Uma nova pesquisa nacional realizada pelo Datafolha aponta um empate entre Marina Silva, que deverá ser oficializada quarta-feira como candidata a presidência da República, no lugar de Eduardo Campos, e o senador Aécio Neves. Nesta nova pesquisa, Marina aparece com 21% das intenções de voto enquanto o tucano mineiro tem 20%.
Já numa simulação de segundo turno entre Dilma Rousseff (PT), que continua 15 pontos percentuais à frente dos principais adversários, com Marina Silva, um novo empate técnico: Marina estaria numericamente à frente com 47%, enquanto a petista alcançaria 43%. A margem de erro para as duas situações é de 2% para mais ou para menos.
Outro dado é que a intenção de voto de Marina somou os de Eduardo Campos e somou os dos indecisos e os que pretendiam anular seu voto. Marina na tira votos nem de Dilma nem de Aécio, segundo a pesquisa do Datafolha.
Os candidatos à presidência da República e a deputado federal abrem nesta terça-feira o horário eleitoral gratuito. A expectativa é se coligação que tinha Eduardo Campos como candidato à presidência da República, morto em acidente aéreo, e que será substituído por Martina Silva, apresentará seu programa.
A Coligação da presidente Dilma Rousseff (PT) tem o maior tempo no rádio e na TV: 11:24 em bloco. A coligação do tucano Aécio Neves tem 04:35 em cada bloco. E a coligação de Marina 02:03 por bloco. Continuar lendo
A pesquisa Datafolha, divulgada sexta-feira, sobre a corrida ao Palácio Iguaçu, mostra uma disputa entre o governador Beto Richa (PSDB) e o senador Roberto Requião (PMDB) pela preferência do eleitorado. Pela troca de farpas ocorrida nos últimos dias entre os dois, provavelmente eles já tinham conhecimento deste cenário, já que partidos e coligações costumam fazer pesquisas para orientar as campanhas.
Atrás na corrida, Gleisi Hoffmann (PT) se livrou dos ataques nas últimas semanas, principalmente do tucano, que acusava o governo federal de emperrar empréstimo para o Paraná.
A expectativa de especialistas no assunto é que os ânimos vão se acirrar entre Beto e Requião, principalmente com o início do horário eleitoral no rádio e na TV.
À um interlocutor de Paranavaí, Requião contou que está gostando de Beto Richa estar respondendo às suas provocações. “Vamos tirar dele a máscara de bom moço”, teria dito o peemedebista.
Entre políticos de todas as matizes há um consenso: a disputa vai esquentar – e muito – a partir de agora.
A morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), sepultado ontem (17/08), mexeu na agenda política do país. No Paraná, o primeiro debate entre os candidatos ao Governo do Estado, que deveria ter acontecido na semana passada, será realizado pela Band, em rede estadual, na próxima quinta-feira, a partir das 22 horas. Outros dois debates já estão marcados: um na RIC TV, no dia 26 de setembro, e outro na RPC TV, no dia 30 de setembro.
Já a TV Globo retoma nesta quinta-feira o debate com os presidenciáveis durante o Jornal Nacional. A emissora entrevistou Aécio Neves e Eduardo Campos na segunda e terça-feira da semana passada. Dilma Rousseff, que seria entrevistada na quarta-feira (data do acidente aéreo com Eduardo Campos) estará na bancada do JN nesta segunda-feira.
Depois de realizar pesquisas em todos os estados brasileiros, o Datafolha traçou um perfil dos partidos e dos candidatos a presidente da República. O Paraná é o Estado em que o eleitorado aparece mais dividido sobre a avaliação da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição. Um terço considera seu governo ruim/péssimo e 31% o avaliam como bom/ótimo. Como a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, há um empate entre os que aprovam e os que reprovam o governo de Dilma. Como a pesquisa da semana passada foi a primeira realizada no Paraná ainda não há comparações. As informações são da Folha de S. Paulo.
O horário eleitoral gratuito na rádio e na TV começa nesta terça-feira, dia 19 e se prolongará até o dia 2 de outubro, uma quinta-feira. Será uma hora e quarenta minutos de programa, dividido em dois blocos de cinqüenta minutos cada. Além disso, os partidos ou coligações dividirão outros trinta minutos em comerciais de 30 segundos ou um minuto. A distribuição do tempo de cada partido ou coligação leva em conta principalmente a representação no Congresso Nacional.
No rádio, o horário eleitoral será das 7 horas às 7h50 e das 12 horas às 12h50. Na TV a programação eleitoral será das 13 horas às 13h50 e das 20h30 às 21h20. Nas segundas, quartas e sextas-feiras usam o horário eleitoral os candidatos a governador, deputado estadual e senador. Já nas terças, quintas e sábados vão para o rádio e para a telinha os candidatos à presidência e a deputado federal.
