A polêmica continua em torno do nome de Mazzin
Acabou a polêmica em torno do nome de Marina Braga, indicada por Jeanne Kato (PSD) para a Secretaria de Educação do governo do Delegado Caíque (PSDB).
A indicação de Marina causou desconforto. “Contemplar Marina seria prejudicar um companheiro da base aliada. Além de ser do PMDB temos que levar em consideração seu posicionamento na campanha” – informou fonte segura.
Diante dos fatos, outra pessoa já foi convidada para ocupar a pasta da Educação.
A polêmica continua em torno do nome de Nivaldo Mazzin, que também encontra resistência, tanto na base como nas redes sociais, que “entendem” que Mazzin derruba o discurso de renovação com o qual o delegado foi eleito.
Prefeito pede elaboração de projeto para melhorias
na Feira da Lua e Feira da Fartura
Em reunião com representantes da Associação da Feira da Fartura e Feira da Lua na manhã desta segunda-feira (31), o prefeito Rogério Lorenzetti se comprometeu em solicitar para o setor de Engenharia da Prefeitura, a elaboração de um projeto para melhorias, organização e um novo layout para as duas feiras, que atualmente acontecem na Praça dos Pioneiros. A reunião foi acompanhada pelo diretor de Fomento Agropecuário da Secretaria Municipal de Agricultura (Seagri), Alan Domiciano.
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” … tá todo mundo engasgado com a empáfia do Ricardo Barros”
A derrota de Silvio Barros, na corrida para prefeito de Maringá, ganhou visibilidade nas redes sociais em Paranavaí.
Provocado, na Sala de Imprensa, a respeito a respeito do assunto, o jornalista Jorge Roberto Pereira da Silva despachou o seguinte comentário:
“Eu até acho o Silvio Barros um excelente administrador, um homem sério, o problema é o irmão dele e sua ganância. O Ricardo não tem limites, acha que pode dominar o mundo. Com métodos não muito éticos, emplacou a esposa (que também acho gente boa) como candidata a vice na chapa de Beto e se elegeu. Lançou a filha, deputada, (arrogante como ele) candidata à prefeita de Curitiba. Enfim, tá todo mundo engasgado com a empáfia do Ricardo Barros. E localmente, perde o grupo do MY, que o Ricardo tem forte influência, assim como o Pó Royal e o Alves. Abs”.
Era esperada, mas a queda do PT nesta eleição surpreendeu.
Também era esperado um crescimento do PSDB, que também surpreendeu.
No gráfico publicado pela Folha de S. Paulo, um perfil do resultado da eleição no País:
s:
Já houve quem dissesse que a eleição de Cláudio Sabino (PP) a vereador foi fruto de sua persistência, porque perdeu várias eleições antes de emplacar a deste ano.
Quem também pode ser compensando por sua insistência é o vereador José Galvão (PR), que desde sua primeira eleição alimenta o desejo de ser presidente da Câmara de Paranavaí.
Comentam que desta vez ele emplaca.
A propósito, Galvão e Sabino faziam parte da mesma coligação na eleição proporcional deste ano.
Ulisses Maia eleito prefeito de Maringá
do Blog do Rigon

No ano de 2.000 foi implantada a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) com o objetivo de assegurar a saúde financeira da União, Estados e Municípios, proibindo os entes federados de gastar mais do que arrecadam. Ou seja, para cada aquisição de produtos ou serviços era preciso dizer exatamente de onde sairia os recursos para sua quitação.
Mas, 16 anos após a implantação da LRF, o Congresso discute uma nova lei quase com o mesmo objetivo: a que estabelece teto de gastos.
A Lei já passou na Câmara dos Deputados e já seguiu para apreciação no Senado da República.
O presidente Michel Temer (PMDB) e seus aliados alardeiam que esta lei é a salvação da lavoura.
Acontece que tivesse a LRF sido cumprida não haveria aumento do déficit público e por consequência não haveria necessidade desta nova lei do teto de gastos.
Pior é que, originalmente, a lei em discussão agora, teria um prazo de 20 anos para ser alterada. Depois se passou a aceitar uma revisão com 10 anos e agora Temer fala em flexibilidade a partir do quinto ou sexto ano.
Não precisa ser nenhum conhecer profundo do assunto para observar que estão mega valorizando uma lei que servirá apenas e tão somente como desculpa para o governo não liberar recursos neste momento. Em 2017, se der brecha e, principalmente em 2018, ano de eleições, volta o vale tudo.
