Josias de Souza
O asfalto forneceu as informações. E Jair Bolsonaro tirou suas próprias confusões. O capitão obteve das ruas um respaldo sólido o bastante para espantar a assombração de um impeachment precoce. Mas o meio-fio não lhe deu musculatura suficiente para emparedar o Congresso. Ao contrário, na comparação com o protesto estudantil de 15 de maio, os atos deste domingo revelaram-se menores. As conclusões são óbvias: A conjuntura continua envenenada. E não há melhor antídoto do que a saliva. Entretanto, tomado por suas confusões, Bolsonaro planeja continuar trafegando na contramão. Em entrevista à Record, sua emissora predileta, Bolsonaro soou como se considerasse um crime dialogar. Referin.
Desde esta manhã (26) manifestantes ocuparam a Esplanada dos Ministérios e dezenas de logradouros públicos nas capitais e cidades do interior em ato a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro, da Reforma da Previdência e ao Pacote anticrime. Continuar lendo
Se depender das manifestações feitas através das redes sociais o ato bolsonarista marcado para este domingo vai deixar um recado contundente a respeito do descontentamento do povo brasileiro com as altas esferas de poder da República.
Segundo o UOL, “o Torabit identificou 27 mil menções aos atos contra os cortes na educação entre os dias 10 e 14 deste mês. Isto representa apenas pouco mais de 10% das 250 mil menções pró-governo analisadas pela plataforma entre o dia 20 e a manhã do dia 24.”
O presidente do Sindicato Rural de Paranavaí, Ivo Pierin Júnior, defendeu na noite desta sexta-feira (24) a necessidade dos produtores rurais fortalecerem as entidades quem os representam “da porteira para fora”. Segundo ele, o Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), formado pelos sindicatos rurais, pode ser desmantelado se não houver uma maior participação dos agropecuaristas nas entidades de defesa da categoria.
O líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, fez um aviso para os senadores que tentarão modificar o texto da reforma administrativa aprovado na Câmara: “Se voltar para a Câmara, cai”, disse o emedebista para o Estadão. A sigla, maior bancada do Senado, promete votar pela manutenção do texto na próxima terça-feira, ou seja, com o Coaf fora das mãos de Sergio Moro.
Fábio Campana
O Senador paranaense Oriovisto Guimarães rodou a baiana em relação postura, ou falta de postura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em relação à reforma da Previdência.
“Estou me sentindo simplesmente um espectador. Todo o protagonismo está na Câmara dos Deputados. O Senado está sendo simplesmente um observador dos fatos. Não participa. Nenhum senador pôde participar de reforma da Previdência. O senhor [a Alcolumbre] é mais que presidente do Senado, é presidente do Congresso. A sua postura de enfrentar essa morosidade e esse desrespeito que o presidente Rodrigo Maia tem para com o Senado é fundamental (…) Um homem que teve 74 mil votos para se eleger como deputado federal não pode comandar a República e desrespeitar 81 senadores que na sua maioria tiveram milhões de votos”.
Paulo Guedes disse pra Veja que o Brasil pode quebrar já em 2020 e que renuncia ao cargo se a reforma da Previdência virar uma “reforminha”.
“Pego um avião e vou morar lá fora. Já tenho idade para me aposentar – Se não fizermos a reforma, o Brasil pega fogo. Vai ser o caos no setor público, tanto no governo federal como nos Estados e municípios”.
Pelo Twitter, o presidente Bolsonaro dedurou “parte da mídia” de tentar “criar um virtual atrito” entre ele e Paulo Guedes.

Pelo menos 200 caminhões vão cercar o Palácio Iguaçu neste domingo (26), dia nacional de manifestações em defesa do presidente Jair Bolsonaro. Movimentos bolsonaristas convocam militantes com pauta radical, como propostas para fechar o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).
A concentração de caminhões está sendo organizada pelo líder da categoria dos autônomos, Wanderlei Dedéco, mas que já recebeu apoio do presidente da entidade empresarial, a Fetranspar, coronel Sérgio Malucelli.
do Contraponto
André Siqueira | Veja
O senador Alvaro Dias, líder do Podemos na Casa, apresentou, nesta quinta-feira, 23, requerimento para tentar reverter a votação do plenária da Câmara dos Deputados, e devolver o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. Continuar lendo
Reinaldo Azevedo, da Veja
Cento e trinta e um bilhões de reais! É quanto os três governos petistas deixaram de gastar na saúde. É a soma das verbas previstas no Orçamento que deixaram de ser usadas, que foram, como se diz em burocratês, “contingenciadas”. Alguém dirá: “Ah, mas com Orçamento é assim mesmo; nunca se usa tudo…”. Olhem aqui: cortar dinheiro justamente da Saúde, sabidamente a área mais precária do país, é um crime contra os pobres. De fato, o PT tirou dos doentes bem mais. Continuar lendo
para apresentação e votação do balanço
O Sindicato Rural de Paranavaí reúne seus filiados nesta sexta-feira, dia 24, para apresentação do balanço referente ao exercício financeiro de 2018. O presidente Ivo Pierin Júnior e o tesoureiro Demerval Silvestre vão apresentar as receitas e despesas realizadas no ano passado e submeter a votação pelos associados.
Bolsonaro pretende “acabar” com a fiscalização de radares móveis nas rodovias federais.
Ele disse nesta quinta-feira (23), em Cascavel, que já falou a respeito com o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a quem a Polícia Rodoviária Federal está subordinada.}
“Nós temos pardal escondido atrás da árvore. Então, agora, conversando com o Sergio Moro, que a PRF está com ele também, nós queremos acabar com os radares móveis também, que é uma armadilha para pegar os motoristas”.











