MST promete ocupar Brasília

Publicado em 11 de julho de 2018

no registro da candidatura de Lula

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) vai iniciar uma marcha rumo a Brasília no próximo dia 10 de agosto. Cerca de 5 mil integrantes do movimento irão até ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 15, acompanhar o registro da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República.
A grande marcha terá a participação da Frente Brasil Popular, de partidos políticos e das centrais sindicais que promoverão no Distrito Federal o “Dia Nacional de Mobilização Sindical Popular Lula Livre”.
A ocupação de Brasília por ‘Lula Livre’ e ‘Lula candidato a presidente’ contará ainda com o apoio de movimentos da juventude do PT e de legendas aliadas ao ex-presidente.
do Blog do Esmael

Alda

3 comentários sobre “MST promete ocupar Brasília

  1. O povo não pode esquecer que em mais de 13 anos de governo democrático do PT, 8 anos de Lula e mais quase 5 de Dilma, conseguimos realizar uma ampla reforma agrária, que possibilitou acabar com os Sem-Terras Brasil afora. Todos conseguiram seu pedaço de terra para produzir os seus alimentos. Com menos Sem-Terras não havia porque existir o MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terras.

  2. esse marcos santos devia trabalhar com os trapalhoes ele gosta de fazer piadas,kkkkkkk

  3. Estão em liberdade os 15 policiais presos acusados de participação ma “Chacina de Pau D Arco” que vitimou 10 trabalhadores rurais, em maio de 2017, na fazenda Santa Lúcia, sudeste do Pará. A decisão de libertar os policiais foi do ministro Ribeiro Dantas, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas o Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJ/PA) já havia concedido habeas corpus favorável aos 15 policiais, sendo 13 militares e dois civis. Os policiais foram presos em setembro de 2017 após investigação da Polícia Federal que apurou a participação deles na execução dos camponeses. A PF havia aprendido celulares e documentos de 11 pessoas suspeitas de terem conhecimento do plano para a chacina. Entre eles, três membros da família Babinski, supostos proprietários da fazenda ocupada. A terra é da União e foi grilada por essa família com ajuda das autoridades locais. Testemunhas que escaparam da execução relatam que um ônibus escolar com cerca de 30 policiais chegaram ao acampamento, se aproximaram dos trabalhadores silenciosamente e, ao avistá-los, começaram a disparar enquanto camponeses corriam em todas as direções.
    No Brasil, menos de 1% dos proprietários agrícolas possui 45% da área rural do país. Estes senhores latifundiários, donos das grandes fazendas, com mais de mil hectares, concentram 43% do crédito agrícola fornecido pelo Estado. Para seguir ampliando suas terras e aumentar suas produções, estes coronéis das terras desmatam as florestas e perseguem , matam e roubam as terras de pequenos agricultores, índios e quilombolas.
    – Reforma agrária já para os camponeses sem terra: emprego, salários e direitos para os operários agrícolas;
    – Punição aos assassinos e mandantes dos crimes contra os trabalhadores rurais, indígenas e quilombolas:
    – Estatização, sem indenização e sob controle dos trabalhadores, de empresas que provocam desastres ambientais, como a Vale do Rio Doce/Samarco e a Hydro, do agronegócio e da indústria extrativista e proibição de privatização e desnacionalização da água.

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