Se aprovada e sancionada, a nova lei será mais uma daquelas para não ser cumprida.
Fácil entender porque a frase do o ex-presidente francês Charles de Gaulle, (“O Brasil não é um país sério”) continua tão atual.
Os nomes de Marina Braga (PMDB) e de Nivaldo Mazzin (PTB) são os que estão gerando polêmica na montagem do secretariado do prefeito eleito Delegado KIQ (PSDB). Marina foi indicada pela vice Jeanne Kato (PSD) para a Secretaria de Educação. O problema é que Braga é do PMDB e fez campanha para Valdir Tetilla.
O nome de Nivaldo Mazzin é mais constrangedor ainda. De extrema confiança e amizade de KIQ, seu nome tem resistência entre a ala que defende uma renovação completa. Estes entendem que o nome de Mazzin derruba o discurso de renovação com o qual o delegado foi eleito.
Nos próximos dias o assunto deve clarear já que a pressão é grande para resolver estas duas pendências.
O prefeito eleito de Paranavaí, Delegado Caique (PSDB), já começou a montar seu secretariado e também a definir alguns cargos de segundo escalão. Mas o número de vagas é bem inferior ao número de pretendentes, com o agravante de que deverá ser diminuído o número de cargos.
Comenta-se nos bastidores que algumas secretarias deverão ser fundidas e outras transformadas em diretorias especiais, penduradas em alguma secretaria.
As secretarias de desenvolvimento urbano e infraestrutura, por exemplo, deverão virar uma mega secretaria de serviços urbanos e obras públicas. A de Agricultura também deve virar diretoria especial, provavelmente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
A Secretaria de Comunicação Social também está na mira e pode virar uma diretoria especial.
Apenas dois estariam definidos: Darlan Alves, para a mega secretaria resultado da fusão da Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, e Benjamin Marçal, para a Procuradoria Jurídica.
Os rumores são de que, pelo menos um nome da atual administração será aproveitado no futuro governo.
A revitalização da Praça dos Pioneiros é uma iniciativa louvável da atual administração de Paranavaí.
Muitos deixaram de frequentá-la nos últimos anos em razão de suas péssimas condições. Os “caminhantes”, devido às más condições das calçadas; os atletas, devido às más condições das quadras, e as famílias, porque o parquinho também já não oferecia o conforto e até mesmo a segurança necessária para a garotada.
Agora, que o trabalho está sendo executado, é preciso, antes que seja entregue e pago, uma fiscalização rigorosa.
Ontem, (26), depois da chuva diversos pontos das calçadas, como um deles mostrado na foto, estavam alagados.
Talvez o ponto mostrado ainda não tenha sido trabalhado, mas fica aqui o alerta.
Em tempo: de nada adiantará consertar os banheiros se não for adotada uma política para a sua utilização. Em pouquíssimo tempo estará emporcalhado, fedido e sem condições de uso, como aconteceu desde sempre.
Nelson Quintino tem sido “companheiro de primeira hora“ de Tião Medeiros (PTB), desde que o deputado entrou para a política.
Se dependesse das opiniões postadas por ele em redes sociais Medeiros já teria sido, desde o prefeito que revolucionou Paranavaí, até o pior que a política poderia ter.
Em maio de 2012 o Taturana já publicava que o esporte preferido de Nelson Quintino era “atacar Tião Medeiros” em seu microblog twitter.
Mas, a fila anda e as coisas mudam.
Ultimamente, Quintino, que andou calado, estaria no aquecimento para, desta feita, falar bem do deputado, na esperança, dizem, de ter seu passaporte assinado para ocupar um cargo no Governo do Delegado Caique (PSDB).
“Tudo assim, com cara de vaca na horta”, comentaram.
As divergências entre o prefeito eleito Delegado Caique (PSDB) e sua vice Jeanne Kato (PSD), que já apareciam durante a campanha eleitoral, estão se avolumando agora na montagem do secretariado municipal. A vice eleita teria indicado nomes que não emplacaram e “sua” Secretaria da Mulher parece que será criada, por conta das metas pretendidas/anunciadas por Caique e falta de recursos financeiros, o que estaria irritando Jeanne.
Nenhuma novidade. Comentava-se nos bastidores que assim seria.










