Sempre presente

Publicado em 12 de março de 2018

O agropecuarista Valdemar Delatorre já tem uma proposta de campanha e, se eleito, de atuação parlamentar. Pré-candidato a deputado federal pelo MDB, Delatorre diz que o político tem que este sempre presente na vida do eleitor, seja na campanha, visitando-o para ouvir suas reivindicações e, eleito, voltar para conversar com ele, continuar ouvindo e, sobretudo, prestando conta de seus atos. Delatorre já visitou 167 municípios na atual pré-campanha.

Alda

8 comentários sobre “Sempre presente

  1. Esse discurso é do tempo do guaraná de rolha, tio.
    Uma dica:
    “Um adulador parece-se com um amigo, como um lobo se parece com um cão. Cuida, pois, em não admitir inadvertidamente, na tua casa, lobos famintos em vez de cães de guarda.” Epicleto

    Aos demais:
    “A bajulação é o esgoto que a vaidade humana se permite exalar.”
    Jeno Oliveira

    • Só para entender: O teu #diganãoareeleição subentende que ele não o possa? Nem mesmo se eleger? Pois me parece ser um candidato ‘novo’…

      • Prezado Professor Ricardo
        Tenho imensa gratidão e orgulho pela sua profissão.

        Enfim… ele é eleito, hipoteticamente.
        Consegue perceber que de certa forma estaríamos reelegendo?
        Analise o discurso. Se o senhor mesmo fez questão de identificá-lo como “novo”, então qual a dúvida?
        Poder todos podem, “conforme a lei”. Mas quem decide somos nós.

        DIGA NÃO A “REELEIÇÃO”

        • Correto. Quem decide somos nós. Só acredito que este em particular não se enquadra em tua proposta de não reeleição, já que ele nunca foi eleito. Pelo que entendo, existe um viés ideológico em tua proposição que não fica claro em tua palavra de ordem. Deverias deixar claro quais tendências não deveriam se reeleger ou mesmo se eleger.

          • Viés ideológico? Palavra de ordem? Deixar claro as minhas tendências???

            Oras professor…
            Digo que não terá dificuldade em encontrar um viés ideológico nos poderes executivo, legislativo e judiciário. Lá encontrará motivos e assuntos suficientes para um embate. Aproveita também e tenta instituir a sua Palavra de Ordem porque todos sabem que não existe.

            Quanto a deixar claro a minhas tendências, faço a réplica:

            Exponho minhas opiniões (anonimamente) como qualquer leitor ou eleitor indignado. Acredito que o começo para combater a corrupção é o fim da reeleição. E nada me impede de opinar contrariamente sobre qualquer candidato. Mas se a expressão DIGA NÃO A REELEIÇÃO lhe incomoda tanto (e Por moTivos óbvios), por que o senhor não deixa claro as suas REAIS intenções?

  2. Tua palavra de ordem deixa clara uma intenção: não reeleger ninguém, o que em sí nada significa, a não ser a ideia de jogar a criança com a água da bacia fora, pois nem todos são iguais. Partindo deste princípio acreditei que eras apenas isso: um semeador de mais um lugar comum do ‘todos são iguais’, o que não me preocupa. No entanto, ao observar tua posição sobre um candidato que ia para a eleição e não reeleição, percebi um viés ideológico enrustido que não aparece claramente em tua palavra de ordem. Fiz um questionamento a respeito para entender tua posição, que mais parece aquela de 13 dos ‘ninguém me representa’. Dito isso, tua resposta nada esclarece sobre tuas reais intenções, pois ainda não respondeste a questão: qual lado não pode eleger ou reeleger ninguém? A partir daí se pode saber o que representa a palavra de ordem #diganãoareeleição que usas. O fato de teu anonimato nem me espanta. Geralmente, os anônimos não tem posição nenhuma ou tem medo de alguém. Por isso não sou anônimo. Tenho posição e não tenho medo de ninguém.

  3. Embora eu sinta prazer em discutir assuntos polêmicos, principalmente de caráter político, tenho plena consciência de que minha persuasão não atingiria a todos ou sabe-se lá alguém. Mas considero essa situação perfeitamente compreensível e aceitável. Minha frustração seria encontrar alguma censura no direito de me expressar.
    O fato de o senhor discordar da minha opinião é perfeitamente natural. Mas esperar que eu te convença das minhas ideologias seria inviável e indigesto.
    Quando afirma que “nem todos são iguais” em referência aos nossos “estimados” políticos, digo que na atual conjuntura teríamos que separa o trigo do joio. E acredito que sua idolatria política é do tipo fla-flu, partidário. Portanto, justifico que seria inviável e indigesto qualquer discussão.
    Quanto ao meu anonimato, se o senhor acreditasse realmente que eu não possuo uma posição, então por quais motivos me questiona tanto. Sendo assim, eu teria motivos para lhe chamar de louco ou bobo.
    E medo não sinto. Preocupo-me com os que estão ao meu lado.

    É isso…

  4. Sério mesmo? um ano de pré-campanha para dizer que “já tem uma proposta”? E essa proposta é visitar os eleitores? E as funções de fiscal e legislador?

    Me questiono, para que rumo vai seguir essas eleições, onde pelo texto publicado até agora a pré-campanha não passa daquele maldito lobby e proposta zero, se baseando em apenas angariar aliados esquecendo que existe uma atuação após as eleições e sua única proposta vai ser visitar os eleitores.

    Os eleitores querem respostas para problemas vividos, quais as propostas de lei e de atuação que realmente irão mudar os rumos desta nação.

    Que Deus proteja aos brasileiros!

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