
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos (onde os estudos sobre o assunto estão bem mais avançados que no Brasil) mostra que para cada 59 crianças nascidas, uma é portadora do Transtorno do Espectro Autista (TEA). É um número muito alto se, por exemplo, comparado às crianças com Síndrome de Dow.
Neste caso, entre 650 e mil nascimentos, uma criança tem a síndrome.
Valdir Rossoni não quer ficar sem mandato. Derrotado nas urnas, vai buscar jeitinho nos tribunais para continuar com a fantasia de deputado.
Na condição de primeiro suplente, estuda como tratar de recorrer da diplomação de Boca Aberta, ex-vereador cassado no ano passado pela Câmara de Londrina.
por Fábio Campana
Em entrevista à rádio Gaúcha, Onyx Lorenzoni anunciou que Jair Bolsonaro vai criar o Ministério da Cidadania para cuidar das áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e combate às drogas.
Em outra entrevista, à TV Record Bolsonaro afirmou que pretende destinar o dinheiro das loterias federais para a Segurança Pública.
São novos tempos. Há poucos dias, o governador eleito do Rio, Wilson Witzel, disse que uma de suas metas é reduzir a taxa de homicídios por 100 mil habitantes para abaixo de dois dígitos: “A polícia tem que ser truculenta com criminoso. Se bandido tiver com arma na mão tem que morrer.”
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Segundo a Folha de S. Paulo, “partidos de centro” como PSDB, PSB, PV, PSD, uma parte do MDB e outra parte do DEM planejam formar “uma federação de agremiações para atuar em conjunto no Congresso e nas eleições”.
O Antagonista
O ex-governador Beto Richa continua na presidência do PSDB do Paraná. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 12, em reunião do diretório estadual. Se afastaram da executiva tucana, fiéis escudeiros de Richa: Fernando Ghignone, Juraci Barbosa Sobrinho e Mounir Chaowiche. Os três serão substituídos por membros do próprio diretório.
Fábio Campana
da FACIAP e Gehlen reassume vice-presidência
Depois de vários anos com uma participação tímida no Congresso Empresarial Paranaense, promovido anualmente pela Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), a região voltou a ter uma participação maciça no evento. Empresários e empresárias da Cacinpar, a coordenadoria regional das ACEs, contrataram um ônibus e seguiram em grande número para Foz do Iguaçu, na semana passada, onde aconteceu na sexta e sábado (dias 9 e 10) a edição deste ano do Congresso.
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João Vitor Casado colou grau em Medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná.
A prestigiada cerimônia aconteceu neste 12 de novembro na Associação Médica do Paraná.
Com esta formatura Nilce e Claudinei Casado cumprem, com louvor, seu papel, no que se refere à educação dos filhos. João Artur é formado em Engenharia e João Miguel, Raquel Yukie e João Vitor, em Medicina.
Claudinei Casado é filho do pioneiro João Miguel Casado (in memoriam), e a esposa Nilce, filha do pioneiro Nelson Akiyoshi (in memoriam).
no julgamento de ações ligadas a estradas
Os deputados estaduais Tião Medeiros e Luiz Claudio Romanelli se reuniram nesta terça-feira (13) com o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR), Renato Braga Bettega, para pedir agilidade no julgamento de ações alvo de disputas judiciais entre as empresas envolvidas em licitações de obras em estradas do Paraná.
Há mais de um ano não são realizadas as obras de novos contratos do governo do Estado devido à judicialização de licitações. Muitas empresas envolvidas na questão disputam judicialmente o contrato. Com isso, as obras não saem do papel e os motoristas sofrem com a falta de manutenção nas vias.
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Em qualquer área, nas recentes eleições, é contrastante a diferença de gastos. Poucos gastaram pouco e muitos outros tiveram que “investir” pesado pra se eleger ou reeleger.
Felipe Francischini gastou apenas R$ 0,04 por voto e o campeão da gastança foi Luiz Nishimori, pra quem cada voto custou R$ 33,12.
A relação mostra o preço de cada voto dos 30 deputados federais eleitos no Paraná:
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O anúncio foi feito na própria página de Lula n
o Twitter:
da Coluna do Estadão
Sem alarde, senadores incluíram na pauta de hoje a votação de projeto que altera a inelegibilidade dos políticos condenados pela Lei da Ficha Limpa antes de 2010, quando ela foi criada. Contrariando o entendimento já firmado pelo Supremo, os parlamentares querem que, nessas situações, em vez dos oito anos sem direito a concorrer a cargo eletivo, seja aplicada a pena prevista nas leis anteriores. Márlon Reis, ex-juiz e um dos idealizadores da Ficha Limpa, considera um “retrocesso”. “A mudança praticamente anistia quem cometeu irregularidades antes.”
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