A participação do vereador Claudemir (Irmão) Barini (PSC) no Fórum Paranavaiense de Acessibilidade, realizada ontem à tarde na Aciap, se limitou a fazer um discurso que nada tinha a ver com o tema e sair na fotografia. Quando os debates começaram para valer ele deixou o ambiente.
Pré-candidato a deputado estadual, Barini poderia capitalizar muito mais politicamente, como parece ser seu único desejo, se participasse efetivamente do debate e de onde poderia até tirar propostas para sua campanha. Preferiu, no entanto, apenas aparecer na foto.
Quase ao final do Fórum quem deu as caras foi o presidente da Câmara, Mohamad Smaili (SDD). E isto num evento em que estavam representados o Executivo, Judiciário e Ministério Público. Mais uma vez, o Legislativo perdeu a oportunidade de participar de um debate de real interesse público.
“A acessibilidade não deve ser vista como uma questão legal, mas de cidadania. Todos temos o dever, como cidadãos, de propor ou oferecer uma solução para a barreira que estamos criando. E a acessibilidade é exatamente isso, possibilitar a todos transpor barreiras que nós mesmos impomos”. A declaração é do engenheiro da Caixa Econômica Federal, José Joaquim Rodrigues Junior que, nesta terça-feira (6), proferiu uma palestra durante o 1º Fórum Paranavaiense de Acessibilidade, realizado no auditório da Aciap.
O evento contou com a participação de representantes dos poderes Executivo, Legislativo (através dos vereadores Mohamad Smaili e Claudemir Barini) e Judiciário, Ministério Público, Corpo de Bombeiros, Aciap, comerciantes, arquitetos, engenheiros, portadores de necessidades especiais e entidades de classe que, por aproximadamente duas horas, debateram formas de melhorar a mobilidade urbana e a acessibilidade aos portadores de deficiência física, em especial nos estabelecimentos comerciais da cidade.
“Foi um encontro positivo. Houve a conscientização das pessoas e as ideias foram bem recepcionadas. Eu senti que há uma boa vontade de todos em cumprir com a recomendação, e isso é que é o mais importante, independente de se judicializar essa questão”, apontou a promotora do Ministério Público, Susy Mara de Oliveira, que em meados de abril enviou uma recomendação administrativa ao prefeito Rogério Lorenzetti para que, no prazo de 60 dias, o município determine vistoria em todos os estabelecimentos comerciais urbanos, praças e calçadas públicas, adotando as medidas necessárias à acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência física, sob pena de suspensão do alvará de funcionamento. Continuar lendo
Do Blog do Praxedes
De acordo com imagens disponibilizadas pelo site www.loandaemvideo.com.br na internet, a reunião da Câmara de Vereadores de Loanda foi acompanhada pelas galerias lotadas de cidadãos, a maioria defendendo a abertura de investigação sobre atos de uso de bens públicos por parte do prefeito da cidade Flávio Aramis Accorsi. que lhe teriam inclusive causado a prisão por dois dias. Isto não foi o bastante para que a investigação fosse aprovada. O presidente da Casa não votou, o Sargento Santos, autor do pedido também, e uma vereadora não compareceu. Apenas o vereador professor Fabinho votou pela investigação. A justificativa apresentada pelos contrários à investigação é de que isto já seria feito pelo Ministério Público. Os vereadores já tem uma carga reduzida de poderes e um dos poucos é julgar suspeitas de improbidades administrativas praticadas pelo prefeito, cassando o mandato se assim julgarem necessário. O resto é tirar da reta, medo.
Pré-candidato a deputado estadual., Maurício Requião (PMDB), filho do senador Roberto Requião, traz em sua carga genética vários traços do pai. Uma delas é a ironia. Veja o que ele escreveu sobre a participação do governador Beto Richa num programa de TV. “A fixação do Betinho é tamanha que estou com medo dele estar apaixonado pelo Requião PMDB. Falou Requião 36 vezes na entrevista de ontem”.
