O leitor e assíduo comentarista João de Paula, petista de carteirinha e que já presidiu o PT de Paranavaí e disputou a Prefeitura pelo partido, garante que o vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, não terá o apoio formal do partido na sua disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Segundo João de Paula, isto não impede que petistas apóiem a candidatura de Picorelli, mas como iniciativa individual e não do partido. “Embora sejamos amigos esse apoio formal jamais acontecerá”, já que “a sigla tem seus candidatos e não são poucos”.
O questionamento se o PT apoiaria Picorelli a deputado estadual, mesmo o seu partido, o PSL, fechando acordo com o PSDB de Aécio Neves, foi feito pelo próprio blog, ao noticiar o apoio dos sociais liberais ao tucano. A manifestação de João de Paula foi feita em comentário na referida nota.
A Câmara Municipal de Paranavaí volta a se reunir amanhã pela manhã em duas sessões extraordinárias para concluir a votação dos projetos de lei que concedem aumentos salariais aos servidores públicos municipais ativos, inativos e pensionistas dos poderes Executivo e Legislativo, bem como aos agentes políticos (prefeito, vice-prefeito, vereadores e secretários municipais). Os servidores terão o repasse da inflação e mais 2% de amento real. Já os agentes políticos terão somente a correção, ou seja, o repasse da inflação. Os reajustes dos servidores são retroativos a abril e dos agentes políticos retroativo a janeiro de acordo com a data base de cada um. Somente os professores, que tiveram aumento no começo do ano ficam de fora desta mudança de salários.
O ex-prefeito de Maringá, Silvio Barros (PHS) confirmou ao Diário do Noroeste que é pré-candidato ao Governo do Paraná nas eleições deste ano. Dentre os que já lançaram sua pré-candidatura, Barros seria o segundo nome do interior, já que o pré-candidato do PPS, Rubens Bueno, é de Campo Mourão.
Silvio é irmão de Ricardo Barros, que também já foi prefeito de Maringá, deputado federal e secretário de Estado. Nas últimas eleições não obteve sucesso, quando disputou uma cadeira ao Senado da República.
Ricardo, que conquistou o apelido de Leitão Vesgo por estar mamando numa teta e já de olho em outra, controla a maioria dos partidos em Maringá. Sua esposa, Cida Borghetti está no PROS e Ricardo preside o diretório estadual do PP.
Segundo alguns analistas, o lançamento da candidatura de Silvio Barros é mais uma das estratégias de Ricardo Barros para que seu grupo seja contemplado com a candidatura a vice do governador Beto Richa (PSDB), de quem é aliado a nível estadual, ou de Gleisi Hoffmann (PT), de que é aliado no plano federal.
Entre quatro paredes e com poucos e próximos interlocutores, o deputado Teruo Kato (PMDB) começa a reclamar da falta de apoio de lideranças políticas de Paranavaí em sua campanha a deputado federal. As principais reclamações são contra o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB), apesar de, em público, ele dizer que entende a situação daqueles que já haviam assumidos compromissos com outros candidatos à Câmara Federal enquanto ele dizia ser candidato a reeleição.
O que Teruo não diz quando abre seu repertório de reclamações é que várias lideranças políticas locais assumiram compromisso com outros candidatos a deputado federal a seu próprio pedido.
Quem não sabe da história completa, até acha que a reclamação é procedente.
O prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) fez agora de manhã uma visita ao Hipermercado Mufatto. Foi recebido pela gerência local. Rogério estava acompanhado dos secretários Carlos Henrique Scarabelli, o Kaká (Desenvolvimento Econômico), Nivaldm Mazzin (Governo) e Márcio (Leiteiro) Gonçalves (esportes), além do chefe da Agência do Trabalhador, Lucas Barone.
Segundo o Blog apurou, esta é a primeira de uma série de visitas que o prefeito pretende fazer a este setor. Trata-se de uma visita de cortesia, mas é o momento para avaliar, principalmente, a questão do horário de funcionamentos dos supermercados.
O objetivo provavelmente seja apenas eleitoreiro, porque o assunto está em discussão nas ruas e as razões do impasse são amplamente conhecidas. Mas o vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, pré-candidato a deputado estadual, apresentou na Câmara Municipal de Paranavaí requerimento em que pede que “seja oficiado ao Procurador do Estado do Paraná e ao Presidente do Conselho Estadual de Saúde, solicitando parecer acerca da interferência pela
municipalidade de Paranavaí no Conselho Municipal de Saúde, bem como, solicita ao Secretário Municipal de Saúde e ao Presidente eleito do Conselho Municipal de Saúde, justificativa a respeito do ocorrido”. Se o vereador se desse ao trabalho de ler jornais, blogs e ouvir rádio certamente perceberia que seu requerimento já está vencido.
