremo, com os votos favoráveis de Toffoli e Gilmar.
    Guindado à presidência do Supremo graças a um sistema de rodízio que não leva em conta a qualificação, Toffoli permanecerá no posto até setembro de 2020. Se não for contido, é tempo suficiente para consolidar o suicídio institucional.
    As decisões mais recentes de Toffoli indicam que ele tomou gosto pelo comportamento de alto risco. Muita gente está empenhada em chamar a sua atenção —dentro e fora da Corte. Mas quanto mais o criticam, mais desmoralizado Toffoli se empenha em ficar.
    Toffoli ama o desastre. E é plenamente correspondido. Mas não é recomendável dizer isso em voz alta. Aí mesmo é que o hipotético comandante do Supremo e seu relator predileto Alexandre de Moraes podem atear fogo às próprias togas, chamuscando ainda mais a Corte.
    Resta confiar na sobriedade e na responsabilidade da maioria do Supremo. Não há tempo a perder. Ou fica claro nos próximos dias que o inquérito secreto viajará do mundo da Lua para o arquivo ou o delírio de Toffoli será convertido num processo de autocombustão do próprio Supremo.

    Afonso – São Chico – SC – 21.04.2019

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