Da equipe de colaboradores
Agora virou moda. Um pouco sensacionalista a matéria, quando diz que Nova Londrina estava toda pintada de laranja e amarela, mas tudo bem…Agora Marilena está na mira da Justiça, por ostentar dois peixes no portal e por ter alguns prédios públicos pintados de azul. As cores matriz são poucas e muito usadas pelos partidos. Vai daí vque os prédios públicos terão que ser pintados de marron, roxo, lilás, bordô, púrpura, rosa e outras tantas. Estão sendo proibidas em Loanda o verde, em Nova Londrina amarelo e laranja e em Marilena o azul. Vale lembrar que o slogan da cidade é “Menina dos rios”,e tem renda através da colônia de pescadores e loteamentos a beira rio. O turismo é baseado na pesca e é banhada pelas águas “azuis” dos rios Paraná e Paranapanema.
Para assistir a matéria acesse http://globotv.globo.com/rpc/parana-tv-2a-edicao-paranavai/v/promotoria-investiga-mais-um-prefeito-por-pintar-cidade-com-as-cores-do-partido/1954311/
Muita gente ainda não entendeu porque o pré-candidato do PSDB à Prefeitura de Paranavaí, Maurício Yamakawa, deixou as conversações políticas de lado e foi pescar no Pantanal do Mato Grosso. Para deixar a situação ainda mais complicada, entre os companheiros de pescaria está o presidente do PMDB, Lauro Machado.
A especulação geral é de que o ex-prefeito desistiu da candidatura. Seu substituto seria o também tucano Rubens Felippe, que já estaria fazendo caixa para as despesas de campanha.
Mas até o retorno do ex-prefeito tudo não passa de especulação. Já, por outro lado, lembram alguns analistas, “onde há fumaça, há fogo”
Do Blog do Valmir Trentini – http://vtrentini.blogspot.com.br/
O vereador e presidente da Câmara Municipal de Paranavaí, Nivaldo Mazzin, do PPS, está reunindo cacife para ser candidato a vice-prefeito na chapa do Rogério Lorenzetti, PMDB. Assim como chegou a presidência da Câmara por várias vezes, utiliza a mesma estratégia e deve levar para os braços do Rogério, além do seu PPS, PSB, PTB e mais uma meia dúzia de micropartidos. Nas reuniões já realizadas por esses partidos, circula a idéia de que outras opções além de aderir a Rogério, estão em analise. Só jogo de cena. Como diz um político astuto das Minas Gerais ” fulano diz que vai para São João Del Rey para eu pensar que ele vai para Barbacena mas ele vai mesmo é para São João Del Rey “. No caminho de Nivaldo, além do imponderável, o PDT do Professor Alziro que quer repetir a chapa, o PMDB que quer emplacar o ex-deputado Eduardo Baggio, e o tempo até se bater o martelo das coligações, que só devem fechar em 30 de junho, ultimo dia para realizar-se as convenções de escolha de candidatos. Entusiastas da idéia os vereadores, quase todos, que vêem um forte concorrente a uma cadeira sair da disputa caso a estratégia funcione.
EM TEMPO – Os partidos que discutem a formação de um bloco vão se reunir hoje à noite novamente.
Cresce entre alguns setores políticos ligados ao prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) e ao PDT a possibilidade de oferecer o apoio de todo o grupo ao atual vice-prefeito, Alziro Melli Lopes, para que ele seja candidato a vereador, se eleja e, depois, presidente da Câmara Municipal. Os estrategistas acreditam que, desta forma, manteriam o PDT aliado, garantiria ao partido uma posição de destaque (maior até que de vice-prefeito) e abriria definitivamente o cargo de vice-prefeito para a negociação com outros partidos. Resta saber se combinaram com os russos.
Nas rodas políticas de Paranavaí a discussão está em torno dos nomes que poderão ser os vices dos cabeças-de-chapa Rogério Lorenzetti (PMDB), Maurício Yamakawa (ao menos, por enquanto), César Alexandre (PT) e Alcione Messias (PSOL).