O PMDB do Paraná está vivendo a mesma crise de identidade que está atingindo o partido a nível nacional. Enquanto em Brasília discute-se se o partido continua aliado do PT e da presidente Dilma Rousseff, no Paraná o PMDB divide-se entre apoiar a reeleição do governador Beto Richa (PSDB) ou lançar candidatura própria.
Enquanto peemedebistas como o senador Roberto Requião e os ex-deputados Rodrigo Rodrigo Rocha Loures e Marcelo Almeida garantem que o PMDB do Paraná vai de candidatura própria, outros partidários, os aliados do tucano, dizem que o PMDB vai de Beto Richa.
Só mesmo nas convenções é que se chegará ao fim do impasse. E certamente o partido deverá ir para a eleição completamente rachado.
Já está circulando pela internet um vídeo preparado pelo Governo Federal trazendo informações sobre os gastos com a Copa. Informa o vídeo que não saiu nenhum centavo da educação e saúde para a construção dos estádios, que os gastos com as obras dos estádios são financiamentos e voltarão aos cofres públicos e que muitos dos investimentos em infraestrutura ficarão à disposição dos brasileiros.
Se os dados são reais chega atrasado depois que já se disseminou a idéia de que é exatamente o contrário. O Governo, tão rápido nestas questões, perdeu feio para a contrapropaganda. O tempo dirá se ainda será possível reverter a imagem de um governo que teria priorizado o supérfluo em detrimento do essencial.
A decisão do deputado André Vargas de voltar a Câmara, na semana passada, antes de terminar o tempo de licença requerido por ele, teve como motivação a necessidade de voltar a receber o salário de R$ 26 mil mensais, além de outros benefícios. Vargas, que deixou o PT depois de grande pressão da cúpula do partido, vinha se dedicando exclusivamente a sua defesa. Agora vai dividir o tempo entre as atividades parlamentares e as conversas com seus advogados.
Vargas deverá compor agora o grupo de deputados chamado de baixo clero, sem nenhuma liderança na Casa.
Esta semana, a direção nacional do nanico PSL deve anunciar apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB) à presidência da República. Além do PSL outros nanicos tomaram o mesmo caminho: PTN, PTC e PT do B.
Único representante do partido com mandato em Paranavaí, o vereador Roberto Picorelli, o Pó Royal, pré-candidato a Assembleia Legislativa, tinha como certo o apoio do PT local à sua candidatura. Agora, com a decisão do PSL de apoiar o candidato tucano, arqui-rival do PT, este apoio pode ser retirado. Ou não?
Concluída a votação da contribuição de melhoria, a Câmara Municipal de Paranavaí começa a votar hoje o aumento de salários dos servidores municipais ativos e inativos dos poderes Executivo e Legislativo. Também entra em discussão o aumento de salário dos agentes políticos (prefeito, vice-prefeito, vereadores e secretários municipais).
A discussão e votação do aumento dos salários não entra em votação logo após a aprovação da contribuição de melhoria por coincidência. Primeiro o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) quis ter certeza de que não precisaria usar os recursos em caixa para pagar os financiamentos que permitiram pavimentar diversas ruas da cidade. Com a aprovação do projeto, não só está propondo a recomposição salarial, como aumento real de 2%.
Os esclarecimentos prestados pelo secretário de Proteção ao Patrimônio Público, a Vida e de Trânsito, Wesley Pereira, aos vereadores, na última segunda-feira, e à imprensa dias depois, joga um pouco de luz sobre a demora na implantação da Guarda Municipal de Paranavaí. Resumidamente, de acordos com os esclarecimentos do secretário, o Governo do Estado, através da Polícia Militar, vai prestar um serviço ao Município (o treinamento da GM), mas o mesmo Governo não se entende como deve ser feita a remuneração pelos serviços. Um órgão do Governo diz que deve ser feito de uma forma e pede para ser refeito a minuta do convênio; em outra análise outro órgão estadual entende que aquela não é a melhor forma e pede mudanças na minuta. Por conta da falta de entendimento, o assunto se arrasta desde o ano passado.
O pior é que agora, com a Copa do Mundo, a PM não tem condições de fazer o treinamento. O que se espera é que tão logo termine a competição, o Estado tenha se entendido e a tropa esteja liberada para fazer o treinamento.
Chega de enrolação.










