Professor Carlos ainda não definiu voto

Publicado em 30 de maio de 2018

O vereador Carlos Alberto João (PT), o Professor Carlos, ainda não definiu como vai votar o projeto de decreto legislativo, que aprova as contas do ex-prefeito Maurício Yamakawa (PP), referente ao ano de 2008. O Tribunal de Contas exarou parecer pela rejeição das contas, mas a Comissão de Finanças e Orçamento, por maioria, refugou o parecer do TC e apresentou projeto aprovando o balanço.
Carlos conta que não concordou com o fato de a matéria não ter sido levada a votação na sessão desta semana. Sobre seu voto, disse: “confesso que, como é a minha primeira vez diante de tal situação, não me sinto tão à vontade em fazer um julgamento técnico”. Esclarece que, lendo o processo “fica claro que houve um crime fiscal, mas não houve crime de corrupção, de enriquecimento ilícito ou desvio de dinheiro público”. E por isso, diz ele, “resolvi ter cautela e não tomar qualquer posicionamento precipitado, já que foi adiado, não a meu pedido, vou manifestar o meu voto na próxima segunda na tribuna da Câmara”.

Alda - 391x69

3 comentários sobre “Professor Carlos ainda não definiu voto

  1. Pense bem professor.
    O fato é que houve um crime e crime é crime. Por isso o Tribunal reprovou as contas.
    Não misture seu bom nome com ilícito.
    Como disse o vereador Aldrey esta grana pode ter sido gasta em função da campanha de reeleição do ex-prefeito.
    Fala sério né professor. Este assunto nem deveria estar sendo discutido. Para os dois vereadores, Zenaide e Mancha, que decidiram ir a favor do Yamakawa crime é só roubo. Nem deveriam fazer parte deste tipo de comissão. Isto é loucura.

  2. Senhor professor
    Confesso que sou simpatizante de algumas ponderações suas.
    Admiro também sua profissão de professor e sua inclinação socialista.

    Peço que seja razoável!
    Analise a capacidade que essa câmara tem para refugar um parecer técnico do TC cujo processo durou mais de uma década. Foram inúmeros recursos de advogados até chegar a essa reprovação.
    E você disse tudo: “julgamento técnico”. Já houve o julgamento técnico pelos conselheiros do tribunal de contas e foi devidamente resguardado todo o direito de ampla defesa. Moralmente não compete aos vereadores a decisão de aprovar as contas contrariando a decisão do TCE.

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