Na verdade, uma discussão inócua, pois, pelo que se sabe, nunca um vice teve, na história política e recente de Paranavaí, qualquer influência na Administração Municipal. Quem tentou se intrometer, brigou e caiu fora.
Neste contexto, a escolha do vice não terá por objetivo garantir mais votos para a chapa, mas, no máximo, garantir mais tempo no rádio e na TV.
O resto é balela.
O PT está preocupado com o julgamento do Mensalão, temendo suas conseqüências nas eleições municipais. Tanto que, segundo denúncia da Revista Veja, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou pressionar o ministro Gilmar Mendes, do STF, a adiar o julgamento para depois de outubro.
Será que este imbróglio todo afetará o pré-candidato do PT à Prefeitura de Paranavaí, César Alexandre? O tempo dirá.
A movimentação da promotora Suzy Mara de Oliveira, exigindo que o Governo do Estado tome providências no sentido de ampliar o número de leitos para os pacientes de Paranavaí, que estão “represados” no P.A., já começou a surtir efeito. Segundo se apurou, alguém da cúpula da Secretaria de Estado da Saúde teria telefonado para a Santa Casa de Paranavaí, pedindo “pelo amor de Deus” para arrumar pelo menos mais 10 vagas para os pacientes que estavam no Pronto Atendimento aguardando leito hospitalar. A ação do MP chegou a Curitiba como um rastilho de pólvora.
O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de Paranavaí, Maurício Yamakawa, deixou a campanha de lado e foi pescar no Pantanal do Mato Grosso. Entre os pescadores também a presença do presidente do PMDB, Lauro Machado.
Além dos riscos óbvios, a saída de cena do tucano alimentou uma especulação, que ganhou força hoje: a de que Maurício estaria para desistir de sua candidatura. Ele seria substituído no grupo pelo também ex-prefeito e também tucano Rubens Felippe.
A presidência da Câmara Municipal de Paranavaí e o cerimonial da Casa devem evitar passar cópias de e-mails para serem lidos pelo 1º secretário Odair Xavier. Pois o nobre vereador lê tudo, literalmente. Na sessão solene de outorga de título de Cidadão Honorário ao desembargador Francisco Pinto Rabello Filho, ao ler as correspondências de felicitações, a certa altura, Odair diz: “exibir mensagem, esconder mensagem, verificar anti-virus”. Essa foi “pracabá”.
O presidente do PMDB de Paranavaí, Lauro Machado, estaria disposto a renunciar ao cargo e apoiar um candidato de fora do partido, caso não vingue a tese da chapa pura e o candidato a vice de Rogério Lorenzetti venha ser o vereador Nivaldo Mazzin (PPS). Estrategistas ligadas ao prefeito avaliam a repercussão caso Machado confirme esta posição. Para alguns, se o presidente confirmar esta disposição, Mazzin poderá ganhar mais aliados dentro do PMDB e partidos da base.
Candidatos que esperam turbinar suas campanhas eleitorais com o apoio do governador Beto Richa (PSDB) começam a se preocupar com o desgaste que ele vem sofrendo. Servidores insatisfeitos e fazendo greve, denúncias de corrupção na Secretaria de Segurança Pública, lentidão na implantação de programas de alcance social e as viagens do governador ao exterior, em férias, enquanto está fervendo o caldeirão são assuntos que tem ganhado destaque na imprensa estadual e tirado o sono de tucanos e aliados.
Como a bancada do PMDB na Assembléia Legislativa está liada ao governo, os candidatos do partido não poderão tirar proveito desta situação.
O prefeito de Porto Rico, Evaristo Volpato, entrou com requerimento no Diretório Regional do PMDB pedindo a dissolução da Executiva do Partido no município. O assunto será tratado na reunião do PMDB-PR do dia 4 de junho próximo. A atual presidente, Jussara Maria Stachoviak, já foi citada e convidada para participar da reunião.