A forma de se referir ao governador também é a mesma do pai.
O prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) não perde nenhuma oportunidade para pedir aos vereadores que aprovem o projeto de lei que regulamenta a taxa de melhoria, referente às pavimentações feitas nos últimos anos em Paranavaí. Hoje ele fez novo apelo. Desta vez através de seu microblog twitter.
Em uma série de quatro postagens, ele escreveu o seguinte: “Agora de manhã, visitei obras de infraestrutura com o secretário Eurípedes. Fiquei alegre com o que me apresentaram. Muitas obras na cidade. A prefeitura, recuperada e saneada, incrementa suas ações por todos os setores. Para continuar neste ritmo precisamos que os vereadores votem a contribuição de melhorias, que está em regime de urgência na Câmara, é fundamental para continuarmos o ritmo de desenvolvimento da cidade. Tenho certeza que os senhores vereadores, conscientes do seu relevante trabalho, vão nos dar as condições necessárias para atender bem o povo”.
Candidatos nas eleições deste ano começam a intensificar os trabalhos visando garantir um lugar ao sol. Com domicílio eleitoral em Paranavaí são pré-candidatos a deputado estadual José Edegar Pereira (PDT), o Bedão, vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, o ex-prefeito José Augusto Felippe (PSD), o vereador Claudemir (Irmão) Barini (PSC) e o advogado Sebastião Medeiros (DEM). Correm por fora nesta disputa a primeira-dama Cristina Lorenzetti (PSC) e a vereadora Zenaide Borges (PMDB)
Já à Câmara Federal, Teruo Kato (PMDB) é concorrente único com domicílio em Paranavaí. Mas vai enfrentar a concorrência com Zeca Dirceu (PT), Edmar Arruda (PSC), André Zacharow (PMDB), João Arruda (PMDB), Rodrigo Rocha Loures (PMDB), Ênio Verri (PT, que deve tentar ocupar o espaço deixado por André Vargas), Luciano Ducci (PSB), Valdir Rossoni (PSDB, que será apresentado à cidade pelos tucanos locais) e Edenilson Rossi (PSD).
Para a Câmara Federal, o quadro de candidatos está praticamente fechado. Mas para a Assembleia Legislativa existem grandes possibilidades de alguns nomes ficarem pelo caminho. Mas a ordem no momento é acelerar na pré-campanha para viabilizar, de fato, a candidatura.
Ainda não tem data para ser votado o projeto de lei que regulamenta a cobrança da pavimentação (taxa de melhoria) executada nos últimos anos em Paranavaí. O que se sabe é que amanhã, quarta-feira, as comissões permanentes da Câmara Municipal de Paranavaí devem dar seu parecer ao projeto. O Executivo encaminhou junto com o projeto um pedido de tramitação em regime de urgência. Mas as vésperas de completar um mês o projeto ainda não foi votado, pois alguns vereadores solicitaram documentos ao Executivo.
Enquanto isto, o prefeito Rogério Lorenzetti (PMDB) nenhuma nova despesas. Inclusive ainda não encaminhou o projeto de lei concedendo reajuste aos servidores, pois depende do resultado da votação do projeto de contribuição para definir o índice de reajuste.
Bastidores do impasse que envolve o Conselho Municipal de Saúde
Do Jornal Panorama
O que era para ser um importante aliado da gestão da saúde pública de Paranavaí vai aos poucos se transformando num adversário, que mais atrapalha do que ajuda, pois vive “em guerra” com a Secretaria Municipal de Saúde, e com o próprio Executivo, numa permanente, enfadonha e desproposital disputa. Em seus depoimentos, de todos os tempos, os “líderes” do CMS garantem que sua postura nada tem a ver com política partidária. Verdade ou não, o fato é que a gestão da Saúde nunca mereceu elogios da parte do Conselho, e suas críticas mais contundentes, coincidência ou não, acontecem sempre nos tempos de campanhas eleitorais.