O horário eleitoral gratuito está previsto na Resolução 23.404/2014.
Através das redes sociais, o deputado federal João Arruda (PMDB), candidato à reeleição, comemorou os apoios que está recebendo em Paranavaí. Ele postou textos e fotos em que informa que “tive a honra de receber o apoio do ex-prefeito de Paranavaí Zé Augusto Felippe que entrou em minha campanha”. E cita que já faziam parte do seu grupo de apoio os vereadores peemedebistas Valter dos Reis e Zenaide Borges, além de José Galvão (PR), os secretários Osmar Wesler (Agricultura), Sony Felippe (Turismo) e Nivaldo Mazzin (Governo) e os empresários Darli Molossi e Gilberto Pratinha. “Zé Augusto também anunciou apoio a candidatura de Roberto Requião ao governo do estado”, confirma. João Arruda ainda registrou que foi “recebido pelo prefeito Rogério Lorenzetti, que tenho grande respeito e admiração. Embora não registrado nos posts, João Arruda também tem o apoio do ex-secretário de Saúde, Valdir Tetila.
Marina Silva (PSB) será a candidata à presidência da República no lugar de Eduardo Campos, que morreu na última quarta-feira, vítima de acidente aéreo. A decisão foi tomada no começo da noite de ontem depois de uma reunião entre as principais lideranças do partido na casa Campos, no Recife. Os partidos que compõem a coligação concordaram com o nome de Marina. O anúncio oficial deverá ser feito na próxima quarta-feira.
Agora, o partido deve decidir quem será o vice. O mais cotado é o deputado gaúcho Beto Albuquerque. Contudo, ele mesmo afirmou ontem que a viúva de Campos, Renata Campos, poderia ser a vice da chapa de Marina. Também não foram descartados os nomes do deputado mineiro Júlio Delgado, ex-deputado pernambucano Maurício Rands e Fernando Bezerra Coelho, ex-ministro de Integração no governo Dilma.
Aliados, em Paranavaí, dos três principais candidatos ao Governo do Paraná analisaram, a nosso pedido,m o resultado da pesquisa Datafolha divulgado ontem. Falaram sobre o assunto o prefeito Rogério Lorenmzetti (PMDB), o presidente do PT de Paranavaí, César Alexandre, e o empresário Luiz Tadeu Fernandes, o Notti.
Rogério se disse surpreso pelo bom desempenho do senador Roberto Requião, já que, “até agora, fez tudo sozinho”. César disse que o resultado da pesquisa está dentro da normalidade e aposta que Gleisi Hoffmann melhora seu desempenho a partir do horário eleitoral, que começa na próxima terça-feira. E Notti recorre à matemática e compara os números das últimas eleições para afirmar que Beto Richa “pode sim vencer no primeiro turno”.
É óbvio que cada um acredita que vitória de seu candidato, confia em suas estratégias e chegam até fazer previsões sobre os adversários. Só falta agora combinar com os russos. Continuar lendo
O Instituto Datafolha faz uma análise da pesquisa sobre a sucessão no Paraná, divulgada ontem, e atesta que, na análise das variáveis sociodemográficas, observa-se que a intenção de voto em Requião cresce conforme diminui o porte do município enquanto Beto Richa tem melhor desempenho entre os moradores do interior do que entre os moradores da capital e região metropolitana. A informação é da jornalista Roseli Abrão, que reproduziu a análise em seu blog.
A jornalista Estelita Hass Carrazzai, de Curitiba, faz uma análise para a Folha de São Paulo/UOL, sobre a pesquisa Datafolha, publicada ontem, sobre a corrida ao Palácio Iguaçu. Concentra sua análise nos candidatos Beto Richa (PSDB) e Roberto Requião (PMDB). Cita que, historicamente, Requião (PMDB) tem alto índice de rejeição pela sua “contundência e por opiniões quase inegociáveis”. Já Beto deixou a Prefeitura de Curitiba bem avaliado, mas enfrentou problemas financeiros no governo que o impediram de realizar promessas de campanha. Para cientistas políticos, Beto tem seu desempenho prejudicado por erros em suas alianças. Leia o artigo.
O ex-vice-governador Orlando Pessuti foi hoje à tarde a uma Delegacia de Polícia registrar queixa contra o senador Roberto Requião por ter “invadido” a sede do Diretório Estadual do PMDB. E já anunciou que semana que vem entrará na justiça com um pedido de reintegração de posse. A invasão é uma arbitrariedade, uma agressão política ao PMDB. Nós respeitamos a convenção e ele não está respeitando a executiva do partido, ao invadir a sede e arrombar as portas. Não respeita nem o luto que o PMDB faz em respeito a morte de Eduardo Campos”, disse Pessuti.











