Em nota, maldosamente, espalhada, o “autor” deixa a entender que teria havido uma prisão no momento da execução do mandado de busca e apreensão em razão de atos de corrupção.
O jornalista Chico Ramos foi conduzido à Delegacia por conta da entrega voluntária e espontânea de um objeto de estimação, uma garrucha antiga, recebida como presente há cerca de 40 anos.
Segundo Lucas Silveira, instrutor-chefe da Academia Brasileira de Armas, “armas de fogo obsoletas não precisam ser registradas”.
Importante destacar que, além de ter conhecimento da determinação da Juíza da primeira Vara da Fazenda Pública de que ninguém poderia ter acesso aos equipamentos, Benjamim Marçal também foi alertado pelos oficiais de justiça e pelas partes presentes no Fórum a respeito da estranheza do procedimento e da necessidade de esclarecimento por parte do juiz. Mesmo assim, por força do erro na redação do mandado tiveram que entregar os equipamentos ao advogado do prefeito, que sabia muito bem o que estava “fazendo”.
Apesar de ter sido intimado pela juíza da primeira Vara da Fazenda Pública de que, após a busca e apreensão dos computadores e celulares ninguém poderia ter acesso aos equipamentos, aproveitando-se de um erro na redação do mandado de busca entregue ao oficial justiça, o procurador do Município, Benjamim Marçal Costa, fez ouvidos moucos à determinação judicial e retirou os equipamentos do Fórum, desobedecendo às ordens da Juíza e permaneceu com os computadores e celulares por cerca de 5 horas.
É verdade. Fomos sim vitimados por uma ação de busca e apreensão. Tivemos, sim, a apreensão de uma arma. Contudo, existem muitos “mistérios”, “equívocos” e “intenções” nas notas que estão sendo espalhadas.
Como o processo em questão corre em Segredo de Justiça, e para não incorrermos nos mesmos erros e desobediência à determinação judicial cometidos pelo delegado Kiq, nos limitaremos a informar somente o que a Lei e o nosso direito ao exercício profissional nos faculta.
Retornamos amanhã
Sepúlveda Pertence mandou entregar uma carta a Lula, nesta sexta-feira, comunicando sua decisão de se afastar da defesa do ex-presidente.
Entre os argumentos, as trapalhadas de Cristiano Zanin e do manifesto do PT – assinado pelo próprio Lula – com ataques a Edson Fachin.
Com informações de O Globo
por Fábio Campana
Está aberta a temporada das mentiras. Não tenhamos ilusões. Mentir em campanhas é algo habitual no mundo político. Notícias falsas sempre existiram. A diferença é que antes não eram difundidas com velocidade tão galopante quanto à patrocinada pelas redes sociais e muito menos tratadas como “fake”, essa palavrinha inglesa que conferiu certo charme à profissão de produtor de factoides e maldades em geral.
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O município de Paranavaí vem trabalhando desde o ano passado para que um programa de compras públicas seja formato e colocado em prática na cidade. A Sala do Empreendedor, em parceria com diversas entidades, querem incentivar que empresas da cidade participem de licitações e ajudem a fomentar o comércio local.
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Lula questiona a legitimidade do Movimento
O Movimento Brasil Livre quer que o TSE proíba imediatamente o registro de candidatura de Lula.
A petição destaca a condenação de Lula pelo TRF-4 e consequente inelegibilidade, de acordo na Lei da Ficha Limpa.
Para o MBL “É certo que a eventual possibilidade de candidatura do requerido gera severa insegurança jurídica à sociedade brasileira”.
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A coluna Radar, da Veja, publicou que o presidente licenciado da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo (PRB), é alvo de investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).
A informação se espalhou e provocou indignação.
Baseado na informação, o Blog do Esmael fez conjecturas a respeito da possibilidade de Ratinho Jr. ter perdido o “vice dos sonhos“, no caso, Edson Campagnolo.
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Jair Bolsonaro pretende revogar a PEC da Bengala, que ampliou de 70 para 75 anos a idade-limite para a aposentadoria compulsória de juízes do STF.
“A medida exigiria uma ginástica de Bolsonaro. Em maio de 2015, ele votou contra o governo Dilma e a favor da PEC da Bengala. Com a aprovação do texto, capitaneado na época por Eduardo Cunha, Dilma (e Temer, por óbvio) perdeu o direito de nomear cinco ministros do STF”, comenta Lauro Jardim, em O Globo.
Seriam aposentados Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski.
Os advogados de Lula tentaram de novo, mas a Procuradoria-geral da República não concordou. O pedido da defesa do ex-presidente era para que a PGR considerasse Sergio Moro suspeito e afastasse-o do processo do sítio de Atibaia, a alegação: parcialidade do juiz.
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