Acostumado a resolver as divergências internas e externas na base do grito, como disse a promotora Suzy Mara de Oliveira em seu discurso na Conferência Municipal de Saúde, em outubro de 2013, o Conselho Municipal de Saúde sofreu um grande revés: a representante do Ministério Público entrou com uma ação na Justiça pedindo a destituição da atual diretoria. Mas, antes mesmo da decisão judicial, o prefeito Rogério Lorenzetti baixou dois decretos. Um destituindo a diretoria e outro nomeando uma diretoria provisória para organizar uma nova eleição. Continuar lendo
Tem início neste domingo, 11 de maio, mais uma etapa do sistema binário de trânsito em Paranavaí. As ruas Souza Naves, Piauí, Amapá, Marechal Cândido Rondon, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná estão entre as vias que sofrerão alterações nesta fase a fim de garantir melhor mobilidade e segurança no trânsito.
Funcionários da Secretaria de Proteção à Vida, Patrimônio Público e Trânsito trabalharam hoje com a execução de sinalização horizontal (pintura) e vertical (placas) na Rua Amapá.
Com as alterações, a Rua Souza Naves terá sentido único invertido no trecho que vai da Avenida Tancredo Neves até a Avenida Paraná. Com isso, a via ganhará um único sentido do início ao fim, ou seja, da Avenida Tancredo até a Avenida Heitor Furtado. Continuar lendo
Com o objetivo de debater maneiras de melhorar a mobilidade urbana e a acessibilidade aos portadores de deficiência física, em especial nos estabelecimentos comerciais, será realizado nesta terça-feira (6), em Paranavaí, o 1º Fórum Paranavaiense de Acessibilidade.
O evento, que contará com a participação de representantes do Ministério Público, Corpo de Bombeiros, Executivo Municipal, sociedade civil, profissionais liberais e entidades de classe, será realizado às 14 horas, na Aciap. O fórum é aberto à participação pública. Continuar lendo
O vereador Roberto Picorelli (PSL), o Pó Royal, não está preocupado com recursos financeiros para sua campanha eleitoral a deputado estadual. A percepção é do jornalista Benedito Praxedes, que anotou em seu prestigiado blog que um anúncio num informativo comemorativo aos 40 anos da OAB de Paranavaí, confirma a dobrada entre o vereador e o ex-prefeito de Curitiba, Luciano Ducci (PSB). O blogueiro vai mais fundo: “a peça publicitária surge depois de Pó Royal ou seus interlocutores terem mantido contatos produtivo$ com outros pré-candidatos como Edmar Arruda (PSC), Andre Zacharow (PMDB), Ednilso Rossi (PSD), Leopoldo Meyer (PSB) e até André Vargas (ex-PT). Não vai ser fácil fazer de conta que pede voto para tantos pretendentes”.
O prefeito de Loanda, Flávio Accorsi (PPS), que foi preso sábado em flagrante por usar equipamentos e máquinas do município em sua propriedade rural, foi liberado domingo à noite depois de deixar uma propriedade em garantia de que a fiança, de mais de cerca R$ 70 mi seria paga. Os sete servidores municipais que trabalhavam no local foram ouvidos no sábado e liberados em seguida.
O episódio foi gravado por uma pessoa através de um telefone celular. Na gravação, o prefeito diz aos policiais que já fez isso outras vezes, mas que pagou a despesas com seus recursos e, armado com uma enxada, ameaça a pessoa que filma a cena.
O fato causou revolta na população quem, segundo populares, nunca foram atendidos quando pediam máquinas para manutenção de ruas sem pavimentação.
Hoje o prefeito voltou a trabalhar normalmente e até concedeu entrevista. Disse que se tratava de uma área arrendada e que as despesas seriam ressarcidas aos cofres públicos. Mas, ainda assim, segundo a Polícia, por ser prefeito, ele não pode contratar com o município. Flávio Accorsi deverá responder por improbidade administrativa. O Ministério Público acompanha o caso.











